Incêndios e Explosivos: Uma Introdução à Engenharia Forense 2ª Edição Autor: Ravier Feitosa Aragão

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Sinopse

Esta segunda edição, revista, atualizada e ampliada é fruto da extensa vivência do autor e seus colaboradores nas investigações dos mais conhecidos episódios e desastres ocorridos no país.
Reúne os melhores fundamentos e a metodologia para análise e produção de laudos periciais de incêndios envolvendo explosivos, uso de explosivos em assaltos a instituições bancárias e padrões de conduta técnica em locais de sinistro.
Indicada não apenas aos profissionais atuantes nas áreas relacionadas, como também na formação, capacitação e atualização de advogados, promotores e juízes.

Série Tratado de Perícias Criminalísticas – organizador: Domingos Tocchetto

Sobre o autor:
Ranvier Feitosa Aragão

Perito Criminal de Classe Especial aposentado do serviço público como servidor do Estado do Ceará. Graduado em Engenharia Química, tem curso de especialização em Instalações Elétricas Industriais, em Engenharia de Segurança do Trabalho, em Perícias e Avaliações e em Instalações Elétricas Automotivas. Atualmente trabalha como consultor e parecerista de empresas seguradoras, bancas de advocacia e empresas industriais e comerciais; ministra cursos de perícias em locais de Incêndios, Explosões e Engenharia Forense em cursos universitários de pós-graduação, especialização e formação de peritos, e treinamento de afins.
E-mail: perito.ranvier@gmail.com

Sobre os colaboradores:
Celito Cordioli

Engenheiro Eletricista e Perito Oficial. Ex-presidente e atual membro do Conselho Deliberativo do Sindicato dos Peritos Oficiais de Santa Catarina. Foi Diretor Geral do IGP-SC (Instituto Geral de Perícias do Estado de Santa Catarina). É professor da Academia da Polícia de Santa Catarina. Publicou vários artigos e matérias sobre Trânsito e Acidentes com Veículos em revistas especializadas.

Osvaldo Negrini Neto
Bacharel em Criminalística e Física, pós-graduado (Mestrado e Doutorado) em Física pela USP – Universidade de São Paulo. Perito Criminal Classe Especial. Diretor do Centro de Exames, Análises e Pesquisas do Instituto de Criminalística do Estado de São Paulo. Professor do Curso de Acidentes de Trânsito I e II da Secretaria Nacional de Segurança Pública.
E-mail: onegrini@fma.if.usp.br / onegrini@usp.br / onegrini@sp.gov.br

Rodrigo Ebert Harsteln
Perito Criminal do Estado do Rio Grande do Sul (IGP-RS). Atua como Perito Criminal há 8 anos na Divisão de Engenharia Legal do Departamento de Criminalística, desde 2015 como chefe da Seção de Perícias em Incêndio, Desabamento, Explosões, Elétricas e Eletrônicas. Graduado em Física e Engenharia de Materiais, Pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho. Professor de perícias em local de incêndio e Engenharia Forense em cursos de formação (Academia de Polícia Civil do RS – ACADEPOL-RS, Academia de Polícia Militar do RS e Superintendência de Polícia Técnico-Cientifica do Estado de Goiás – SPTC-GO) e de Pós-graduação (Verbo jurídico e UFPB). Palestrante em diversos Congressos e Seminários Nacionais de Criminalística. Vencedor do Prêmio Destaque Forense pela Sociedade Brasileira de Ciências Forenses na categoria Melhor trabalho de Perícia Oficial em Local de Crime 2014. Atuante em mais de 800 locais de incêndio entre eles o Incêndio da Boate KISS e no Mercado Público de Porto Alegre.

Rodrigo Kleinübing
Engenheiro Mecânico (PUCRS), pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho (PUCRS) e em Engenharia de Avaliações e Perícias (UFRGS); Perito Criminalístico Engenheiro desde 1997, tendo exercido a chefia da Seção de Engenharia Legal e a coordenação da Equipe de Acidentes de Trânsito do Departamento de Criminalística/IGP-RS; Especialista em Acidentes de Trânsito em Caráter Excepcional pela Associação Brasileira de Criminalística, sendo instrutor pela SENASP/MJ, professor em cursos de formação, atualização e pós-graduação em Acidentes de Trânsito e em Engenharia Forense, além de palestrante e debatedor em diversos seminários e congressos.

Sheila Cristina Wendt
Perita Criminal do IGP-RS, possui graduação em Engenharia Civil pela UFRGS, mestrado na área de Construção pela UFRGS, com estudo realizado na área de incêndios, e especialização em Engenharia e Segurança do Trabalho. Atua como Perita Criminal há 14 anos na Divisão de Engenharia Legal do Departamento de Criminalística, realizando perícias de incêndio, explosões e de engenharia civil. Chefiou a Seção de Incêndios por 10 anos, entre 2004 e 2014. Atua como instrutora nos cursos de formação de peritos criminais e da Academia de Polícia Civil.

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Características



    Capítulo 1 - O incêndio e a explosão no âmbito da Engenharia Forense e da Criminalística Estática, dinâmica e pós-moderna
    1. Introdução
    2. Reminiscências da Ciência, Tecnologia e da Engenharia
    3. Os extremos de uma arte
    4. Conceito e desenvolvimento da Engenharia Forense
    5. Modelação da Engenharia Forense pela Criminalística
    5.1. Pela Criminalística Estática
    5.2. Pela Criminalística Dinâmica
    5.3. Pela Criminalística Pós-Moderna
    6. O processo de solucionamento da Engenharia Forense
    6.1. Etapa I: o levantamento dos dados
    6.2. Etapa II: o estudo dos dados
    6.3. Etapa III: a explicação da ocorrência
    7. Requisitos do trabalho da Engenharia Forense
    7.1. A relevância lógica
    7.2. A validação técnica e científica
    7.3. Idealizando novos requisitos
    8. Análise prática das perícias
    9. A heurística e o quebra-cabeça da análise dos vestígios
    10. Conclusão e opinião - elementos objetivos e subjetivos - dosagem e manipulação
    11. Deontologia e revisão de perícia
    12. Metaperícia - tratamento de erros e falsidades na perícia
    12.1. Introdução
    12.2. O ideal da perícia
    12.3. Das incongruências - má perícia e falsa perícia
    12.4. Da veridicidade e da falsidade
    13. Criteriologia na enformação de documentos periciais
    13.1. Apresentação
    13.2. Do referencial teórico
    13.2.1. Tautologia - um erro lógico
    13.2.2. A paralisia de paradigma - um erro de avaliação
    13.2.3. A embromação, o blefe ou a lorota
    13.2.4. A economia com a verdade

    Capítulo 2 - Introdução à perícia de incêndio
    1. Introdução
    2. Historicidade do fogo
    3. Conceito de incêndio
    4. Propósitos de uma perícia de incêndio
    5. Causas e classificação etiológica dos incêndios
    6. Enquadramento jurídico da perícia
    7. O responsável técnico pela perícia
    8. Atribuições profissionais do perito em incêndios
    9. Elaboração diagnóstica e os princípios da perpetuação, reprodutibilidade e demonstrabilidade
    10. A documentação ou instrumentação do levantamento pericial
    10.1. Descrição
    10.2. Desenho, o croqui, a planta, diagrama das marcas, diagrama explodido e a vetorização de incêndio
    10.3. Fotografia
    10.4. Imagens geradas por câmeras de segurança
    11. Technical writing ou redação técnica?
    12. Comentos sobre laudo pericial e parecer técnico

    Capítulo 3 - Princípios físico-químicos da ciência do fogo
    1. Fogo e incêndio
    2. Combustíveis e comburentes
    3. O processo químico de combustão
    4. Estado de agregação dos combustíveis
    5. Poder calorífico dos combustíveis
    6. Principais reações de combustão
    7. Oxigênio e inibidores da combustão
    8. Cinética elementar da combustão
    9. A reação em cadeia
    10. Faixa de ignição e limites de ignição
    11. A ignição
    12. Funções de estado dos combustíveis
    13. Velocidade de combustão
    14. Combustibilidade
    15. Balanço material e energético da combustão

    Capítulo 4 - Explosivos e explosões químicas e mecânicas
    1. Histórico dos explosivos convencionais
    2. Conceito de explosivos
    3. Classificação dos explosivos
    4. Conceito de explosões
    5. Classificação das explosões
    6. Explosões de gases evapores inflamáveis
    7. Reminiscência de explosão de GLP no ambiente confinado na zona rural
    8. Bleve - explosão de vapor em expansão de líquido em ebulição
    9. Explosões de pós e poeiras inflamáveis
    10. Explosões em bueiros de redes de distribuição de energia elétrica e edificações
    11. Explosões de caldeiras e vasos de pressão
    12. Casuística
    12.1. Explosão de vapores inflamáveis no porão de petroleiro
    12.2. Incêndio causado por explosão de gases de combustão
    12.3. Princípio de incêndio causado pelo escoamento de material fundido
    12.4. Explosão em tanque de caminhão de transporte de asfalto
    12.5. Explosão difusa de poeira orgânica
    12.6. Estravasamento de líquido combustível superaquecido
    12.7. Combustão de contaminantes
    12.8. Comentos sobre as bombas de boston
    12.9. Análise de explosão de caldeira
    12.10. Explosão de gases ao ar livre

    Capítulo 5 - Análises periciais envolvendo explosivos
    OSVALDO NEGRINI NETO
    1. Introdução
    1.1. Preliminares
    2. Utilização das substâncias explosivas
    3. Tipos de explosivos
    3.1. Explosivos iniciadores
    3.2. Explosivos de ruptura, altos explosivos, secundários ou reforçadores
    3.3. Explosivos artesanais (amadores ou caseiros)
    4. A Perícia em local de explosão
    5. Coleta do material no local e verificações prévias
    6. Principais explosivos e seus resíduos
    6.1. Deflagradores ou baixos explosivos
    6.1.1. Pólvora negra
    6.1.2. Pólvora branca
    6.2. Rompedores, reforçadores ou altos explosivos
    6.2.1. Explosivos nitroglicerínicos
    6.2.2. ANFO (nitrato de amônia com óleo combustível)
    6.2.3. 2,4,6 trinitrotolueno (TNT, trotil)
    6.2.4. 2,4,6, trinitrofenol (ácido pícrico ou TNP)
    6.2.5. PETN (tetranitrato de pentaeritritol, nitropenta)
    6.3. Detonadores
    6.3.1. Estifinato de chumbo (trinitroresorcinato de chumbo, TNR-Pb)
    6.3.2. Outros iniciadores (fulminato de mercúrio e azida de chumbo)
    7. Principais análises instrumentais
    8. Análise de caso - explosão em avião
    8.1. Caso 1 - Explosão em aeronave
    8.2. Caso 2 - Explosão em vagão de metrô
    9. Apêndice - Tabela dos principais explosivos e suas características
    10. Referências bibliograficas

    Capítulo 6 - O uso de explosivos em assaltos a instituições bancárias
    SHEILA CRISTINA WENDT - RODRIGO EBERT HARSTELN
    1. Histórico
    2. Fundamentação teórica sobre explosões
    2.1. Efeito da forma de carga (Efeito Munroe ou efeito Bazuca)
    3. Procedimentos iniciais em local de explosão
    4. Formas de emprego do explosivo
    5. Acionamento dos artefatos explosivos
    6. Danos resultantes da explosão
    7. Coleta de amostras para análise laboratorial
    8. Referências bibliográficas
    9. Índice fotográfico

    Capítulo 7 - Desenvolvimento de Incêndios
    1. Fases do ciclo típico de um incêndio
    1.1. Fase inicial
    1.2. Fase intermediária
    1.3. Extinção
    2. Meios de propagação do fogo
    2.1. Contato direto das chamas
    2.2. Formação de focos secundários por queda de materiais
    2.3. Condução de calor
    2.4. Convecção do calor
    2.5. Radiação térmica
    3. Evolução natural básica do fogo
    4. Isocombustão e incêndios aplásicos
    5. A movimentação e a velocidade do fogo
    5.1. Estigmas da velocidade do incêndio
    5.2. Estigmas da movimentação do fogo
    6. Regras práticas para localização de focos de fogo
    7. Propagação do fogo através dos elementos da construção
    8. Disposições construtivas e confinamento do fogo
    9. Casuística
    9.1. Estudo de um caso controverso - delineando a dinâmica do fogo na prática

    Capítulo 8 - Padrões de combustão e morfologias de focos de fogo
    1. A técnica do vetor de incêndio
    2. A importância de reconhecer o flashover
    3. Padrões de combustão
    3.1. Área e linha de demarcação
    3.2. Oxidação e Corrosão
    3.3. Mudança de cor do concreto e das estruturas de aço
    3.4. Sombra de calor (heat shadowing) e área protegida
    3.5. Indicações de vidros fraturados
    3.6. Fusão de materiais
    3.7. Carbonização da madeira
    3.8. Fumaça e fuligem
    3.9. Combustão limpa
    3.10. Descamação ou esfoliação (spalling)
    4. Morfologia de focos de fogo regulares típicos
    4.1. Foco de fogo na forma de V (V - Pattern) em superfícies verticais
    4.2. Foco de fogo na forma de V ou Cone Invertido (Inverted Cone Pattern)
    4.3. Foco de fogo na forma de ampulheta ou relógio de vidro (Hourglass Pattern)
    4.4. Foco de fogo na forma de U (U-Shaped Pattern)
    4.5. Foco de fogo na forma de Cone Truncado (Truncated Cone Pattern)
    4.6. Foco de fogo na forma de Ponteiro e Flecha (Pointer and Arrow Pattern)
    5. Padrões circunstanciais de focos de fogo
    6. Casuística
    6.1. Foco de fogo e intensidade de combustão
    6.2. Foco de fogo baixo
    6.3. Foco de fogo em área restrita

    Capítulo 9 - Processos e fontes de ignição
    1. Princípios básicos da termodinâmica
    2. Processos e fonte de ignição
    3. Calor gerado por fricção
    4. Faíscas mecânicas
    5. Energia solar
    6. Combustão espontânea
    7. Descargas atmosféricas
    8. Eletricidade estática
    9. Chama aberta e incandescência
    10. Eletricidade dinâmica
    11. Casuística
    11.1. O atrito como fonte de calor
    11.2. Resíduos incandescentes
    11.3. Eletricidade estática
    11.4. Combustão espontânea
    11.5. Curto-circuito elétrico
    11.6. Parecer Técnico sobre Incêndio devido a condições anormais do fornecimento de energia
    11.7. Contracontestação do Parecer Técnico

    Capítulo 10 - Incêndios com origem em fenômeno elétrico
    CELITO CORDIOLI
    1. Introdução
    2. Energia elétrica - geração e distribuição
    2.1. A energia elétrica
    2.2. A geração de energia elétrica
    2.3. Transformação e transmissão da energia elétrica
    2.4. Distribuição da energia elétrica
    2.5. Unidade e conceitos elétricos
    3. Fatores Elétricos como Possível Elemento Ígneo de Incêndios
    3.1. Sobrecarga
    3.2. Curto circuito
    3.3. Faísca elétrica (arco voltaico)
    3.4. Raios (descargas atmosféricas)
    3.5. Eletricidade estática
    3.6. Equipamentos elétricos energizados
    4. Locais de Incêndio por Fenômeno Elétrico
    4.1. Cuidados preliminares
    4.2. Das informações
    5. Condicões para que a energia elétrica seja fonte de ignição
    5.1. Fenômenos que podem dar origem a Ignição por energia elétrica
    5.2. Condições para a ocorrência de ignição por energia elétrica
    6. Elementos nas instalações elétricas a serem examinados
    6.1. Entrada de energia
    6.2. Quadro de medição e proteção
    6.3. Quadro de proteção e distribuição
    6.4. Distribuição interna
    7. Exame nos possíveis elementos de ignição
    7.1. Procedimentos nos exames periciais em locais de incêndio
    7.2. Procedimentos específicos para locais de incêndio de origem elétrica
    7.3. Análise do dimensionamento de condutores elétricos
    8. Casuística
    8.1. Princípio de incêndio por subdimensionamento de equipamento (trafo)
    8.2. Incêndio de origem elétrica em distribuidora de combustível
    9. Considerações finais

    Capítulo 11 - Incêndios provocados intencionalmente
    1. Introdução
    2. Dos elementos de caráter informativo
    3. O método da eliminação
    4. Dispositivos de eclosão, de deflagração e temporizadores
    4.1. O incendiário primitivo
    4.2. O incendiário intelectual
    4.3. Dispositivos de ignição e temporizadores
    5. Elementos de exame e análise iniciais
    6. Dos indicadores clássicos de incendiarismo
    6.1. Multiplicidade de focos de fogo sem conexão
    6.2. Acelerantes do fogo
    6.3. Dispositivos incendiários e/ou explosivos
    6.4. Implantação de situações de risco potencial
    6.5. Carga incêndio, movimentação e distribuição espacial de materiais
    7. A técnica da coleta de amostras de remanescentes para pesquisa laboratorial de acelerantes do fogo
    8. Casuística
    8.1. Traços de acelerante do fogo positivado fora do prazo admissível
    8.2. Incendiarismo definido pela ausência de agente ígneo
    8.3. Multiplicidade de focos de fogo
    8.4. Digressão no comportamento natural do fogo
    8.5. Incompatibilidades do fogo com a carga incêndio
    8.6. Chama aberta posta diretamente
    8.7. Focos de fogo múltiplos e independentes
    8.8. Temporizador, disposivos de ignição e de deflagração

    Capítulo 12 - Incêndio fatal
    1. Introdução
    2. Atribuições da Perícia
    3. Ação da fumaça sobre a respiração
    4. Ação do calor sobre o corpo humano
    5. Comentos sobre o incêndio da Boate Kiss
    5.1. A visão sistêmica da ocorrência
    5.2. A ordem cronológica da corrente dos acontecimentos
    5.3. De outros elementos

    Capítulo 13 - Conduta técnica no exame de locais de incêndios e explosões
    1. Introdução
    2. Das disposições gerais
    3. Dos objetivos da perícia em local de incêndio e explosão
    4. Coleta de informações básicas
    5. Etapas da metodologia de exame de incêndios e explosões
    5.1. Reconhecimento
    5.2. Da busca de solução para o problema
    5.3. Coleta de dados empíricos
    5.4. Estudo dos dados
    5.5. Elaboração e teste de hipótese
    5.6. Seleção da hipótese final e conclusão
    6. A documentação do exame de incêndios e explosões

    Capítulo 14 - Diagnose de incêndios e explosões em veículos
    RODRIGO KLEINÜBING
    1. Introdução
    2. Alguns mitos dos incêndios e explosões em veículos
    3. Estudo de causas em veículos incendiados
    3.1. Fenômenos elétricos do tipo sobrecarga e/ou curto-circuito
    3.2. Vazamento de combustível
    3.2.1. Vazamento de combustível líquido
    3.2.2. Vazamento de gás natural veicular
    3.3. Vazamento de outros fluidos
    3.4. Atrito entre componentes veiculares
    3.5. Acidentes de trânsito
    3.6. Outras situações de risco de incêndios e explosões em veículos
    4. Exame pericial em veículos incendiados
    5. Casuística de incêndios intencionais
    6. Prevenção de risco de incêndios e explosões em veículos
    ANEXO I - Componentes de uma instalação em veículos adaptados para GNV
    7. Referências bibliograficas
    8. Índice fotográfico

    Capítulo 15 - Análises físicas e químicas de resíduos de incêndios
    Osvaldo Negrini Neto
    1. Preliminares
    2. Análises cromatográficas dos materiais colhidos nos locais de incêndio
    2.1. A técnica do Headspace (HS)

    Capítulo 16 - Incêndios e explosões químicas
    1. Introdução
    2. Produtos e reações químicas potencialmente perigosas
    3. A conduta técnica, geral e particular do perito no atendimento de incêndios e/ou explosões químicas
    4. Casuística de ocorrências emblemáticas
    4.1. Incêndio no Porto de Santos
    4.2. Incêndio no antigo Instituto de Cacau em Salvador/Ba
    4.3. Explosão do depósito de pólvora do Exército em Caxias/RJ

    Capítulo 17 - Situações-problemas para a prática de princípios e procedimentos técnicos
    1. Introdução
    2. Definindo a origem e o desenvolvimento do incêndio
    3. Incêndio por derramamento de líquido inflamável superaquecido
    4. Ignição remota?
    5. Ignição química
    6. Vazamento de GLP
    7. Representação gráfica das marcas de combustão
    8. Curto-circuito elétrico?
    9. Diagrama de vetores incêndio
    Glossário de termos técnicos sobre incêndios e assuntos correlatos
    Referências bibliográficas
    Organizador / Autores