PESTICIDAS: Dos Impactos Ambientais aos Envenenamentos
Simulador de Frete
- Calcular freteEsta obra tem o objetivo de trazer para o debate os impactos toxicológicos dos pesticidas sob a perspectiva ambiental, da saúde e da segurança pública. Pretende-se também, oferecer aos Peritos Oficiais do Brasil, que atuam nas mais diversas áreas de combate aos crimes, elementos científicos para auxiliar a coleta de vestígios, realização dos exames, prevenção da cadeia de custódia e materialização dos crimes cometidos com o uso dessas substâncias.
O conteúdo deste livro está estruturado em treze capítulos que abordam, de forma integrada e interdisciplinar, os seguintes temas: os aspectos históricos do surgimento e disseminação dos pesticidas no mundo e no Brasil; os fundamentos químicos e toxicológicos dessas substâncias; a problemática dos pesticidas proibidos; os impactos sobre a saúde pública, o meio ambiente e a medicina veterinária; os procedimentos forenses de coleta de vestígios e cadeia de custódia; as análises toxicológicas em ocorrências criminais; a regulação e o controle dessas substâncias no Brasil; os fatores socioeconômicos e políticos envolvidos em sua liberação; e, por fim, alternativas sustentáveis para a redução de seu uso na agricultura. A proposta é oferecer uma visão crítica e técnica sobre a complexidade do tema e contribuir para o fortalecimento das ações de enfrentamento aos crimes relacionados aos pesticidas.
Autora/Coordenadora
Ione Cristina de Paiva Pereira
Perita Criminal da Perícia Oficial do Maranhão, Graduada em Farmácia-Bioquímica pela Universidade Federal do Maranhão; Doutora em Biodiversidade e Biotecnologias pela BIONORTE, Mestre em Biologia Parasitária pela Universidade CEUMA; Especialista em Hematologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Saúde Pública pela FACINTER. Atuou nas áreas de Toxicologia Forense, Química Forense e Biologia Forense do Instituto Laboratorial de Análises Forenses do Maranhão (ILAF/MA), nas seções de Crimes contra a Pessoa e Documentoscopia do Instituto de Criminalística de São Luís (ICRIM/São Luís), e na Execução e Gestão de Processos de Aquisição na Direção Geral de Perícias do Maranhão. É Professora Universitária das disciplinas de Toxicologia e Farmacologia da Universidade CEUMA e, Farmacêutica-Bioquímica da Secretaria Municipal de Saúde de São Luís-MA (SEMUS). Autora de artigos científicos publicados nas áreas de Imunofarmacologia, Toxicologia e do livro As Ciências Forenses nos Casos de Envenenamento.
Bruna Rafaela Martins Azevedo
Bióloga de formação, é Mestre em Recursos Aquáticos e Pesca e possui especializações em Geoprocessamento, Educação Ambiental e Gestão de Recursos Hídricos. Atualmente, aprofunda seus estudos na área de Enfrentamento aos Crimes Ambientais e Proteção dos Povos Indígenas. Atua como Perita Criminal Oficial do Estado do Maranhão, com experiência consolidada em perícias criminais ambientais e em investigações de crimes contra a vida. É instrutora da Academia de Polícia Civil do Maranhão, onde leciona a disciplina de Local de Crime Ambiental, contribuindo para a formação técnica de novos profissionais. Pilota de Aeronave Remotamente Pilotada, integra tecnologias inovadoras às práticas periciais, ampliando a eficiência e o alcance das investigações ambientais.
Cláudio Rabelo Correia Alencar
Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Maranhão. Pos graduado em Direito Ambiental e Urbanístico pela Fundação Escola do Ministério Público. Pos Graduado em Direito do Clima pela Univerdade de Lisboa. Promotor de Justiça do Meio Ambiente de São Luís/MA.
Daniel Ornelas Ribeiro
Formado em Engenharia Agronômica pela Universidade Estadual de Santa Cruz. Possui especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (Faculdade de Tecnologia e Ciências) e especialização em andamento em Combate aos Crimes Ambientais e Proteção dos Povos Indígenas (Universidade Federal da Grande Dourados). Possui Mestrado em Produção Vegetal pela Universidade Estadual de Santa Cruz e doutorado em Agricultura e Biodiversidade pela Universidade Federal de Sergipe. Atualmente é Perito Criminal, lotado no Instituto de Criminalística de Sergipe, da Coordenadoria Geral de Perícias (Cogerp), vinculada à Secretaria de Estado de Segurança Pública de Sergipe. Atua nas áreas de Crimes Contra o Meio Ambiente, com experiência também na área de Documentoscopia.
Domendes José Silva Machado
Farmacêutico formado pela Universidade Ceuma com atuação destacada em Química Farmacêutica Medicinal e pesquisas de compostos bioativos. Possui sólida formação complementar em farmacologia clínica, exames laboratoriais e atenção farmacêutica com trabalhos científicos, artigos publicados e capítulos de livros.
Ettore Ferrari Júnior
Graduado em Farmácia, com habilitação em Análises Clínicas pela Universidade Federal de Alfenas, possui especialização em Investigação Policial e em Análises Clínicas, além de mestrado e doutorado em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de Brasília. É membro da Associação Internacional de Toxicologistas Forenses (TIAFT), da Associação de Químicos Investigadores de Laboratório Clandestino (CLIC) e da Sociedade Brasileira de Toxicologia (SBTox), onde integra o Grupo Especializado em Toxicologia Forense (GETox/SBTox). Atualmente, é perito criminal da PCDF, atuando nas áreas de química e toxicologia forense.
Fabio Henrique Evangelista de Andrade
Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Estadual do Maranhão (1995), Mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Maranhão (2001) e Doutorado em Medicina Veterinária com ênfase em Patologia Animal pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia - FMVZ/UNESP (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho) em 2008. Atualmente é Professor Associado I do Departamento de Patologia da Universidade Estadual do Maranhão com experiência na área de Anatomia Patológica Animal, atuando principalmente nas seguintes áreas de pesquisa: anatomia patológica, patologia toxicológica, carcinogênese, oncologia e imunopatologia.
Fabio Pierre Fontenele Pacheco
Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutorando em Agroecologia, Coordenador do Programa Agroecologia da Associação Agroecológica Tijupá; Membro da Coordenação Política da Rede de Agroecologia do Maranhão. Secretário Executivo da Articulação de Agroecologia da Amazônia; Membro do Coletivo de Articulação Política da Articulação Nacional de Agroecologia; Membro do Fórum Maranhense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos e Membro da Frente Contra os Agrotóxicos do Maranhão. Conselheiro pela Sociedade Civil da Comissão Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.
Laura Graciliana Bernardes
Engenheira florestal, mestre e doutoranda em Ciências Florestais e Ambientais. Perita Criminal Oficial do Estado do Amazonas desde 2008, possui ampla experiência em perícias criminais ambientais, com ênfase em rastreabilidade da madeira como ferramenta de combate ao desmatamento florestal. Atuou como professora universitária durante sete anos, lecionando disciplinas como Educação Ambiental, Gestão Ambiental, Estudos de Impacto Ambiental, Recuperação de Áreas Degradadas e Biologia Forense. Também é instrutora da Academia de Polícia Civil e do Curso de Formação de Oficiais do Estado do Amazonas, onde ministra as disciplinas de Análise Criminal, e Valorização e Preservação da Prova.
Maria Raimunda Chagas Silva
Graduada em Química Industrial pela Universidade Federal do Maranhão (1999), Formação pedagógica, Licenciatura em Química pela Instituto de Ensino Superior Franciscano (2017), Especialização Educação Ambiental e Recursos Hídrico pela EESC-CRHEA/USP (2001), Microbiologia Clinica pela Universidade Ceuma (2020), Biologia Aplicada a Diagnóstico pela Universidade Ceuma (2021), Mestrado em Química (Química Analítica) pela Instituto de Química de São Carlos da Universidade São Paulo IQSC/USP/SC (2002) e Doutorado em Química Analítica pelo pela Instituto de Química de São Carlos da Universidade São Paulo IQSC/USP/SC (2006). WorksMission- Pós- Doutorado: Projeto Desenvolvido no Departamento de Solo Qualitativo, Wageningen University Holanda (2010). Pós- Doutorado pela Universidade Federal do Maranhão - PRONERA/ UFMA) (2022). Desenvolve Projetos de Pesquisa e atualmente é consultora ADHOC na FAPEMA e CNPQ e Avaliadora da revista CERES e Revista Ciências Exatas e Naturais e RENEFARA. Conselho Editorial da Ed. Pascal. Atualmente é Professora e Pesquisadora (Mestrado e Doutorado em Meio Ambiente da Universidade Ceuma).
Mônica Araújo das Neves
Graduada em Química com habilitação em Licenciatura pelo Instituto Federal do Maranhão (2010), graduada em Farmácia com habilitação em Bioquímica pela Universidade Federal do Maranhão (2012), Mestre em Química pela Universidade Federal do Maranhão (2014) e Doutorado em Química pela Universidade Federal do Maranhão (2025). Atualmente é servidora pública da Universidade Federal do Maranhão, vinculada ao Departamento de Tecnologia Química (DETEQ), professora de ensino superior na Faculdade Florence e sócia/fundadora da startup Hempense. Tem experiência na área de controle de qualidade de insumos farmacêuticos; análises químicas; cosmetologia; química dos produtos naturais; vivência em validações de métodos analíticos, principalmente no ramo do desenvolvimento e/ou otimização de metodologias analíticas, química de produtos naturais e vivência no ensino de química.
Regina Maurico dos Santos
Médica veterinária formada pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), com experiência nas áreas de defesa sanitária animal, fiscalização agropecuária e medicina veterinária legal. Possui mestrado em Defesa Sanitária Animal pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) e especializações em Higiene e Inspeção de Produtos de Origem Animal, em Medicina Veterinária Forense e Medicina Veterinária Legal. Atua há 18 anos como Fiscal Estadual Agropecuária no estado do Maranhão e há 4 anos também desempenha a função de Perita Criminal especialidade Medicina Veterinária na Polícia Científica do Estado do Piauí.
Vitória Nunes Sousa
Bacharelada em Farmácia pela Universidade CEUMA. Atuou em pesquisas nas áreas de Análises Clínicas e Toxicologia.
Capítulo 1 – Aspectos históricos do surgimento e difusão do uso de pesticidas no mundo e no Brasil
Ione Cristina de Paiva Pereira
- Introdução
- Revolução Agrícola Neolítica
- Uso de substâncias químicas no combate às pragas
- A Revolução Verde
- Evolução agrícola no Brasil
- Pesticidas no Brasil
Referências bibliográficas
Capítulo 2 – Química dos pesticidas
Mônica Araújo das Neves e Maria Raimunda Chagas Silva
- Introdução
- Pesticidas organoclorados
- Pesticidas organofosforados
- Pesticidas carbamatos
- Pesticidas piretroides
Considerações finais
Referências bibliográficas
Capítulo 3 – Toxicologia dos pesticidas
Ione Cristina de Paiva Pereira
- Impactos toxicológicos do uso de pesticidas e classificações
- Toxicologia dos pesticidas mais utilizados no Brasil
2.1. Glifosato (N-(phosphonomethyl)glycine)
2.1.1. Toxicodinâmica
2.1.2. Toxicocinética
2.1.3. Toxicidade
2.1.4. Padrões de uso
2.1.5. Legislação
2.2. Ácido 2,4-Diclorofenoxiacético
2.2.1. Toxicodinâmica
2.2.2. Toxicocinética
2.2.3. Toxicidade
2.2.4. Padrões de uso
2.2.5. Legislação
2.3. Mancozebe (Etileno Bis-Ditiocarbamato de Manganês e Zinco)-Ebdc
2.3.1. Toxicodinâmica
2.3.2. Toxicocinética
2.3.3. Toxicidade
2.3.4. Padrões de uso
2.3.5. Legislação
2.4. Acefato (O,S-Dimetil Acetilfosforamidotioato)
2.4.1. Toxicodinâmica
2.4.2. Toxicocinética
2.4.3. Toxicidade
2.4.4. Padrões de uso
2.4.5. Legislação
2.5. Atrazina (6-Cloro-N-Etil-N’-(1-Metiletil)-1,3,5-Triazina-2,4-Diamina)
2.5.1. Toxicodinâmica
2.5.2. Toxicocinética
2.5.3. Toxicidade
2.5.4. Padrões de uso
2.5.5. Legislação
2.6. Imidacloprido (1-(6-cloro-3-piridinil) metil)-N-nitro-2-imidazolidinimina
2.6.1. Toxicodinâmica
2.6.2. Toxicocinética
2.6.3. Toxicidade
2.6.4. Padrões de uso
2.6.5. Legislação
2.7. Oxicloreto de cobre
2.7.1. Toxicodinâmica
2.7.2. Toxicocinética
2.7.3. Toxicidade
2.7.4. Padrões de uso
2.7.5. Legislação
2.8. Diuron (3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea)
2.8.1. Toxicodinâmica
2.8.2. Toxicocinética
2.8.3. Toxicidade
2.8.4. Padrões de uso
2.8.5. Legislação
2.9. Clorotalonil (tetracloroisoftalonitrila)
2.9.1. Toxicodinâmica
2.9.2. Toxicocinética
2.9.3. Toxicidade
2.9.4. Padrões de uso
2.9.5. Legislação
2.10. Malationa (diethyl (dimethoxythiophosphorylthio)succinate)
2.10.1. Toxicodinâmica
2.10.2. Toxicocinética
2.10.3. Toxicidade
2.10.4. Padrões de uso
2.10.5. Legislação
2.11. Clorpirifós (O,O-diethyl O-3,5,6-trichloro-2-pyridylphosphorothioate)
2.11.1. Toxicodinâmica
2.11.2. Toxicocinética
2.11.3. Toxicidade
2.11.4. Padrões de uso
2.11.5. Legislação
2.12. S-metacloro
2.12.1. Toxicodinâmica
2.12.2. Toxicocinética
2.12.3. Toxicidade
2.12.4. Padrões de uso 103
2.12.5. Legislação
2.13. Cletodim (RS)-2-[(E)-1-[(E)-3-chloroallyloxyimino]propyl]-5-[2-(ethylthio)propyl]-3-hydroxycyclohex-2-enone)
2.13.1. Toxicodinâmica
2.13.2. Toxicocinética
2.13.3. Toxicidade
2.13.4. Padrões de uso
2.13.5. Legislação
2.14. Dibrometo Diquat (1,1’-ethylene-2,2’-bipyridyldiylium dibromide)
2.14.1. Toxicodinâmica
2.14.2. Toxicocinética
2.14.3. Toxicidade
2.14.4. Padrões de uso
2.14.5. Legislação
2.15. Glufosinato de amônio (ammonium DL-homoalanin-4-yl(methyl) phosphinate)
2.15.1. Toxicodinâmica
2.15.2. Toxicocinética
2.15.3. Toxicidade
2.15.4. Padrões de uso
2.15.5. Legislação
2.16. Fipronil ((RS)-5-amino-1-[2,6-dichloro-4-(trifluoromethyl)phenyl]-4- (trifluoromethylsulfinyl)-1H-pyrazole-3-carbonitrile)
2.16.1. Toxicodinâmica
2.16.2. Toxicocinética
2.16.3. Toxicidade
2.16.4. Padrões de uso
2.16.5. Legislação
2.17. Terbufós (S-tert-butylthiomethyl 0,0-diethylphosphoro dithioate)
2.17.1. Toxicodinâmica
2.17.2. Toxicocinética
2.17.3. Toxicidade
2.17.4. Padrões de uso
2.17.5. Legislação
Considerações finais
Referências bibliográficas
Capítulo 4 – Pesticidas proibidos
Ione Cristina de Paiva Pereira e Vitória Nunes Sousa
- Introdução
- Toxicologia de pesticidas proibidos
2.1. DDT (dicloro difenil tricloetano)
2.1.1. Toxicodinâmica
2.1.2. Toxicocinética
2.1.3. Toxicidade
2.1.4. Padrões de uso
2.1.5. Legislação
2.2. Aldicarbe (2-metil-2(metiltio)-propionaldeído O-(metilcarbamoil) oxima)
2.2.1. Toxicodinâmica
2.2.2. Toxicocinética
2.2.3. Toxicidade
2.2.4. Padrões de uso
2.2.5. Legislação
2.3. Paraquat (1,1’-dimetil-4,4’-bipiridina-dicloreto)
2.3.1. Toxicodinâmica
2.3.2. Toxicocinética
2.3.3. Toxicidade
2.3.4. Padrões de uso
2.3.5. Legislação
2.4. Carbofurano (2,3-di-hidro-2,2-dimetil-7-benzofuranil metilcarbamato)
2.4.1. Toxicodinâmica
2.4.2. Toxicocinética
2.4.3. Toxicidade
2.4.4. Padrões de uso
2.4.5. Legislação
2.5. Endossulfan (6,7,8,9,10,10-Hexachloro-1,5,5a,6,9,9a-hexahydro- 6,9-methano-2,4,3-benzodioxathiepine-3-oxide)
2.5.1. Toxicodinâmica
2.5.2. Toxicocinética
2.5.3. Toxicidade
2.5.4. Padrões de uso
2.5.5. Legislação
2.6. Metamidofós (O,S,-dimetilfosforamidotioato)
2.6.1. Toxicodinâmica
2.6.2. Toxicocinética
2.6.3. Toxicidade
2.6.4. Padrões de uso
2.6.5. Legislação
2.7. Triclorfom (dimetil (2,2,2-tricloro-1-hidroxietil) fosfonato)
2.7.1. Toxicodinâmica
2.7.2. Toxicocinética
2.7.3. Toxicidade
2.7.4. Padrões de uso
2.7.5. Legislação
2.8. Pentaclorofenol (2,3,4,5,6-Pentaclorofenol)
2.8.1. Toxicodinâmica
2.8.2. Toxicocinética
2.8.3. Toxicidade
2.8.4. Padrões de uso
2.8.5. Legislação
2.9. Lindano – hexaclorociclohexano (HCH)
2.9.1. Toxicodinâmica
2.9.2. Toxicocinética
2.9.3. Toxicidade
2.9.4. Padrões de uso
2.9.5. Legislação
2.10. BHC (hexaclorobenzeno)
2.10.1. Toxicodinâmica
2.10.2. Toxicocinética
2.10.3. Toxicidade
2.10.4. Padrões de uso
2.10.5. Legislação
Considerações finais
Referências bibliográficas
Capítulo 5 – Impactos dos pesticidas sobre a saúde e a segurança pública
Ione Cristina de Paiva Pereira
- Introdução
- Impactos sobre a saúde pública
2.1. Efeitos agudos dos pesticidas
2.2. Condutas a serem seguidas em casos de intoxicação aguda por pesticidas
2.3. Efeitos crônicos dos pesticidas
- Impactos dos pesticidas sobre a segurança pública
3.1. O contrabando de pesticidas proibidos
3.2. Uso de pesticidas como meio de envenenamento em casos de suicídio e homicídio
Considerações finais
Referências bibliográficas
Capítulo 6 – Impactos ambientais dos pesticidas
Bruna Rafaela Martins Azevedo e Laura Graciliana Bernardes
- Introdução
- Panorama da temática no Brasil e no mundo
- Processos de Degradação e Transporte dos Pesticidas no Meio Ambiente
3.1. Degradação dos pesticidas
3.2. Transporte dos pesticidas no meio ambiente
3.2.1. Sorção
3.2.2. Lixiviação
3.2.3. Escoamento superficial
3.2.4. Deriva
3.2.5. Volatilização
- Impactos ambientais no solo
4.1. Definição de solo contaminado
4.2. Efeitos dos pesticidas nas propriedades físico-químicas e biológicas do solo
4.3. Efeitos na comunidade edáfica (organismos do solo)
- Impactos ambientais na água
5.1. Vias de contaminação dos corpos hídricos
5.2. Consequências para a fauna aquática, bioacumulação e biomagnificação
- Impactos ambientais na qualidade do ar
6.1. Volatilização e dispersão atmosférica de pesticidas
6.2. Risco à saúde humana e ao meio ambiente
- Impactos ambientais sobre a biodiversidade
7.1. Consequências para flora e fauna
7.1.1. Anfíbios
7.1.2. Répteis
7.1.3. Aves
7.1.4. Morcegos
7.1.5. Plantas não alvo
7.2. Efeitos em polinizadores
- Impactos à saúde humana
8.1. Exposição ocupacional (exposição direta)
8.2. Exposição ambiental e pela dieta alimentar
8.3. Efeitos crônicos e agudos em trabalhadores agrícolas e a população em geral
- Casos de contaminação e responsabilidade jurídica
- Conclusões e recomendações
10.1. Síntese dos principais impactos ambientais
10.2. Recomendações para a mitigação de danos
Referências bibliográficas
Capítulo 7 – Impactos do uso de pesticidas na medicina
veterinária
Regina Maurício dos Santos e Fábio Henrique Evangelista de Andrade
- Introdução
- Epidemiologia da intoxicação animal por pesticidas
- Impactos dos pesticidas no bem-estar animal
- Relação entre pesticidas e casos de maus-tratos e extermínio de animais
- Casos de repercussão envolvendo intoxicação em animais
- Diferenças entre intoxicação acidental e intencional em animais por pesticidas
- A toxicologia forense veterinária no diagnóstico da intoxicação
7.1. A investigação policial e o local de envenenamento de animais
7.2. Avaliação clínica em casos de intoxicação por pesticidas
7.3. Coleta em animais vivos
7.4. A necropsia forense médico-veterinária em intoxicados por pesticidas
- Exame externo
8.1. Exame interno
8.2. Coleta em animais mortos
8.3. Análise toxicológica dos pesticidas
8.4. Avaliação médico-veterinária legal na investigação de intoxicações por pesticidas
- Deficiência na Literatura e nos Protocolos de Investigação
Referência bibliográficas
Capítulo 8 – Cadeia de custódia e coleta de vestígios em locais de dano ambiental
Bruna Rafaela Martins Azevedo
- Introdução à contaminação por pesticidas em crimes ambientais
1.1. Breve histórico da relação entre pesticidas e crimes ambientais
1.2. Relevância da perícia em casos de contaminação ambiental por pesticidas
- Fundamentos da cadeia de custódia em crimes ambientais
2.1. Importância da cadeia de custódia para a integridade da investigação
2.2. Especificidades da cadeia de custódia em locais de contaminação por pesticidas
- Identificação de vestígios em locais contaminados por pesticidas
- Tipos de vestígios relevantes
4.1. Resíduos químicos
4.2. Vestígios geoespaciais
4.3. Embalagens e equipamentos
4.4. Documentos
4.5. Alterações em organismos vivos
- Procedimentos padronizados de coleta de amostras contaminadas por pesticidas
- Coleta de amostras de solo
6.1. Equipamentos necessários
6.2. Planejamento da amostragem
6.3. Procedimentos de coleta
6.4. Cuidados adicionais
- Coleta de amostras de água
7.1. Equipamentos de coleta
7.2. Planejamento da amostragem
7.3. Procedimentos de coleta
7.3.1. Águas superficiais
7.3.2. Águas subterrâneas
7.3.3. Águas para consumo humano
- Coleta de amostras de organismos
8.1. Insetos
8.2. Peixes e organismos aquáticos
8.3. Anfíbios
8.4. Répteis
8.5. Mamíferos
8.6. Plantas
8.7. Equipamentos de Proteção Individual (epis)
- Procedimentos de preservação e transporte de vestígios
9.1. Preservação e transporte de amostras de solo
9.2. Preservação e transporte de amostras de água
9.3. Preservação e transporte de material biológico
- Documentação rigorosa e registro da cadeia de custódia
- Consequências legais para falhas na manutenção da cadeia de custódia
Referências bibliográficas
Capítulo 9 – Cadeia de custódia em locais de envenenamento por pesticidas
Ione Cristina de Paiva Pereira
- Introdução
1.1. Importância da cadeia de custódia
- Cuidados com a preservação do local de crime
- Cadeia de custódia dos vestígios em local de envenenamento
3.1. Coleta e acondicionamento
3.2. Preservação e transporte
- Coleta de matrizes durante a necropsia para pesquisa toxicológica de pesticidas
4.1. Sangue
4.2. Fígado
4.3. Conteúdo gástrico
4.4. Cabelo
4.5. Urina
- Cadeia de custódia no recebimento e armazenamento nos laboratórios
- Descarte de materiais
- Biossegurança
- Central de custódia
- A prova técnica como parâmetro para formar um juízo de valor que leva a uma decisão
Considerações finais
Referências bibliográficas
Capítulo 10 – Análises toxicológicas de pesticidas envolvidos em ocorrências criminais
Ettore Ferrari Júnior
- A importância das análises toxicológicas
- Amostras biológicas de interesse toxicológico
2.1. Sangue
2.1.1. Sangue post mortem
2.2. Urina
2.3. Conteúdo gástrico
- Pesticidas e análises toxicológicas
- Preparação de amostras para a detecção de pesticidas em fluidos biológicos
4.1. Extração líquido-líquido (ELL)
4.2. Microextração líquido-líquido dispersiva (DLLME)
4.3. Extração em fase sólida (SPE)
4.4. Extração em fase sólida dispersiva (d-SPE)
4.5. Precipitação de proteínas
- Análise cromatográfica em toxicologia
5.1. Cromatografia gasosa
5.1.1. Análise de “chumbinho” em conteúdo estomacal por meio de GC-MS utilizando-se “coluna curta”
5.1.2. Paramêtros do GC-MS utilizados para testes realizados com aldicarbe
5.1.3. GC-MS com injetor de temperatura programada de vaporização e injeção de grandes volumes – PTV-LVI/GC-MS
5.1.4. Método PTV-LVI/GC-MS utilizando extração QuEChERS modificada para análise de pesticidas, medicamento e drogas de abuso
5.2. Cromatografia líquida
5.2.1. Avaliação dos resultados obtidos por cromatografia acoplada à espectrometria de massas
- Critérios de avaliação da cromatografia
6.1. Critérios de avaliação do espectro de massas
- Exemplos de métodos que podem ser aplicados na rotina toxicológica para determinação das principais classes de interesse forense
7.1. Análise de 379 pesticidas em soro utilizando QuEChERS e análise por LC-MS/MS, conforme estudo de SHIN et al. (2018)
7.2. Determinação de 10 organofosforados em sangue total utilizando SPE e análise por GC-MS-µECD, conforme estudo de VALENTE et al. (2015)
7.3. Determinação de pesticidas em conteúdo gástrico utilizando QuEChERS como método de extração e clean-up, e posterior análise utilizando GC-MS, conforme estudo de YASIEN et al. (2022)
7.4. Determinação de glifosato, AMPA e glufosinato em urina utilizando LC-MS/MS, conforme estudo de LI et al. (2022)
7.5. Análise de cumarínicos em sangue e urina utilizando HPLC-PDA, conforme estudo de HAO et al. (2014)
7.6. Determinação de bromadiolona e brodifacoum em sangue utilizando LC-MS/MS, conforme estudo de YAN et al. (2012)
7.7. Determinação de paraquat, diquat, glufosinato e glifosato em sangue e urina por LC-MS/MS, conforme estudo de TSAO et al. (2016)
Referências bibliográficas
Capítulo 11 – Regulação e controle dos pesticidas no Brasil
Ione Cristina de Paiva Pereira e Domendes José Silva Machado
- Introdução
- Regulação de pesticidas no Brasil no decorrer da história
- Legislação vigente sobre o controle e uso dos pesticidas no Brasil
- Regulação tributária de pesticidas no Brasil
- Pesticidas que tiveram uso proibido
5.1. Fungicidas à base de hexaclorobenzeno, mancozebe e benomil
5.2. Inseticidas à base de carbaril e aldicarbe 408
5.3. Herbicidas à base de paraquat e simazina
5.4. Herbicidas à base de clorpirifós
- Pesticidas que tiveram uso reavaliado
6.1. Herbicidas à base de glifosato
6.2. Herbicidas à base de atrazina
- Penalidades para o uso criminoso ou fora da legislação vigente
- Comparações internacionais
Considerações finais
Referências bibliográficas
Capítulo 12 – Aspectos sociopolíticos relacionados à liberação de pesticidas
Cláudio Rebêlo Correia Alencar e Fabio Pierre Fontenele Pacheco
- Os pesticidas – sobre o que estamos tratando?
- Pulverização aérea como estratégia de expulsão dos camponeses
- Intensificação da política da monocultura
- Baixo Parnaíba Maranhense: territórios em conflito
- A chuva de veneno nas comunidades Carrancas e Araçá
- Enfrentamento do modelo predatório
- Baixo Parnaíba: potencial para além dos monocultivos e pesticidas
Considerações finais
Referências bibliográficas
Capítulo 13 – Alternativas para a redução do uso de pesticidas na agricultura
Daniel Ornelas Ribeiro
- Introdução
1.1. Relevância da agricultura sustentável
1.2. Destino e comportamento dos pesticidas no ambiente
1.3. Intoxicação pelo uso de pesticidas
1.4. Comercialização e uso de pesticidas no Brasil
- Alternativas aos pesticidas
2.1. Práticas agroecológicas para redução do uso de pesticidas
2.1.1. Rotação de culturas
2.1.2. Sucessão de culturas
2.1.3. Cultivo consorciado
2.1.4. Adubação verde
2.1.5. Semeadura direta / sistema de plantio direto
2.1.6. Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF)
2.1.7. Sistemas Agroflorestais (SAFs)
2.2. Métodos alternativos para o controle de pragas e doenças
2.2.1. Controle biológico de pragas e doenças
2.2.2. Uso de biopesticidas e extratos vegetais
2.2.3. Técnicas de manejo integrado de pragas e de doenças
2.2.4. Agricultura orgânica
2.3. Inovações tecnológicas para reduzir a dependência de pesticidas
2.3.1. Melhoramento genético vegetal
2.3.2. Engenharia genética
2.3.3. Nanotecnologia e outras tecnologias
2.3.4. Manejo adequado de sistemas de irrigação
2.3.5. Agricultura de precisão e agricultura digital
- Benefícios das alternativas aos pesticidas
3.1. Preservação da biodiversidade
3.2. Redução da contaminação do solo, da água e dos alimentos
3.3. Melhoria da saúde dos trabalhadores rurais
3.4. Redução de custos de produção a longo prazo
- Desafios e barreiras
4.1. Falta de assistência técnica e capacitação
4.2. Dificuldades de acesso a insumos e tecnologias alternativas
4.3. Resistência cultural e receio de redução de produtividade
4.4. Fragmentação institucional e convencionalização da agricultura sustentável
- Estratégias de implementação
5.1. Programas de extensão rural e assistência técnica
5.2. Campanhas de conscientização e educação ambiental
5.3. Incentivos financeiros e subsídios
5.4. Regulamentação e fiscalização do uso de pesticidas
Considerações finais
Agricultura familiar: desafios e alternativas para a produção sustentável
Agricultura empresarial: estratégias para a redução do uso de pesticidas
As perspectivas futuras e a necessidade de ações integradas
Referências bibliográficas
