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Criminalística: Procedimentos e Metodologias 6ª Ed.

O livro será enviado em 07/10/2026
Data de lançamento: 22/09/2026

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Descrição

Da análise do vestígio à elaboração do laudo.
Uma obra para entender como a perícia é feita na prática.
6ª edição | 788 páginas | 71 colaboradores | 19 áreas da Criminalística

Ciência, método e prática aplicados às diferentes áreas da perícia criminal.

A ciência forense está em constante evolução. Novos conhecimentos, tecnologias e métodos modificam a forma como os vestígios são examinados, interpretados e transformados em elementos técnico-científicos capazes de contribuir para a Justiça.

Em sua 6ª edição, renovada e ampliada, Criminalística: Procedimentos e Metodologias reúne fundamentos científicos, experiência profissional e procedimentos aplicáveis às diferentes áreas da Criminalística, consolidando-se como uma obra de consulta para quem atua, estuda ou pesquisa as Ciências Forenses.

Coordenada por Domingos Tocchetto e Alberi Espindula, esta edição conta com a participação de 71 colaboradores, reunindo especialistas de diferentes campos da perícia criminal.

Da teoria ao procedimento pericial

A proposta da obra nasceu da necessidade de reunir e sistematizar os principais procedimentos e metodologias utilizados nos exames periciais em diferentes áreas da Criminalística.

A estrutura dos capítulos foi concebida para abordar, conforme cada especialidade, os principais tipos de perícia, métodos e técnicas recomendados, equipamentos e recursos necessários, qualificações técnicas do perito e a estrutura mínima do laudo pericial

É justamente essa combinação entre fundamentação científica e aplicação metodológica que dá identidade à obra: o conhecimento científico sustenta a perícia, enquanto o método orienta sua aplicação prática.

Uma obra ampla sobre Criminalística

A 6ª edição percorre diferentes campos da atividade pericial, oferecendo ao leitor uma visão abrangente dos procedimentos adotados em áreas distintas.

Entre os temas contemplados estão:

  • ética e doutrina da Perícia Criminal Brasileira, incluindo Psicologia Cognitiva, heurísticas e vieses;
  • locais de crimes contra a pessoa, preservação do local, cadeia de custódia, vestígios, cadáver, manchas de sangue e estruturação do laudo;
  • crimes contra o patrimônio;
  • revelação de impressões papilares;
  • crimes de trânsito;
  • identificação de veículos automotores;
  • perícia criminal ambiental;
  • Engenharia Forense;
  • Balística Forense;
  • Documentoscopia;
  • Contabilidade Forense;
  • Informática Forense, incluindo dispositivos móveis, internet, banco de dados, criptoativos e blockchain;
  • análise forense de registros de áudio, imagens e documentos digitais;
  • DNA Forense humano e não humano;
  • Química Forense;
  • Biologia, Microbiologia, Entomologia e Zoologia Forense;
  • Física Forense;
  • Toxicologia Forense;
  • Medicina Veterinária Forense.

Procedimentos para diferentes cenários da perícia

Um dos grandes diferenciais do livro é mostrar que cada área possui particularidades próprias, mas que a atividade pericial exige método, registro, cadeia de custódia, conhecimento técnico e clareza na apresentação dos resultados.

No capítulo dedicado aos locais de crimes contra a pessoa, por exemplo, são tratados isolamento e preservação, levantamento descritivo, croqui, fotografia, fotogrametria, coleta e preservação de vestígios, cadeia de custódia, exame do cadáver, vestes, veículos, Entomologia Forense e situações específicas envolvendo armas de fogo, instrumentos cortantes, asfixia, afogamento, envenenamento e outros cenários.

A obra também apresenta orientações sobre a estrutura mínima do laudo pericial, incluindo histórico, objetivo, exames, considerações técnico-periciais, discussão, quesitos, conclusão, croquis, anexos e fotografias.

Balística, perícia digital e novas tecnologias

A abrangência da obra também aparece em áreas altamente especializadas.

Em Balística Forense, são apresentados exames de armas e munições, acidentes e tiros acidentais, confronto balístico, sistemas de identificação balística, estimativa da distância do tiro, resíduos de disparo, recenticidade e regeneração de gravações em armas. A edição contempla inclusive armas com componentes produzidos por impressoras 3D.

Na Informática Forense, são abordados computadores, mídias de armazenamento, ambientes distribuídos, locais na internet, dispositivos móveis, bancos de dados, sistemas de informação e até criptoativos e transações em blockchain, além de técnicas como cópia bit a bit, preservação de memória volátil, recuperação de arquivos excluídos, engenharia reversa e análise criptológica.

Há ainda um capítulo dedicado aos exames de áudio, imagens e documentos digitais, com análise de conteúdo, autenticidade, fonte, comparação de locutor, comparação facial e análise assistida por sistemas de reconhecimento facial.

DNA, Química, Biologia e Toxicologia Forense

O livro também dedica espaço às áreas laboratoriais.

Em DNA Forense, são apresentados procedimentos envolvendo sangue, material biológico, DNA de traço e outras amostras, além de tecnologias como Rapid DNA e Sequenciamento Massivo Paralelo, incluindo aplicações em DNA humano e não humano.

O conteúdo de Química Forense aborda substâncias sujeitas a controle especial, toxicantes, inalantes, inflamáveis, explosivos e diferentes técnicas instrumentais de análise.

A obra ainda contempla Biologia Forense, análises de sangue, secreções, pelos e fibras, Entomologia, Microbiologia, alimentos, Zoologia e métodos relacionados à detecção de microrganismos empregados em ataques bioterroristas.

Ética, raciocínio científico e qualidade da prova pericial

A 6ª edição vai além dos procedimentos técnicos e dedica seu primeiro capítulo à ética e à doutrina da Perícia Criminal Brasileira.

O texto trabalha aspectos como Psicologia Cognitiva, processo dual, heurísticas, vieses, raciocínio circular, paradigmas e diferentes formas de erro na construção de documentos periciais.

Também discute requisitos qualitativos do trabalho pericial, destacando coerência, consistência, objetivação e verificabilidade, além da importância da validação técnica e científica dos métodos empregados.

O que mudou na 6ª edição?

A nova edição chega com grande renovação entre os colaboradores, reunindo 71 profissionais. Alguns capítulos tiveram seus textos totalmente renovados, enquanto os novos colaboradores incorporaram conhecimentos científicos atuais, novos métodos e novas tecnologias às diferentes áreas abordadas.

A trajetória da obra também ajuda a reforçar seu caráter consolidado: a primeira edição foi publicada em 2005, seguida pela segunda em 2009, terceira em 2015, quarta em 2019, quinta em 2022 e agora a sexta edição em 2026.

Para quem esta obra é indicada?

Criminalística: Procedimentos e Metodologias é uma obra voltada especialmente a Peritos Criminais, profissionais das Ciências Forenses, pesquisadores, professores e estudantes que buscam compreender os fundamentos, métodos e procedimentos empregados nas diferentes áreas da atividade pericial

Coordenação da obra

Domingos Tocchetto é formado em História Natural e em Ciências Jurídicas e Sociais. Atuou como Perito Criminalístico entre 1972 e 1991, foi chefe do Serviço de Perícias Criminalísticas e da Seção de Balística Forense do Instituto de Criminalística de Porto Alegre e possui título de especialista em Balística Forense pela Associação Brasileira de Criminalística.

Também atuou como professor de Criminalística da Escola Superior da Magistratura – AJURIS, é professor honorário da Academia de Polícia Civil do Rio Grande do Sul, palestrante, instrutor, consultor e parecerista em Balística e Crimes Ambientais, além de integrar o Conselho Editorial da Millennium Editora para assuntos de Perícia Criminalística.

Alberi Espindula é bacharel em Ciências Contábeis e Perito Criminal Oficial aposentado do Distrito Federal. Possui especializações relacionadas à perícia criminal e às ciências forenses e exerceu funções de chefia e direção no Instituto de Criminalística do Distrito Federal.

Ao longo da carreira, também atuou em entidades da Criminalística, academias policiais, cursos de pós-graduação, projetos da SENASP e consultorias relacionadas à perícia oficial e à estruturação dos serviços periciais no Brasil.

FAQ

O que aborda o livro Criminalística: Procedimentos e Metodologias?

A obra reúne conhecimentos, procedimentos, técnicas, recursos e orientações aplicáveis a diferentes áreas da Criminalística, incluindo locais de crime, Balística, Informática, DNA, Química, Biologia, Documentoscopia, Engenharia, Toxicologia e outras especialidades periciais.

Esta é uma edição atualizada?

Sim. A 6ª edição é de 2026 e teve renovação de colaboradores, atualização de capítulos e incorporação de novos conhecimentos científicos, métodos e tecnologias.

Quantos colaboradores participam da 6ª edição?

A edição reúne 71 colaboradores de diferentes áreas da perícia criminal.

O livro aborda cadeia de custódia?

Sim. A cadeia de custódia aparece em diversas áreas da obra, incluindo locais de crime, patrimônio, papiloscopia, trânsito, perícia ambiental, Balística, Documentoscopia, Informática, DNA, Química, Toxicologia e Medicina Veterinária Forense.

O livro apresenta orientações para elaboração de laudos?

Sim. Diversos capítulos apresentam a estrutura mínima recomendada do laudo pericial correspondente à respectiva especialidade.

Há conteúdo sobre perícia digital?

Sim. Há capítulos específicos sobre Informática Forense e sobre análise de áudio, imagens e documentos digitais, contemplando dispositivos móveis, internet, bancos de dados, blockchain, autenticidade de registros, comparação facial e comparação de locutor.

Para quem o livro é indicado?

A obra é indicada a Peritos Criminais, profissionais das Ciências Forenses, pesquisadores, docentes e estudantes interessados em procedimentos e metodologias aplicados à atividade pericial.

Avaliações
Sumário Informações Adicionais Leia algumas páginas Autores/Colaboradores

Cap. 1 – O Código de Ética e a doutrina da Perícia Criminal Brasileira

Aline Borges Teixeira – Celito Cordioli – Ranvier Feitosa Aragão

  • 1 A ética no trabalho pericial
  • O desconhecido Código de Ética do Perito Criminal
  • 2 Criteriologia na enformação de documentos periciais
  • 2.1 A perspectiva da Psicologia Cognitiva: processo dual, heurísticas e vieses
  • 2.2 Tautologia – um erro lógico
  • 2.3 A paralisia de paradigma – um erro de avaliação
  • 2.4 A embromação, o blefe ou a lorota
  • 2.5 A economia com a verdade
  • 2.6 Apresentação (na forma de sua impressão original) do Código de Ética do Perito Criminal
  • 2.7 Revisão do Código de Ética do Perito Criminal
  • 3 Doutrina da Criminalística Brasileira
  • 3.1 A Doutrina da Criminalística Brasileira na visão de Benedito Paulo da Cunha
  • 3.2 Evolução e vicissitudes
  • 3.2.1 A modelização pela Criminalística estática
  • 3.2.2 A modelização pela Criminalística dinâmica
  • 3.2.3 Modelização pela Criminalística pós-moderna
  • 3.2.4 Critérios para obtenção da verdade
  • 4 Ref. Bibliográficas

Cap. 2 – Locais de crimes contra a pessoa

Cássio Thyone Almeida de Rosa – Claudemir Rodrigues Dias Filho

  • 1 Introdução
  • 1.1 Número de peritos no local dos exames
  • 1.2 Isolamento e preservação de local de crime
  • 1.3 Regras básicas para os peritos
  • 1.4 Considerações sobre os termos “vestígio”, “evidência” e “indício”
  • 1.4.1 Vestígio
  • 1.4.2 Evidência
  • 1.4.3 Indício
  • 1.4.4 Resumindo: vestígio gera evidência, que gera indício
  • 2 Principais tipos de perícia em locais de crime contra a pessoa
  • 3 Técnicas e métodos empregados nos exames
  • 3.1 Procedimentos anteriores ao exame
  • 3.2 Procedimentos preliminares no local
  • 3.3 Levantamento descritivo do local
  • 3.4 Levantamento topográfico e confecção do croqui de local
  • 3.4.1 Observações
  • 3.5 Levantamento fotográfico
  • 3.5.1 Fotografias em locais
  • 3.5.2 Fotografias em locais internos
  • 3.5.3 Fotografias do cadáver
  • 3.5.4 Fotogrametria, fixação e recuperação de distâncias relativas
  • 3.6 Coleta, identificação e preservação dos vestígios
  • 3.6.1 Coleta
  • 3.6.2 Identificação
  • 3.6.3 Preservação
  • 3.6.4 Cadeia de custódia: recomendações importantes
  • 3.7 Exame do cadáver no local
  • 3.8 Exame das vestes e pertences
  • 3.8.1 Observações importantes
  • 3.9 Método para a utilização dos insetos como um vestígio importante em local de crime – Entomologia Forense
  • 3.10 Acompanhamento da necrópsia (exame do cadáver no IML)
  • 3.11 Vestígios mais comuns encontrados em um local de crime contra a pessoa
  • 3.11.1 Identificação e análise morfológica de manchas de sangue
  • 3.12 Exames de veículos
  • 3.13 Procedimentos finais do exame
  • 3.14 Recomendações técnicas especiais
  • 3.14.1 Locais de morte por arma de fogo
  • 3.14.2 Locais de morte por instrumentos cortantes e perfurocortantes (armas brancas)
  • 3.14.3 Locais de morte por asfixia (com ou sem emprego de instrumento constritor)
  • 3.14.4 Locais de morte por sufocação
  • 3.14.5 Locais de morte por projeção
  • 3.14.6 Locais de morte por ação do calor
  • 3.14.7 Locais de morte por afogamento
  • 3.14.8 Locais de morte por envenenamento
  • 3.14.9 Locais de aborto e infanticídio
  • 3.14.10 Perícias em locais de cadáveres enterrados e ossadas encontradas (Protocolo Operacional Padrão – POP)
  • 3.14.11 Diagnóstico para casos de execução sumária
  • 4 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 4.1 Equipamentos para impressões digitais
  • 4.2 Equipamentos para recolhimento de impressões digitais em cadáveres
  • 4.3 Equipamentos para moldagem
  • 4.4 Equipamento fotográfico
  • 4.5 Material para embalar vestígios (cadeia de custódia)
  • 4.6 Material para coleta de amostras de sangue
  • 4.7 EPIs (Equipamentos de Proteção Individual)
  • 4.8 Material de desinfecção e limpeza
  • 4.9 Ferramentas de mão
  • 4.10 Equipamentos e materiais diversos
  • 4.11 Equipamento opcional
  • 5 Qualificação do perito para a realização de perícias
  • 6 Estrutura mínima do laudo pericial
  • 6.1 Considerações iniciais
  • 6.2 Método
  • 6.3 Estrutura do laudo pericial
  • 6.4 Desenvolvimento do Modelo de Laudo da SCPe
  • 6.4.1 Título, subtítulo e preâmbulo
  • 6.4.2 Histórico
  • 6.4.3 Objetivo pericial
  • 6.4.4 Exames
  • 6.4.5 Exame do local
  • 6.4.6 Exame do cadáver
  • 6.4.7 Exame do veículo
  • 6.4.8 Exame de Balística
  • 6.4.9 Exame do objeto
  • 6.4.10 Exame de Documentoscopia
  • 6.4.11 Exame de laboratório
  • 6.4.12 Exame de impressões digitais
  • 6.4.13 Isolamento e preservação do local
  • 6.4.14 Outros dados de interesse pericial
  • 6.4.15 Considerações técnico-periciais
  • 6.4.16 Discussão
  • 6.4.17 Respostas a quesitos
  • 6.4.18 Conclusão
  • 6.4.19 Croquis
  • 6.4.20 Anexos
  • 6.4.21 Fotografias
  • 6.5 Atualizações no Modelo de Laudo da SCPe
  • 6.6 Informação Pericial Criminal (IPC): uma nova peça técnica introduzida da SCPe
  • 7 Ref. Bibliográficas
  • 8 Bibliografia recomendada

Cap. 3 – Exames periciais em crimes contra o patrimônio

Regis de Souza Novais – Rodolfo Antônio da Silva – Telma Jakeline Greicy Kirchesch

  • 1 Principais exames perícias em crimes contra o patrimônio
  • 1.1 Exame em local de furto (edificações residenciais ou comerciais)
  • 1.2 Exames de furto de veículo e de objetos em seu interior ou em local de encontro de veículo
  • 1.3 Exame em local de roubo
  • 1.4 Exame em local de danos materiais
  • 1.5 Exame em local de extorsão mediante sequestro
  • 1.6 Exame em local de exercício ilegal da profissão
  • 1.7 Exame em local de constatação, uso e tráfico de entorpecentes
  • 1.8 Exame em local de tentativa de fuga ou fuga de presos, motim, rebelião
  • 1.9 Exame em local de parcelamento irregular do solo
  • 1.10 Exame em local de furto de energia elétrica, televisão a cabo, água e telefone
  • 1.11 Exame em local de furto de combustível
  • 1.12 Exame de peças relacionadas a crimes contra o patrimônio
  • 2 Exames e procedimentos básicos indispensáveis
  • 2.1 Exames em local de furto (lotes, residências, prédios comerciais e outras edificações)
  • 2.2 Exames em local de veículo automotor encontrado, furto de veículo ou em veículo
  • 2.3 Exames em local de roubo
  • 2.4 Exame em local de roubo, seguido de morte (latrocínio)
  • 2.5 Exame em local de danos materiais
  • 2.6 Exames em local de extorsão mediante sequestro
  • 2.7 Exames em local de exercício ilegal da profissão
  • 2.8 Exames em local de constatação, uso e/ou tráfico de entorpecentes
  • 2.9 Exames em local de tentativa de fuga, fuga, motim, rebelião
  • 2.10 Exames em local de parcelamento irregular do solo em crimes contra o patrimônio
  • 2.11 Exames em local de furto de energia elétrica, televisão a cabo, água e telefone
  • 2.12 Exame em local e em equipamentos de furto de combustível
  • 2.13 Exame em peças relacionadas a crimes contra o patrimônio
  • 3 Técnicas e métodos empregados nos exames
  • 4 Cadeia de custódia
  • 4.1 Cadeia de custódia operacional
  • 5 Equipamentos e recursos indispensáveis nos exames de crimes contra o patrimônio
  • 6 Qualificação dos peritos para realizar perícias em locais e instrumentos de crimes contra o patrimônio
  • 7 Outros dados técnicos
  • 8 Roteiro básico para o levantamento de local de furto qualificado
  • 9 Estrutura mínima do laudo pericial relacionado a crimes contra o patrimônio
  • 9.1 Preâmbulo ou histórico
  • 9.2 Preliminares
  • 9.3 Objetivo da perícia ou quesitos
  • 9.4 Dos exames periciais
  • 9.5 Outras verificações
  • 9.6 Considerações técnicas ou discussão
  • 9.7 Conclusão e/ou respostas aos quesitos
  • 9.8 Fecho ou encerramento de laudo pericial – modelo
  • 9.9 Anexos
  • 10 Glossário
  • 10.1 O imóvel
  • 10.2 A edificação
  • 10.3 Vedação de portas e janelas
  • 10.4 Telhados
  • 10.5 Acessórios
  • 11 Ref. Bibliográficas
  • 12 Recomendação técnica

Cap. 4 – Exames periciais de revelação de impressões papilares

Adão Edson de Barcelos Júnior – Adriana Karime Soares – Gracinete Duarte da Costa – Lílian Nádia de Almeida Fantauzzi

  • 1 A perícia de revelação de impressões papilares
  • 2 Exames mínimos indispensáveis
  • 2.1 No local de crime e em veículos
  • 2.2 No laboratório de revelação
  • 3 Equipamentos, técnicas e metodologias
  • 3.1 No local de crime e em veículos
  • 3.2 No laboratório
  • 3.3 Reveladores
  • 3.3.1 Luz forense
  • 3.3.2 Pós
  • 3.3.3 Cianoacrilato
  • 3.3.4 Iodo
  • 3.3.5 Ninidrina
  • 3.3.6 Nitrato de prata
  • 3.3.7 Reagente de pequenas partículas – SPR
  • 3.3.8 Violeta genciana ou cristal de violeta
  • 3.4 Realçadores
  • 3.5 Registro das impressões papilares reveladas
  • 3.5.1 Registro por digitalização
  • 3.5.2 Registro por decalque
  • 3.5.3 Registro por modelagem
  • 4 Cadeia de custódia
  • 5 Qualificação dos peritos para realização de perícias relacionadas à Papiloscopia e Modelagem
  • 6 Estrutura do laudo pericial
  • 6.1 Cabeçalho
  • 6.2 Preâmbulo
  • 6.3 Objeto do exame pericial ou material examinado
  • 6.4 Objetivo do exame pericial
  • 6.5 Metodologia do exame pericial
  • 6.6 Resultados/Conclusão
  • 6.7 Quesitos e respectivas respostas
  • 6.8 Considerações finais
  • 6.9 Anexos
  • 7 Ref. Bibliográficas

Cap. 5 – Exame pericial em local de crimes de trânsito

Edson Santos Júnior – Isaac Newton Lima da Silva – Osvaldo Negrini Neto – Ranvier Feitosa Aragão – Rodrigo Kleinübing

  • 1 Principais perícias de crimes de trânsito
  • 1.1 Exame pericial de levantamento em local de crime de trânsito
  • 1.2 Exame pericial em veículo envolvido em crime de trânsito
  • 1.3 Exame pericial em veículo supostamente envolvido em crime de trânsito
  • 1.4 Exame pericial em cronotacógrafo (aparelho registrador instantâneo e inalterável de velocidade e tempo)
  • 2 Metodologia e procedimentos a serem empregados nos exames periciais em crimes de trânsito
  • 3 Metodologia e procedimentos indispensáveis em perícias de crimes de trânsito
  • 3.1 Verificar a natureza do crime
  • 3.2 Registro fotográfico
  • 3.3 Elaboração do croqui
  • 3.3.1 Tomada de medidas
  • 3.3.2 Apresentação do croqui
  • 3.4 Aspectos a serem considerados nos exames periciais e levantamento do local
  • 3.5 Aspectos ambientais a serem registrados
  • 3.6 Aspectos a serem observados nos veículos envolvidos
  • 3.7 Aspectos mínimos a serem observados no exame perinecroscópico de cadáver
  • 3.8 Aspectos mínimos a serem considerados quanto às vítimas de lesão corporal
  • 3.9 Quanto a outros aspectos envolvidos, é recomendado examinar
  • 3.10 Da análise qualitativa e quantitativa da velocidade do(s) veículo(s)
  • 4 Metodologia e procedimentos a serem empregados nas reconstituições indiretas de sinistros de trânsito
  • 4.1 Reprodução simulada do sinistro
  • 4.2 Elementos para a realização
  • 4.3 Recomendações para a realização
  • 5 Exames periciais de componentes veiculares: metodologia e procedimentos em sinistros de trânsito
  • 5.1 Exame pericial do sistema de freios
  • 5.2 Exame pericial do sistema de direção
  • 5.3 Exame do sistema de airbag
  • 5.4 Exame dos pneumáticos
  • 5.5 Exame do sistema de suspensão
  • 5.6 Exame do sistema elétrico
  • 5.7 Recomendações gerais
  • 6 Procedimentos e metodologias para exames periciais de veículos em crime de trânsito
  • 7 Equipamentos e recursos mínimos indispensáveis em perícias de crimes de trânsito
  • 8 Cadeia de custódia em crimes de trânsito
  • 9 Da qualificação dos peritos para realizar perícias de crimes de trânsito
  • 10 Estrutura mínima do laudo pericial criminalístico de locais de crimes de trânsito
  • 10.1 Preâmbulo
  • 10.2 Do histórico
  • 10.3 Dos quesitos e/ou do objetivo pericial
  • 10.4 Dos exames periciais
  • 10.4.1 Do local
  • 10.4.2 Do(s) veículo(s)
  • 10.4.3 Da(s) vítima(s)
  • 10.5 Das considerações técnicas
  • 10.6 Do estudo da dinâmica do evento
  • 10.7 Da resposta aos quesitos e/ou da conclusão
  • 10.8 Das considerações finais
  • 10.9 Dos anexos
  • 10.10 Local, data e assinatura dos peritos signatários
  • 11 Ref. Bibliográficas

Cap. 6 – Exame de identificação de veículos automotores

Alcides Ogliari Júnior – Luiz Gabriel Alves de Deus – Walmir Djalma Gomes Junior

  • 1 Principais tipos de perícias
  • 1.1 Exame das sequências alfanuméricas identificadoras de veículos automotores
  • 2 Exames mínimos indispensáveis
  • 2.1 Levantamento de identificadores
  • 2.2 Exames perceptuais
  • 2.3 Exames físicos
  • 2.4 Exames químicos
  • 3 Técnicas e metodologias empregadas nos exames
  • 3.1 Cadeia de custódia
  • 3.2 Documentos necessários
  • 3.3 Levantamento dos identificadores
  • 3.4 Exames perceptuais
  • 3.5 Exames físicos
  • 3.6 Exames químicos
  • 4 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 4.1 Local do exame
  • 4.2 Ferramentas
  • 4.3 Insumos
  • 4.4 Substâncias químicas
  • 4.5 Equipamentos
  • 4.6 Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)
  • 5 Qualificação dos peritos
  • 6 Outros dados técnicos
  • 7 Estrutura mínima do laudo pericial
  • 7.1 Ementa ou preâmbulo
  • 7.2 Introdução e/ou histórico
  • 7.3 Exames periciais
  • 7.3.1 Objetivos periciais
  • 7.3.2 Materiais e métodos
  • 7.3.3 Descrição analítica dos vestígios encontrados
  • 7.4 Considerações técnicas
  • 7.5 Conclusões e/ou respostas aos quesitos
  • 7.6 Fecho ou encerramento
  • 7.7 Anexos
  • 8 Ref. Bibliográficas

Cap. 7 – Exames periciais em crimes contra o meio ambiente

Carlos Alberto Oliveira Braga – Cristina Barazetti Barbieri – David Domingues Pavanelli – Paulo Elpidio de Alvarenga Marinho – Rodrigo Ribeiro Mayrink

  • 1 Principais tipos de perícias criminais ambientais
  • 1.1 Crimes contra a fauna (Cap. V, Seção I, da Lei nº 9.605/1998)
  • 1.2 Crimes contra a flora (Cap. V, Seção II, da Lei nº 9.605/1998)
  • 1.3 Crimes de poluição e outros crimes ambientais (Cap. V, Seção III, da Lei nº 9.605/98)
  • 1.4 Crimes contra o ordenamento urbano e o patrimônio cultural (Cap. V, Seção IV, da Lei nº 9.605/98, arts. 62 a 65)
  • 1.5 Crimes contra a administração ambiental (Cap. V, Seção V, da Lei nº 9.605/98, arts. 66 a 69-A)
  • 1.6 Outros crimes que requerem perícias ambientais
  • 1.6.1 Parcelamento do solo
  • 1.6.2 Usurpação de águas
  • 1.7 Outros Diplomas Legais com Relevância para a Perícia Ambiental
  • 2 Exames mínimos indispensáveis
  • 2.1 Exames de local
  • 2.2 Outros exames
  • 3 Equipamentos e recursos indispensáveis nas perícias criminais ambientais
  • 3.1 Posicionamento Geográfico e Sensoriamento Remoto
  • 3.2 Medição, Topografia e Levantamento de Campo
  • 3.3 Monitoramento e Medição de Poluentes In Situ
  • 3.4 Coleta e Preservação de Amostras
  • 3.5 Óptica e Observação
  • 3.6 Registro Documental e Fotográfico
  • 3.7 Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
  • 3.8 Infraestrutura Computacional e Programas
  • 4 Técnicas e metodologias empregadas nos exames
  • 4.1 Amostragem e Levantamento de Campo
  • 4.2 Análises Laboratoriais
  • 4.3 Medições Acústicas
  • 4.4 Georreferenciamento, Cartografia e Medições Espaciais
  • 4.5 Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento
  • 4.6 Exames em Artefatos e Petrechos
  • 4.7 Valoração Ambiental
  • 5 Cadeia de custódia
  • 5.1 Reconhecimento e Isolamento
  • 5.2 Fixação
  • 5.3 Coleta e Acondicionamento
  • 5.4 Transporte
  • 5.5 Recebimento, Processamento, Armazenamento e Descarte
  • 5.6 Aspectos Específicos da Cadeia de Custódia na Perícia Ambiental
  • 5.6.1 Remessa de Materiais a Laboratórios Externos
  • 5.6.2 Imagens de Sensoriamento Remoto como Vestígio
  • 6 Qualificação dos peritos para realizarem perícias criminais ambientais
  • 6.1 Formação Acadêmica
  • 6.2 Especialização em Perícia Criminal Ambiental
  • 6.3 Considerações sobre a Formação Continuada
  • 7 Outros dados técnicos
  • 7.1 Valoração ambiental
  • 7.1.1 Dano interino
  • 7.1.2 Valor mínimo do dano ambiental
  • 7.2 Atuação da perícia criminal ambiental em grandes catástrofes ambientais
  • 8 Estrutura mínima do laudo pericial
  • 8.1 Ementa ou preâmbulo
  • 8.2 Histórico ou introdução
  • 8.3 Exames periciais
  • 8.3.1 Objetivos periciais
  • 8.3.2 Metodologia
  • 8.3.3 Localização da área ou descrição do material
  • 8.3.4 Descrição analítica dos vestígios e indícios do crime
  • 8.4 Discussões
  • 8.5 Conclusões
  • 8.6 Respostas aos quesitos
  • 8.7 Ref. Bibliográficas
  • 8.8 Fecho ou encerramento
  • 8.9 Anexos
  • 9 Referências e leitura complementar
  • 9.2 Ref. Bibliográficas

Cap. 8 – Exames periciais de Engenharia Forense

Orley de Morais Cruz – Ranvier Feitosa Aragão – Telma Jakeline Greicy Kirchesch

  • 1 Principais tipos de perícia na área de Engenharia Forense
  • 1.1 Incêndios
  • 1.2 Explosões químicas ou mecânicas
  • 1.4 Periclitação de vida
  • 1.5 Eletroplessão
  • 1.6 Desabamentos, deslizamentos e desmoronamentos
  • 1.7 Perigo de desabamento
  • 1.8 Crimes contra as relações de consumo
  • 1.9 Arremesso ou colocação perigosa
  • 1.10 Acidentes ou delitos que envolvem o exame de elevadores, aparelhos mecânicos, hidráulicos, elétricos e eletrônicos
  • 1.11 Parcelamento irregular e loteamento clandestino
  • 1.12 Alteração de limites
  • 1.13 Usurpação de águas
  • 1.14 Esbulho possessório
  • 1.15 Emissão de fumaça, gás ou vapor
  • 1.16 Perturbação do trabalho ou do sossego alheios
  • 1.17 Acidentes em ferrovias
  • 1.18 Acidentes aeroviários ou marítimos
  • 1.19 Choque ou adernamento de embarcações fluviais ou marítimas
  • 1.20 Acidentes decorrentes de fabrico, fornecimento, aquisição, posse, transporte ou utilização de explosivos, excetuados os casos de sabotagem, terrorismo ou subversão
  • 1.21 Exames relacionados com avaliação de imóveis urbanos e rurais
  • 1.22 Exames relacionados com crimes contra o privilégio de invenção
  • 1.23 Inundação
  • 1.24 Furto de água
  • 1.25 Furto de energia
  • 1.26 Furto de pulso telefônico
  • 1.27 Furto de sinal de TV a cabo
  • 1.28 Estelionato (fraude contra seguro)
  • 1.29 Violação de comunicação telegráfica, radioelétrica ou telefônica
  • 1.30 Violação de direito autoral
  • 1.31 Corrupção, adulteração ou falsificação de água potável e de substância alimentícia
  • 1.32 Exercício arbitrário das próprias razões
  • 1.33 Constrangimento ilegal em agências bancárias
  • 1.34 Maus-tratos
  • 1.35 Crimes de sequestro e cárcere privado
  • 1.36 Lesão corporal culposa e/ou morte a esclarecer
  • 1.37 Distância e trajetória de tiro de arma de fogo, condições de nível de ruído (pressão sonora), de iluminação e visibilidade
  • 1.38 Ato obsceno
  • 1.39 Exames especiais relacionados à segurança veicular e de terceiros
  • 1.40 Exames em locais de transporte, armazenamento e depósito de gases em botijões e tanques, com perigo à integridade física e à vida de terceiros
  • 1.41 Exames especiais relativos à segurança em brinquedos, parques de diversão e locais públicos
  • 1.42 Eventos envolvendo queda em poço e afogamento em áreas públicas ou privadas
  • 1.43 Vistoria em equipamentos e locais de segurança, envolvendo proteção radiológica
  • 1.44 Falsa perícia
  • 1.45 Crimes contra o erário público
  • 1.46 Infrações político-administrativas e crimes contra a administração pública e de responsabilidade
  • 1.47 Danos
  • 1.48 Defeitos de peças e de máquinas
  • 1.49 Adulteração de combustível
  • 2 Exames mínimos indispensáveis
  • 2.1 Exames de constatação em peças de exame relacionadas à atividade da Engenharia Forense
  • 2.2 Exames de locais relacionados às atribuições da Engenharia Forense
  • 2.2.1 Exames de local
  • 2.2.2 Coleta de padrões de amostras
  • 2.2.3 Coleta de equipamentos
  • 3 Equipamentos e recursos indispensáveis nos exames de Engenharia Forense
  • 3.1 Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) – mínimo recomendável
  • 3.2 Equipamentos eletrônicos e de registro pericial
  • 3.3 Instrumentos de medição e ensaio (conforme a natureza do exame)
  • 3.4 Ferramentas e acessórios
  • 3.5 Veículos, máquinas e recursos logísticos
  • 3.6 Tecnologias especiais e recursos avançados
  • 4 Técnicas e metodologias empregadas nos exames
  • 4.1 Técnicas, métodos e objetivos da análise
  • 5 Cadeia de custódia
  • 6 Qualificação dos peritos para a realização de perícias no âmbito da Engenharia Forense
  • 7 Outros dados técnicos
  • 8 Estrutura mínima do laudo pericial de Engenharia Forense
  • 8.1 Introdução
  • 8.2 Histórico
  • 8.3 Objetivo pericial
  • 8.4 Do local
  • 8.5 Dos informes
  • 8.6 Dos exames periciais
  • 8.6.1 Descrição da(s) peça(s)
  • 8.6.2 Técnicas e/ou métodos empregados
  • 8.7 Considerações técnicas
  • 8.8 Da análise dos documentos elaborados, obtidos ou presentes nos autos
  • 8.9 Conclusão(ões)
  • 8.10 Respostas aos quesitos
  • 8.11 Fecho ou encerramento
  • 8.12 Anexos
  • 9 Padronização de procedimentos na Engenharia Forense
  • 10 Ref. Bibliográficas
  • 11 Recomendações técnicas
  • Apêndice I – Medidas de Controle de Risco Ocupacionais pós local de crime
  • Apêndice II – Comunicação Interna de Acidente de Trabalho – CiAT
  • Apêndice III – Avaliação da MCR 01
  • Apêndice IV – Materiais necessários para implantação da sala de Higienização
  • Apêndice V – Higienização das Mãos
  • Apêndice VI – ETAPA I – Higienização e desinfecção: calçados, objetos, equipamentos, acessório
  • Apêndice VII – ETAPA II – Limpeza e desinfecção: vestes e corpo

Cap. 9 – Exames periciais de Balística Forense

Ladislau Brito Santos Júnior – Magali Lima Brito – Telma de Carvalho Penazzi

  • 1 Principais tipos de perícia de Balística Forense
  • 1.1 Procedimentos de segurança para o manuseio de armas de fogo
  • 1.1.1 Local adequado para produção de tiros
  • 1.1.2 Manuseio de material contaminado
  • 1.2 Cadeia de custódia no laboratório de Balística Forense
  • 2 Exames mínimos indispensáveis: técnicas e métodos empregados
  • 2.1 Exame de eficiência em arma de fogo
  • 2.1.1 Nos revólveres
  • 2.1.2 Nas pistolas
  • 2.1.3 Nas armas longas com cano de alma lisa
  • 2.1.4 Nas garruchas
  • 2.1.5 Nas submetralhadoras e metralhadoras
  • 2.1.6 Fuzis e carabinas
  • 2.1.7 Nas armas mistas
  • 2.1.8 Nas armas de pressão
  • 2.1.9 Nos simulacros de arma de fogo e airsoft
  • 2.1.10 Nas armas contendo componentes fabricados com impressoras 3D
  • 2.1.11 Nos objetos e acessórios
  • 2.2 Exames de eficiência em munição
  • 2.3 Exames para verificar a ocorrência de acidente de tiro ou de tiro acidental
  • 2.3.1 Tiro acidental
  • 2.3.2 Acidente de tiro
  • 2.4 Exame de confronto balístico/comparação balística
  • 2.4.1 Do material questionado
  • 2.4.2 Coleta de padrões
  • 2.4.3 Exames macroscópicos
  • 2.4.4 Exames microscópicos
  • 2.5 Informatização em Balística Forense e o uso de Sistemas de Identificação Balística – SIBs
  • 2.5.1 Funcionamento do SINAB e padronização
  • 2.5.2 Inovação
  • 2.6 Exames para estimativa da distância do tiro
  • 2.6.1 Relativo à estimativa da distância de disparo da arma de fogo pela técnica de MEV/EDS
  • 2.7 Resíduo de disparo de arma de fogo (GSR – Gun Shot Residue)
  • 2.7.1 Técnica do rodizonato de sódio para análise de GSR
  • 2.8 Recenticidade de disparo de arma de fogo
  • 2.9 Exame para regeneração de gravações latentes em armas de fogo
  • 3 Equipamentos e recursos recomendados nos exames de Balística Forense
  • 4 Qualificação dos peritos para realizar perícias de Balística Forense
  • 5 Estrutura mínima do laudo pericial de Balística Forense
  • 5.1 Introdução ou preâmbulo
  • 5.2 Histórico
  • 5.3 Objetivo pericial
  • 5.4 Descrição do material periciado
  • 5.4.1 Arma examinada
  • 5.4.2 Projéteis: foram examinados [quantidade] projéteis, assim descritos:
  • 5.4.3 Estojos: foram examinados [quantidade] estojos, assim descritos
  • 5.4.4 Cartuchos: foram examinados [quantidade] cartuchos, apresentando as seguintes características:
  • 5.4.5 Outros materiais e acessórios
  • 5.5 Exames periciais realizados
  • 5.6 Respostas aos quesitos
  • 5.7 Conclusões
  • 5.8 Fecho ou encerramento
  • 5.9 Anexos
  • 6 Ref. Bibliográficas
  • 7 Websites recomendados

Cap. 10 – Exames periciais em Documentoscopia Forense

Cássia Regina Roman da Rosa – Luana Machado Ferreira Gentil – Márcia Lopes e Silva Figuerôa – Nadir de Oliveira Vargas

  • 1 Exames grafoscópicos
  • 1.1 Documentos analisados nos exames grafoscópicos
  • 1.1.1 Documento questionado
  • 1.1.2 Documento padrão de confronto
  • 1.2 Procedimentos técnicos e cuidados operacionais
  • 1.3 Equipamentos e recursos recomendados nos exames grafoscópicos
  • 1.4 Principais tipos de perícias grafoscópicas
  • 1.4.1 Exame de autenticidade gráfica
  • 1.4.2 Exame de autoria gráfica
  • 1.4.3 Exame de unicidade de punho
  • 1.5 Técnicas e métodos empregados nos exames grafoscópicos
  • 1.5.1 Análise preliminar dos documentos questionados e padrões
  • 1.5.2 Confronto grafoscópico
  • 1.5.3 Conclusões em Grafoscopia
  • 1.6 Padrões gráficos
  • 1.6.1 Procedimentos sugeridos para a coleta de padrões gráficos
  • 1.7 Estrutura mínima do Laudo Pericial de Grafoscopia
  • 1.7.1 Cabeçalho
  • 1.7.2 Objetivo do exame pericial
  • 1.7.3 Documentos objetos de exame – questionados e padrões
  • 1.7.4 Considerações técnicas e metodologia
  • 1.7.5 Exame grafoscópico
  • 1.7.6 Conclusão e/ou resposta aos quesitos
  • 1.7.7 Encerramento
  • 1.7.8 Anexos e apêndices
  • 2 Exames documentoscópicos
  • 2.1 Equipamentos e recursos recomendados nos exames documentoscópicos
  • 2.2 Exames quanto à autenticidade documental
  • 2.2.1 Elementos de segurança
  • 2.2.2 Processos mecanográficos
  • 2.3 Exames quanto à integridade documental
  • 2.3.1 Alterações documentais materiais
  • 2.4 Ferramentas computacionais aplicadas à Documentoscopia
  • 2.5 Estrutura mínima do laudo pericial de Documentoscopia
  • 2.5.1 Cabeçalho
  • 2.5.2 Objetivo do exame pericial
  • 2.5.3 Documentos objetos de exame
  • 2.5.4 Exame documentoscópico
  • 2.5.5 Conclusão e/ou respostas aos quesitos
  • 2.5.6 Encerramento
  • 2.5.7 Anexos e apêndices
  • 3 Pré-requisitos para atuação como perito na área de Documentoscopia Forense
  • 4 Cadeia de custódia
  • 4.1 A cadeia de custódia – rastreamento
  • 4.2 Das fases da cadeia de custódia
  • 4.3 Dos procedimentos para garantia da cadeia de custódia no âmbito da Documentoscopia Forense
  • 5 Ref. Bibliográficas

Cap. 11 – Exames periciais em Contabilidade Forense

Cláudio Jorge da Costa Lima – Sergio Pastori de Figueirêdo

  • 1 Introdução
  • 1.1 Considerações preliminares
  • 1.2 Conceito
  • 1.3 Campo de aplicação
  • 1.4 Objeto
  • 1.5 Objetivo e finalidade
  • 1.6 Técnicas contábeis
  • 1.7 Petições
  • 1.8 Ofícios
  • 1.9 Diligências
  • 1.10 Relatório
  • 1.11 Parecer
  • 1.12 Laudo
  • 2 Principais espécies de perícia contábil forense (Código Penal)
  • 2.1 Fraudes no Balanço Patrimonial (BP)
  • 2.2 Fraudes na Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)
  • 2.3 Sonegação fiscal
  • 2.4 Desvio de verbas
  • 2.5 Notas fiscais fraudadas
  • 2.6 Apropriação indébita (art.168)
  • 2.7 Apropriação indébita previdenciária (art.168-A)
  • 2.8 Estelionato (arts. 171; 171-A)
  • 2.9 Duplicata simulada (art. 172)
  • 2.10 Falsificação de documento particular (art. 298)
  • 2.11 Falsidade ideológica (art. 299)
  • 2.12 Peculato (art. 312)
  • 2.13 Corrupção passiva (art. 317)
  • 2.14 Prevaricação (art. 319)
  • 2.15 Contrabando (art. 334-A)
  • 2.16 Descaminho (art. 334)
  • 2.17 Falso testemunho (art. 342)
  • 2.18 Falsa perícia (art. 343)
  • 2.19 Fraudes em licitação pública
  • 2.20 Crimes Falimentares (Nova Lei de Recuperação Judicial, Extrajudicial e Falência, nº 11.101/2005, de 9 de fevereiro de 2005, alterada pela Lei nº 14.112, de 24 de dezembro de 2020)
  • 2.20.1 Ato fraudulento com prejuízos a credores (art. 168)
  • 2.20.2 Violação de sigilo empresarial (art. 169)
  • 2.20.3 Divulgação de informações falsas (falsidade ideológica) (art. 170)
  • 2.20.4 Informações: sonegação, omissão, falsidade (art. 171)
  • 2.20.5 Favorecimento de credor; prejuízo a credor (art. 172)
  • 2.20.6 Bens: desvios, ocultação, apropriação (apropriação indébita) (art. 173)
  • 2.20.7 Bens da massa falida (aquisição, recebimento, uso ilegal) (art. 174)
  • 2.20.8 Habilitação ilegal de crédito (art. 175)
  • 2.20.9 Exercício ilegal de atividade (art. 176)
  • 2.20.10 Violação de impedimento (art. 177)
  • 2.20.11 Omissão de documentos contábeis obrigatórios (art. 178)
  • 2.20.12 Nas Disposições Comuns, tem-se que
  • 2.20.13 No Procedimento Penal, tem-se
  • 2.20.14 Nas disposições finais e transitórias
  • 2.21 Crimes de lavagem de ativos e sua ocultação
  • 2.21.1 Principais técnicas
  • 2.22 Avaliação Patrimonial
  • 3 Exames mínimos indispensáveis
  • 3.1 Fraudes no Balanço Patrimonial (BP)
  • 3.2 Fraudes na Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)
  • 3.3 Sonegação fiscal
  • 3.4 Desvio de verbas
  • 3.4.1 Em empresas privadas
  • 3.4.2 De verbas públicas
  • 3.5 Notas fiscais fraudadas
  • 3.5.1 Notas frias
  • 3.5.2 Notas paralelas
  • 3.5.3 Notas graciosas ou de favor
  • 3.5.4 Notas calçadas
  • 3.6 Apropriação indébita
  • 3.7 Apropriação indébita previdenciária
  • 3.8 Estelionato
  • 3.9 Duplicata simulada
  • 3.10 Falsificação de documento particular
  • 3.11 Falsidade ideológica
  • 3.12 Peculato
  • 3.13 Corrupção passiva
  • 3.14 Prevaricação
  • 3.15 Contrabando
  • 3.16 Descaminho
  • 3.17 Falso testemunho
  • 3.18 Falsa perícia
  • 3.19 Fraudes em licitação pública
  • 3.20 Crimes falimentares
  • 3.20.1 Ato fraudulento com prejuízos a credores
  • 3.20.2 Violação de sigilo empresarial
  • 3.20.3 Divulgação de informações falsas
  • 3.20.4 Indução a erro
  • 3.20.5 Favorecimento de credor
  • 3.20.6 Desvio, ocultação ou apropriação de bens
  • 3.20.7 Aquisição, recebimento ou uso ilegal de bens da massa falida
  • 3.20.8 Habilitação ilegal de crédito
  • 3.20.9 Exercício ilegal de atividade
  • 3.20.10 Violação de impedimento
  • 3.20.11 Omissão de documentos contábeis obrigatórios
  • 3.21 Crimes de lavagem de ativos e sua ocultação
  • 3.22 Avaliação Patrimonial
  • 4 Técnicas e métodos empregados nos exames periciais contábeis
  • 5 Equipamentos e recursos indispensáveis nos exames de perícia contábil forense (perícia contábil criminal)
  • 5.1 De laboratório (Ambiente Pericial Institucional)
  • 5.2 Pessoal
  • 5.3 Materiais
  • 6 Cadeia de custódia
  • 6.1 Custódia
  • 6.2 Custodiar
  • 6.3 Cadeia de custódia
  • 6.4 Central de custódia
  • 6.5 Etapas da cadeia de custódia
  • 7 Qualificação para realizar perícia contábil forense
  • 8 Estrutura mínima do laudo pericial contábil forense
  • 8.1 Introdução ou preâmbulo
  • 8.2 Objetivo(s)
  • 8.3 Histórico
  • 8.4 Dos documentos e do corpo de delito
  • 8.5 Da metodologia
  • 8.6 Do embasamento científico
  • 8.7 Das diligências
  • 8.8 Dos exames periciais
  • 8.9 Dos quesitos e suas respostas
  • 8.10 Considerações técnicas
  • 8.11 Conclusão
  • 8.12 Encerramento
  • 8.13 Anexos
  • 9 Ref. Bibliográficas

Cap. 12 – Exames periciais em Informática Forense

André Machado Caricatti – Daniel Henrique Werner – Daniel Mendes Caldas – Jorilson da Silva Rodrigues

  • 1 Principais tipos de perícias
  • 2 Detalhamento dos principais tipos de perícias
  • 2.1 Exame em mídia de armazenamento computacional
  • 2.2 Exame em computador
  • 2.3 Exame em ambiente computacional distribuído
  • 2.4 Exame em local na internet
  • 2.5 Exame de local remoto
  • 2.6 Exame em sistemas de informações
  • 2.7 Exame em dispositivos móveis
  • 2.8 Exame em banco de dados
  • 2.9 Exame em licitações de soluções de tecnologia da informação e comunicação
  • 2.10 Exame em criptoativos e transações em blockchain
  • 2.10.1 Natureza da evidência e desafios específicos
  • 3 Exames mínimos indispensáveis
  • 4 Detalhamento dos exames mínimos
  • 4.1 Exame em local
  • 4.2 Identificação externa de materiais
  • 4.3 Identificação interna de materiais
  • 4.4 Coleta de vestígios em redes de computadores
  • 4.5 Busca e extração de dados
  • 4.6 Engenharia reversa
  • 4.7 Exame de eficiência de equipamento
  • 4.8 Análise criptológica
  • 4.9 Análise de processos de licitações de tecnologia da informação e comunicação
  • 5 Técnicas e metodologias empregadas nos exames
  • 6 Detalhamento de técnicas e metodologias
  • 6.1 Preservação de memórias
  • 6.1.1 Duplicação pericial ou cópia bit a bit
  • 6.1.2 Preservação de memórias voláteis
  • 6.1.3 Inicialização controlada
  • 6.2 Análise de artefatos
  • 6.3 Recuperação de arquivos excluídos
  • 6.4 Análise de padrões
  • 6.5 Monitoramento telemático
  • 6.6 Identificação passiva de sistemas
  • 6.7 Criptoanálise
  • 6.8 Verificação de assinaturas eletrônicas
  • 6.9 Sucessão de eventos
  • 7 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 8 Qualificação dos peritos para realizar perícias de Informática
  • 9 Outros dados técnicos
  • 9.1 Imposições legais
  • 9.2 Local de crime informático
  • 9.3 Cadeia de custódia
  • 9.4 Leis aplicáveis aos crimes informáticos
  • 10 Estrutura mínima do laudo pericial
  • 10.1 Abordagem
  • 10.2 Metodologia
  • 10.3 Estrutura proposta
  • 10.3.1 Ementa ou preâmbulo
  • 10.3.2 Histórico
  • 10.3.3 Do objetivo dos exames
  • 10.3.4 Dos quesitos
  • 10.3.5 Do material questionado
  • 10.3.6 Dos exames
  • 10.3.7 Das considerações técnico-periciais
  • 10.3.8 Conclusão e/ou respostas aos quesitos
  • 10.3.9 Fecho ou encerramento
  • 10.3.10 Modelo de fecho ou encerramento
  • 10.3.11 Anexos e apêndices
  • 11 Atualidades da internet
  • 12 Ref. Bibliográficas

Cap. 13 – Exames de registros de áudio, imagens e documentos digitais

André Luiz da Costa Morisson – Bruno Gomes de Andrade – Carlos Eduardo Palhares Machado – Gustavo Henrique Machado de Arruda – Paulo Max Gil Innocencio Reis – Rafael Oliveira Ribeiro – Roberta Alessandra Randow

  • 1 Introdução
  • 2 Principais tipos de perícias em registros de áudio, imagens e documentos digitais
  • 2.1 Análise de conteúdo em registros multimídia
  • 2.2 Verificação de autenticidade em registros multimídia
  • 2.3 Verificação de fonte de registros multimídia
  • 2.4 Comparação facial por imagem
  • 2.5 Comparação de locutor
  • 3 Procedimentos de recebimento de material
  • 4 Conceitos, técnicas e metodologias empregadas em multimídia forense
  • 4.1 Conceitos
  • 4.2 Procedimentos preliminares
  • 4.3 Análise de conteúdo de registros multimídia
  • 4.4 Exame de verificação de autenticidade em registros multimídia
  • 4.5 Exame de verificação de fonte de registros multimídia
  • 4.6 Exame de comparação de locutor
  • 4.6.1 Material questionado
  • 4.6.2 Material padrão
  • 4.7 Exame de comparação facial por imagem
  • 4.7.1 Avaliação de adequabilidade
  • 4.7.2 Necessidade de novos padrões
  • 4.7.3 Preparação das imagens para exame
  • 4.7.4 Comparação e avaliação das características morfológicas faciais
  • 4.7.5 Análise assistida por sistema de reconhecimento facial
  • 4.7.6 Apresentação dos resultados
  • 5 Cadeia de custódia
  • 6 Equipamentos e recursos utilizados
  • 7 Qualificação dos peritos
  • 7.1 Análise de conteúdo em registros multimídia
  • 7.2 Verificação de autenticidade em registros multimídia e verificação de fonte de registros multimídia
  • 7.3 Comparação de locutor
  • 7.4 Comparação facial por imagem
  • 8 Estrutura mínima do laudo pericial
  • 8.1 Análise de conteúdo em registros multimídia
  • 8.2 Verificação de autenticidade e de fonte de registros multimídia
  • 8.3 Comparação de locutor e comparação facial por imagem
  • 9 Ref. Bibliográficas

Cap. 14 – Exames Periciais de DNA Forense

Carolina Bottino Gruszkowski Fratani – Mabel Proence Pereira Lopes – Silvana Magna Cavalcante do Monte – Vivian Altmann

  • 1 Principais tipos de perícia em DNA humano
  • 1.1 Coleta de amostras
  • 1.1.1 Amostragem dos vestígios contendo sangue, esperma ou líquido espermático
  • 1.1.2 Amostragem de vestígios em vestes para a identificação de usuários
  • 1.1.3 Amostragem dos vestígios contendo DNA de traço
  • 1.1.4 Amostragem dos vestígios contendo material da mucosa oral
  • 1.1.5 Amostragem dos vestígios contendo pelos com bulbo
  • 1.1.6 Algumas especificidades sobre as coletas
  • 1.2 Exames de triagem
  • 1.3 Técnicas e metodologias empregadas nos exames
  • 1.3.1 Marcadores moleculares
  • 1.3.2 Extração de DNA
  • 1.3.3 Quantificação de DNA
  • 1.3.4 Amplificação do DNA
  • 1.3.5 Eletroforese c apilar
  • 1.3.6 Análise estatística dos resultados
  • 1.4 Novas tecnologias nas análises de DNA
  • 1.4.1 Tecnologia de DNA Rápido (Rapid DNA)
  • 1.4.2 Sequenciamento Massivo Paralelo (SMP)
  • 1.5 Instalações ambientais
  • 1.6 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 1.7 Requisitos de qualidade
  • 1.8 Qualificação dos peritos para realizar perícias de DNA forense
  • 1.9 A Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG) e legislação aplicada
  • 1.9.1 Criação e funcionamento da RIBPG
  • 1.9.2 Identificação criminal por DNA e legislação aplicada
  • 1.10 Estrutura mínima do laudo pericial
  • 2 Exames de DNA não humano
  • 2.1 Principais tipos de perícia na área
  • 2.1.1 Exames de identificação animal
  • 2.1.2 Exames de identificação vegetal
  • 2.1.3 Exames de identificação microbiana
  • 2.2 Técnicas e metodologias empregadas nos exames
  • 2.2.1 Exames de identificação animal
  • 2.2.2 Exames de identificação vegetal
  • 2.2.3 Exames de identificação microbiana
  • 2.2.4 DNA Metabarcoding e Sequenciamento Massivo Paralelo (SMP)
  • 2.2.5 Banco de dados
  • 2.3 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 2.4 Qualificação dos peritos para realizar perícias em DNA não humano
  • 2.5 Estrutura mínima do laudo pericial
  • 2.6 Perspectivas futuras
  • 3 Cadeia de custódia
  • 4 Ref. Bibliográficas
  • 5 Bibliografia recomendada

Cap. 15 – Exames Periciais em Química Forense

Ettore Ferrari Júnior – Lívia de Barros Salum

  • 1 Principais exames realizados em laboratórios de Química Forense
  • 1.1 Substâncias sujeitas a controle especial
  • 1.1.1 Fluxo de análise
  • 1.1.2 Exames presuntivos (triagem)
  • 1.1.3 Análises confirmatórias
  • 1.2 Toxicantes
  • 1.2.1 Triagem inicial do material recebido e amostragem
  • 1.2.2 Preparo de amostra
  • 1.2.3 Técnicas de extração
  • 1.2.4 Análise de formaldeído por HS-GC-MS
  • 1.3 Inalantes
  • 1.3.1 Análise de compostos voláteis por HS-GC-MS
  • 1.4 Líquidos inflamáveis
  • 1.5 Explosivos
  • 2 Técnicas e métodos empregados nos exames de Química Forense
  • 2.1 Espectrometria de massas
  • 2.2 Cromatografia
  • 2.2.1 Cromatografia gasosa
  • 2.2.2 Cromatografia líquida
  • 2.2.3 Cromatografia em camada delgada (CCD)
  • 2.3 Espectroscopia de ressonância magnética nuclear (RMN)
  • 2.4 Espectrometria de absorção atômica de chama
  • 2.5 Espectroscopia de absorção no infravermelho
  • 2.6 Espectrometria de fluorescência
  • 2.7 Espectrometria no ultravioleta-visível
  • 2.8 Difratometria de raios X
  • 2.9 Técnicas baseadas em plasma indutivamente acoplado (ICP)
  • 3 Equipamentos e recursos indispensáveis nos exames químicos
  • 3.1 Instalações
  • 3.2 Instrumentos e equipamentos
  • 3.3 Solventes, reagentes e materiais de referência
  • 3.4 Materiais e equipamentos auxiliares
  • 4 Cadeia de custódia
  • 5 Trabalhando com segurança e organização
  • 5.1 Conduta no laboratório
  • 5.2 Limpeza e arrumação
  • 5.3 Proteção pessoal
  • 5.4 Limpeza e secagem do material
  • 6 Qualificação dos peritos para realizar perícias em Química Forense
  • 7 Outros dados técnicos
  • 8 Estrutura mínima do laudo pericial de Química Forense
  • 8.1 Identificação e objetivo da perícia
  • 8.2 Histórico
  • 8.3 Material recebido
  • 8.4 Exames e resultados
  • 8.5 Conclusão e/ou resposta aos quesitos
  • 8.6 Anexos
  • 9 Sistema de gestão da qualidade
  • 10 Ref. Bibliográficas

Cap. 16 – Exames Periciais em Biologia Forense

Ana Cristina Rivas da Silva – Janyra Oliveira-Costa – Torriceli Souza Thé

  • 1 Principais tipos de perícia em Biologia Forense
  • 2 Do recebimento do material para exame
  • 3 Dos exames periciais
  • 3.1 Exames em manchas de sangue
  • 3.1.1 Exames mínimos indispensáveis em manchas de sangue
  • 3.1.2 Técnicas e métodos empregados nos exames
  • 3.1.3 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 3.1.4 Exames em manchas de secreções orgânicas
  • 3.1.5 Exames mínimos indispensáveis em manchas de secreções
  • 3.1.6 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 3.2 Exames em pelos e fibras
  • 3.2.1 Exames mínimos indispensáveis em pelos e fibras
  • 3.2.2 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 3.3 Resumo das principais técnicas utilizadas em análise de amostras biológicas
  • 3.3.1 Sangue
  • 3.3.2 Sêmen
  • 3.3.3 Saliva
  • 3.3.4 Secreção vaginal
  • 3.3.5 Urina
  • 3.3.6 Suor
  • 3.4 Entomologia Forense Médico-legal
  • 3.4.1 Principais exames em Medicina Legal
  • 3.4.2 Principais exames em Entomologia Forense de produtos estocados
  • 3.4.3 Exames mínimos indispensáveis em Entomologia Forense
  • 3.4.4 Métodos e técnicas empregados nos exames
  • 3.4.5 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 3.5 Exames microbiológicos na água
  • 3.5.1 Exames mínimos indispensáveis em amostras de água para verificação de contaminação microbiológica
  • 3.5.2 Determinação de coliformes totais, coliformes fecais e E. coli
  • 3.5.3 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 3.6 Exames biológicos em alimentos
  • 3.6.1 Principais tipos de exames biológicos em alimentos
  • 3.6.2 Exames mínimos indispensáveis em alimentos
  • 3.6.3 Métodos e técnicas empregados nos exames
  • 3.6.4 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 3.7 Considerações sobre instrumentos e métodos aplicáveis à detecção de microrganismos envolvidos em bioterrorismo
  • 3.7.1 Classificação de risco dos microrganismos
  • 3.7.2 Principais métodos utilizados para detecção de microrganismos utilizados em ataques bioterroristas
  • 3.7.3 Discussão sobre as técnicas possíveis de se empregar segundo diversos autores
  • 3.8 Exames relacionados à Zoologia Forense
  • 3.8.1 Principais crimes contra a fauna
  • 3.8.2 Procedimentos
  • 3.1.3 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 4 Qualificação dos peritos para a realização de perícias em Biologia, Microbiologia, Entomologia e Zoologia
  • 5 Estrutura mínima do laudo pericial
  • 6 Glossário
  • 7 Ref. Bibliográficas

Cap. 17 – Exames Periciais de Física Forense

Adilson Pereira – Aparecido Edilson Morceli – Carlos Alberto Stechhahn da Silva – Edson Santos Junior – Eduardo Henrique Pereira Andrade – Mônica Midori Marcon Uchida Sguazzardi

  • 1 Laboratório de Física Forense
  • 2 Da coleta de material e a cadeia de custódia
  • 2.1 Da cadeia de custódia
  • 2.2 Da coleta de material
  • 3 Principais tipos de perícias na área de Física Forense
  • 4 Exames mínimos indispensáveis
  • 5 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 6 Técnicas e metodologias empregadas nos exames
  • 7 Qualificação dos peritos para realizar perícias de Física Forense
  • 8 Estrutura mínima do laudo pericial
  • 8.1 Preâmbulo/ementa/introdução
  • 8.2 Histórico
  • 8.3 Objetivo pericial (identificação do tema da perícia)
  • 8.4 Descrição do(s) objeto(s) de exame
  • 8.5 Dos exames periciais
  • 8.6 Considerações técnicas
  • 8.7 Conclusão e/ou resposta aos quesitos
  • 8.8 Fecho ou encerramento
  • 8.9 Anexos
  • 9 Ref. Bibliográficas e recomendadas

Cap. 18 – Exame Pericial em Toxicologia Forense

Fabrício Souza Pelição – Ione Cristina de Paiva Pereira – Marcos Passagli – Pablo Alves Marinho – Rachel Picada Bulcão – Sophia Wieczorek Lobo

  • 1 Introdução
  • 2 Legislação brasileira
  • 3 A análise toxicológica
  • 4 Principais tipos de perícias na Toxicologia Forense
  • 4.1 Exame em cadáveres ou post mortem
  • 4.2 Exames em indivíduos vivos ou ante mortem
  • 4.3 Exames em animais
  • 4.4 Exames em material coletado em locais de crime
  • 5 Exames mínimos indispensáveis
  • 5.1 Análise em amostras biológicas
  • 5.2 Análise Toxicológica Sistemática (ATS)
  • 5.3 Análises por escopo
  • 6 Equipamentos e recursos indispensáveis
  • 6.1 Principais recomendações
  • 6.2 Principais técnicas utilizadas
  • 6.3 Técnicas promissoras
  • 7 Técnicas e metodologias empregadas nos exames
  • 7.1 Análise das principais substâncias de interesse toxicológico
  • 8 Cadeia de custódia
  • 8.1 Cadeia de custódia nos exames toxicológicos
  • 8.2 Acondicionamento e transporte
  • 9 Qualificação dos peritos para realizar perícias toxicológicas
  • 10 Outros dados técnicos
  • 11 Estrutura mínima do laudo pericial
  • 12 Ref. Bibliográficas
  • 13 Bibliografia recomendada
  • 14 Índice de QR Codes

Cap. 19 – Exame Pericial em Medicina Veterinária Forense

Celso Felipe Bandeira de Sá – Gabrielle Virgínia Ferreira Cardoso – Luísa de Oliveira Lisboa Lara – Mariana Lopes Pellizzari – Sérvio Túlio Jacinto Reis

  • 1 Principais tipos de perícias em Medicina Veterinária Forense
  • 1.1 Exame de identificação animal
  • 1.2 Perícia de local de crime envolvendo animais
  • 1.3 Perícia em casos de maus-tratos, crueldade e abuso aos animais
  • 1.4 Necropsia médico-veterinária
  • 2 Exames mínimos indispensáveis
  • 2.1 Exame de identificação animal
  • 2.1.1 Zoologia clássica
  • 2.1.2 Zoomorfologia Forense
  • 2.1.3 Tricologia Forense
  • 2.1.4 Genética Forense
  • 2.2 Perícia de local de crime envolvendo animais
  • 2.2.1 Exames mínimos em relação aos principais tipos de vestígios
  • 2.3 Perícia em casos de maus-tratos, crueldade e abuso aos animais
  • 2.4 Necropsia médico-veterinária
  • 2.4.1 Procedimentos preliminares
  • 2.4.2 Biossegurança em Ambiente Pericial
  • 2.4.3 Exame externo
  • 2.4.4 Abertura
  • 2.4.5 Exame interno ou das vísceras
  • 3 Técnicas e métodos empregados nos exames
  • 3.1 Exame de identificação animal
  • 3.2 Perícia de local de crime envolvendo animais
  • 3.2.1 Técnicas de busca e reconhecimento de vestígios
  • 3.2.2 Técnicas de descrição de local e de vestígios
  • 3.2.3 Técnicas de levantamento topográfico e elaboração de croqui
  • 3.2.4 Técnicas de levantamento fotográfico
  • 3.2.5 Conhecimentos de Tanatologia Forense
  • 3.2.6 Conhecimentos de Traumatologia Forense
  • 3.2.7 Conhecimentos de Entomologia Forense e coleta de amostras
  • 3.2.8 Metodologia de análise de manchas de sangue
  • 3.2.9 Conhecimentos de Toxicologia Forense e coleta de amostras
  • 3.2.10 Técnicas de Papiloscopia Forense
  • 3.2.11 Técnicas de coleta e acondicionamento de vestígios
  • 3.2.12 Metodologia de cadeia de custódia dos vestígios
  • 3.3 Perícia em casos de crimes de maus-tratos, crueldade e abuso aos animais
  • 3.4 Necropsia médico-veterinária
  • 4 Equipamentos e recursos indispensáveis nos exames em Medicina Veterinária Forense
  • 4.1 Necropsia médico-veterinária
  • 5 Cadeia de custódia
  • 6 Qualificação dos peritos para realizarem perícias de Medicina Veterinária Forense
  • 7 Outros dados técnicos
  • 8 Estrutura mínima do laudo pericial de Medicina Veterinária Forense
  • 8.1 Perícia de local de crime envolvendo animais
  • 8.2 Necropsia médico-veterinária
  • 9 Modelo de Instituto Médico Legal Veterinário (IML Veterinário)
  • 9.1 Infraestrutura mínima recomendada
  • 9.1.1 Área administrativa e de apoio
  • 9.1.2 Área técnica
  • 9.1.3 Área externa
  • 10 Ref. Bibliográficas
  • 11 Bibliografia recomendada
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