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Balística Aplicada aos Locais de Crime 3ª Edição

Marca: Millennium Editora
Data de lançamento: 19/05/2021

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Descrição
Balística Aplicada aos Locais de Crime – 3ª edição apresenta da interpretação dos vestígios à reconstrução dos fatos, com aplicação da Balística Forense à realidade do local de crime.

Em sua 3ª edição, completamente revista e ampliada, a obra de João Bosco Silvino Junior apresenta fundamentos e aplicações da Balística Forense voltados à análise de ocorrências envolvendo armas de fogo, munições, projéteis e seus vestígios.

O livro aproxima conceitos físicos, conhecimentos técnicos e experiência pericial para ajudar o leitor a compreender o que os vestígios balísticos podem revelar sobre a dinâmica de um fato.

Com recursos visuais, exemplos e conteúdos complementares acessíveis por QR Code, oferece uma abordagem técnica voltada à compreensão e à interpretação dos fenômenos encontrados na prática pericial.

O que você encontra nesta obra

  • Ferimentos de entrada e saída produzidos por projéteis de armas de fogo;
  • Efeitos primários e secundários do tiro;
  • Determinação da distância do disparo;
  • Tiros encostados, à curta distância e à distância;
  • Incapacitação balística e mecanismos de incapacitação;
  • Análise crítica do chamado “poder de parada”;
  • Lesões provocadas por projéteis de alta velocidade;
  • Acidentes, incidentes e tiros acidentais;
  • Mecanismos de segurança das armas de fogo;
  • Impactos de projéteis contra diferentes superfícies;
  • Ângulo crítico, ricochete e determinação de trajetória;
  • Análise de tiros em vidros;
  • Sistemas de nomenclatura e equivalência de calibres;
  • Confronto balístico e identificação indireta de armas de fogo;
  • Análise de projéteis e estojos encontrados em locais de crime;
  • Perícia em locais com emprego de instrumentos de menor potencial ofensivo;
  • Cadeia de custódia aplicada a armas, munições e vestígios balísticos.

O conteúdo dedicado aos impactos e trajetórias aborda lançamento e movimentos do projétil, superfícies rígidas e maleáveis, impactos oblíquos, ricochetes e métodos para determinação de trajetória.

Já o capítulo sobre tiros em vidros trabalha diferentes tipos de vidro, fraturas, sequência e sentido dos disparos, vidros blindados e possíveis deflexões da trajetória.

Ferimentos e dinâmica do tiro

Um dos grandes blocos da obra é dedicado à interpretação dos ferimentos produzidos por projéteis de arma de fogo. São estudadas características dos ferimentos de entrada e saída, efeitos do disparo, elementos observáveis nos tecidos e sinais utilizados na avaliação da distância do tiro, incluindo situações que podem simular determinadas características periciais.

O livro também aprofunda a incapacitação balística, discutindo aspectos físicos do impacto, mecanismos fisiológicos e mentais de incapacitação, cavidades temporária e permanente e diferentes teorias desenvolvidas para explicar os efeitos de projéteis sobre o organismo.

Projéteis de alta velocidade

Um dos conteúdos incorporados nesta edição é o capítulo dedicado aos ferimentos produzidos por projéteis de alta velocidade. O tema é desenvolvido a partir da relação entre velocidade, energia, massa e formato do projétil, avançando para a dinâmica de formação das lesões e suas principais características.

São discutidos aspectos como laceração tecidual, dimensões dos ferimentos de entrada e saída e fragmentação óssea, permitindo compreender por que projéteis com diferentes características podem produzir comportamentos tão distintos.

Da trajetória ao confronto balístico

A obra dedica um capítulo à identificação indireta de armas de fogo aplicada aos locais de crime, com colaboração de Celso Nenevê.

O conteúdo apresenta fundamentos do confronto balístico, deformações observadas nos vestígios, exame microcomparativo de projéteis e estojos, coleta de padrões e características microscópicas utilizadas na comparação.

Também são discutidas informações que podem ser extraídas de projéteis e estojos encontrados no local, auxiliando a direcionar exames posteriores e a interpretação técnica dos vestígios.

Instrumentos de menor potencial ofensivo

Outro diferencial da 3ª edição é o capítulo sobre perícia em locais de emprego de Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo (IMPOs).

Além de apresentar conceitos relacionados ao uso da força, são abordados instrumentos incapacitantes neuromusculares, agentes químicos, munições de impacto controlado e os vestígios relacionados ao emprego desses recursos.

O conteúdo aproxima o conhecimento sobre esses instrumentos da realidade do exame pericial, incluindo orientações sobre os vestígios que podem ser identificados no local.

Cadeia de custódia dos vestígios balísticos

A obra aborda a cadeia de custódia desde seus conceitos e fundamentos legais até a aplicação prática no local de crime.

São tratados temas como isolamento e preservação, reconhecimento e fixação dos vestígios, coleta, acondicionamento, transporte e recebimento de materiais relacionados a armas de fogo e munições.

Esse conteúdo reforça a importância da correta documentação e preservação dos vestígios para a confiabilidade dos exames periciais posteriores.

O que há de novo na 3ª edição?

A terceira edição teve seu conteúdo completamente revisto e ampliado.

  • Capítulo sobre ferimentos produzidos por projéteis de alta velocidade;
  • Capítulo sobre perícia em locais de emprego de Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo;
  • Revisão do capítulo sobre incapacitação balística, com nova abordagem sobre mecanismos mentais e fisiológicos;
  • Conteúdos complementares em vídeo acessíveis por QR Code.

Por se tratar de uma publicação técnico-pericial, algumas imagens apresentam registros reais relacionados a locais de crime, armas e exames balísticos.

Para quem este livro é indicado?

Balística Aplicada aos Locais de Crime é indicado especialmente para:

  • Peritos criminais;
  • Profissionais da Segurança Pública;
  • Pesquisadores e professores;
  • Estudantes de Criminalística e Ciências Forenses;
  • Profissionais do Direito;
  • Leitores que necessitam compreender tecnicamente os vestígios produzidos por armas de fogo e sua interpretação em investigações criminais.

Para quem já estuda Balística Forense, o livro se diferencia pela ênfase na aplicação prática do conhecimento ao local de crime, relacionando fenômenos balísticos aos vestígios encontrados durante a perícia.

Sobre o autor

João Bosco Silvino Junior é Perito Oficial da Polícia Civil de Minas Gerais, com atuação em perícias de locais de crimes de morte violenta, Balística Forense e Explosivos.

É graduado e mestre em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atua também como Instrutor de Armamento e Tiro credenciado pela Polícia Federal e professor da Academia de Polícia Civil de Minas Gerais, ministrando disciplinas relacionadas à Criminalística, locais de crime e técnicas policiais.

Possui experiência docente em cursos de formação, pós-graduação e especialização, além de atuar como palestrante, debatedor e instrutor em eventos científicos de Criminalística em diferentes regiões do Brasil.

Colaborador

Celso Nenevê é engenheiro civil, consultor e professor, com experiência nas áreas de crimes contra a pessoa, Balística, incêndios e explosões.

Na Polícia Civil do Distrito Federal, atuou como Diretor do Instituto de Criminalística, Chefe da Seção de Balística Forense, Diretor de Perícias em Laboratório e Chefe da Divisão de Ensino da Academia de Polícia.

FAQ

O que aborda o livro Balística Aplicada aos Locais de Crime?

A obra aborda a aplicação da Balística Forense ao exame de locais de crime, incluindo ferimentos por arma de fogo, distância do tiro, incapacitação balística, impactos, ricochetes, trajetória de projéteis, tiros em vidros, confronto balístico e cadeia de custódia.

O livro aborda ferimentos produzidos por armas de fogo?

Sim. São analisados ferimentos de entrada e saída, efeitos primários e secundários, tiros encostados, à curta distância e à distância, além de situações que podem produzir sinais semelhantes.

A obra aborda tiros de alta velocidade?

Sim. A 3ª edição possui um capítulo dedicado aos ferimentos produzidos por projéteis de alta velocidade, discutindo características dos calibres, formato do projétil e dinâmica das lesões.

O livro explica como determinar a trajetória de um projétil?

Sim. A obra aborda impactos, ângulo crítico, ricochete e determinação da trajetória a partir de um ou mais pontos de impacto.

Há conteúdo sobre confronto balístico?

Sim. O livro apresenta fundamentos da identificação indireta de armas de fogo, exames microcomparativos de projéteis e estojos, padrões e características microscópicas.

O livro aborda cadeia de custódia?

Sim. Há um capítulo dedicado à cadeia de custódia, incluindo legislação, isolamento do local, coleta, acondicionamento, transporte e recebimento dos vestígios.

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Sumário Informações Adicionais Leia algumas páginas Autores/Colaboradores

Capítulo 1 – Ferimentos produzidos por Projéteis de Arma de Fogo (PAF)

1. Introdução

2. Aspectos gerais dos ferimentos de tiros

3. Lesões produzidas por projéteis expelidos por armas de fogo com cano de alma raiada

3.1. Ferimentos de entrada

3.1.1. Elementos dos tiros

3.1.2. Efeitos primários dos tiros

3.1.3. Efeitos secundários do tiro

3.1.3.1. Zona de chamuscamento

3.1.3.2. Zona de esfumaçamento

3.1.3.3. Zona de tatuagem

3.1.4. Característica dos ferimentos de entrada de tiro

3.1.5. Determinação do calibre pela análise do ferimento de entrada

3.2. Ferimentos de saída

3.2.1. Sinal de Romanesi

3.3. Ferimento resultante do impacto tangencial de PAF (tiro de raspão)

3.4. Ferimento de entrada de projétil sem estabilidade e ferimento de reentrada de tiro

4. Determinação da distância do tiro

4.1. Tiros encostados

4.1.1. Orifício de Boca de Mina de Hoffman

4.1.2. Sinal de Werkgaertner

4.1.3. Sinal de Benassi

4.2. Tiros à curta distância

4.3. Tiros à distância

4.4. Os falsos tiros encostados e à curta distância

4.4.1. Falso Sinal de Werkgaertner produzido por anteparo entre o projétil e o corpo

4.4.2. Falsa zona de tatuagem

4.4.3. Falsa zona de esfumaçamento

5. Ferimentos produzidos por armas com cano de alma lisa (projéteis múltiplos)

Capítulo 2 – Incapacitação balística

1. Introdução

2. Mecanismo da lesão produzida por projétil propelido por arma de fogo (PAF)

2.1. O estudo da cavidade temporária

2.2. O estudo da cavidade permanente

3. Incapacitação Balística

3.1. A física dos impactos de projéteis

3.1.1. Energia cinética

3.1.2. Momento linear ou quantidade de movimento

3.1.3. Impulso

3.2. Comportamento do alvo atingido por PAF

3.3. Definição de incapacitação balística

3.4. Mecanismos de incapacitação

3.4.1. Incapacitação mental

3.4.2. Incapacitação fisiológica

3.5 Entendendo melhor a incapacitação fisiológica

3.5.1. Incapacitação por lesão no tronco encefálico (incapacitação imediata)

3.5.2. Incapacitação por grande perda de sangue – hipovolemia (incapacitação tardia)

3.6. O triângulo da incapacitação balística

4. Considerações sobre o “poder de parada”

4.1. Considerações sobre projéteis expansivos

5. Teorias de incapacitação balística

5.1. Os estudos de Thompson e La Garde

5.2. O Fator de nocaute de Taylor e a fórmula de “poder de parada” de Thorniley

5.3. A Fórmula de Hatcher ou Poder de Parada Relativo

5.4. Os estudos de Marshall e Sanow

5.5. Teoria de incapacitação adotada pelo FBI

5.5.1. Sobre os ferimentos

5.5.2. Sobre a escolha entre os calibres 9 mm Luger e .45 ACP

5.5.3. Conclusões gerais do estudo

Capítulo 3 – Ferimentos produzidos por projéteis de alta velocidade

1. Tipos diferentes de calibres de alta energia

2. Muito além da energia

3. A importância do formato do projétil na dinâmica de formação da lesão

3.1. A resistência do ar e o Coeficiente Balístico (CB)

4. Dinâmica de produção de ferimentos de calibres de alta velocidade

5. Características das lesões produzidas por projéteis de alta velocidade

5.1. Grande laceração tecidual

5.2. Orifício de entrada geralmente pequeno e orifício de saída de grandes proporções

5.3. Ausência de ferimento de saída para os calibres menores e mais leves

5.4. Ferimentos de entrada de grandes proporções

5.5. Grande fragmentação óssea, podendo ocasionar amputação traumática

Capítulo 4 – Acidentes com armas de fogo

1. Introdução

2. Conceitos

2.1. Disparo e tiro

2.2. Tiro acidental

2.2.1. Tiro acidental resultante de queda da arma

2.2.2. Tiro acidental decorrente do fechamento da câmara da arma

2.2.3. Tiro acidental em espingardas com ação de bomba (pump action)

2.2.4. Tiro acidental envolvendo munições avulsas

2.3. Tiro involuntário

2.4. Incidente de tiro

2.4.1. Pane seca

2.4.2. Dupla alimentação

2.4.3. Pane do tipo “chaminé”

2.5. Acidente de tiro

3. Mecanismos de segurança das armas de fogo

3.1. Mecanismos de segurança em revólveres

3.1.1. Calço de interposição

3.2. Barra de transferência

3.3. Registro de segurança

3.4. Trava do percussor

3.5. Trava de empunhadura

3.6. Trava de gatilho

Capítulo 5 – Características de impactos de projéteis

1. Introdução

2. Balística externa: lançamento oblíquo e a composição dos movimentos do projétil

2.1. Lançamento oblíquo

2.2. Composição dos movimentos do projétil expelido por cano de alma raiada

2.2.1. Translação vertical

2.2.2. Translação horizontal

2.2.3. Rotação

2.2.4. Nutação

2.2.5. Precessão

3. Impactos contra superfícies diversas

3.1. Impactos perpendiculares ao plano do suporte

3.1.1. Impacto contra superfícies rígidas

3.1.2. Impacto contra superfícies maleáveis

3.2. Impactos oblíquos contra superfícies diversas

4. Ângulo crítico e ricochete de tiro

5. Determinação de trajetória

5.1. Determinação da trajetória do projétil com dois pontos de impacto

5.2. Determinação da trajetória do projétil com um ponto de impacto

Capítulo 6 – Tiros em vidros

1. Introdução

2. Tipos de vidros e respectivas fraturas

2.1. Tipos de vidros

2.1.1. Vidro recozido

2.1.2. Vidro temperado

2.1.3. Vidro laminado

2.2. Fraturas em vidros

2.2.1. Fraturas radiais

2.2.2. Fraturas concêntricas

2.2.3. Cone de fratura

3. Tiros em vidros

3.1. Determinação da sequência de tiros

3.1.1. Vidros recozidos

3.1.2. Vidros laminados

3.1.3. Vidros temperados

3.2. Determinação do sentido do tiro

3.2.1. Exames nas superfícies transversais

3.3. Vidros blindados

3.4. Vidros com película insulfilme

3.5. Deflexão de trajetória de tiros em vidros

Capítulo 7 – Sistemas de nomenclatura de calibres de cartuchos de armas de fogo

1. Introdução

2. História do cartucho de armas de fogo

2.1. Componentes dos cartuchos das armas de fogo

2.2. Calibres de arma de fogo

3. Nomenclatura de calibres de cartuchos de armas de fogo

3.1. Sistema métrico

3.2. Sistema inglês

3.3. Sistema de nomenclatura para cartuchos de armas de fogo com cano de alma lisa

4. Erros mais comuns em relação à nomenclatura de calibres

5. Equivalência de calibres

6. Calibres civis X calibres militares

7. Curiosidades de calibres de armas de fogo

Capítulo 8 – Identificação indireta de arma de fogo aplicada aos locais de crime

Com a colaboração de Celso Nenevê

1. Introdução

2. Introdução ao confronto balístico

2.1. Identificação e identidade

2.2. Exames comparativos: confronto microcomparativo

2.2.1. Deformações

2.2.1.1. Deformações normais ou repetitivas

2.2.1.2. Deformações periódicas

2.2.1.3. Deformações acidentais

2.2.1.4. Deformações propositais

2.3. Exame de confronto balístico

3. Exame microcomparativo de projéteis

3.1. Coleta de padrões

3.2. Meio de coleta

3.3. Número de padrões

3.4. Características microscópicas

3.4.1. Estrias

3.4.2. Número de estrias

3.4.3. Direção das estrias

3.4.4. Profundidade das estrias

3.4.5. Posição, situação ou localização das estrias

3.4.6. Extensão das estrias

3.4.7. Aspectos das estrias

4. Exame microcomparativo de estojos

4.1. Cartuchos de fogo circular

4.2. Cartuchos de fogo central

5. Exames em estojos e projéteis em locais de crime

5.1. A análise de projéteis em locais de crime

5.1.1. Indicação de provável fabricante pelo calibre e número de raias do projétil

5.1.2. Diferenciar arma importada de arma de fabricação nacional pelo tipo de raiamento

5.1.3. Identificar projéteis propelidos pelo cano de pistolas Glock de 5ª Geração (Gen 5)

5.1.4. Emprego de armas de fabricação artesanal

5.2. Análise de estojos em locais de crime

5.2.1. Marca de percussão característica das pistolas Glock até a 4a geração (Gen 4) e similares

5.2.2. Pistolas Glock de 5ª Geração (Gen 5)

5.2.3. Marca de percussão característica de submetralhadoras de percussor fixo

Capítulo 9 – Perícia em locais de emprego de instrumentos de menor potencial ofensivo

1. Introdução

2. Uso da Força

2.1. Conceitos de Força e Uso da Força

2.2. Código de Conduta para os Encarregados pela Aplicação da Lei (CCEAL)

2.3. Princípios Básicos do Uso da Força e Armas de Fogo (PBUFAF)

2.4. Lei nº 13.060/2014

2.5. Níveis do uso da força

2.5.1. Situação de normalidade – Presença policial

2.5.2. Tendência à cooperação – Verbalização

2.5.3. Resistência passiva – Controle de contato

2.5.4. Resistência ativa – Controle físico

2.5.5. Agressão não letal – Táticas defensivas não letais

2.5.6. Agressão letal – Força letal

3. Instrumentos de menor potencial ofensivo

4. Instrumentos incapacitantes – AINM (Armas de Incapacitação NeuroMuscular)

4.1. Mitos sobre o uso dos instrumentos incapacitantes – AINM (Armas de Incapacitação NeuroMuscular)

5. Instrumentos debilitantes/atordoantes

5.1. Agentes químicos

5.1.1. Cloroacetofenona (Agente CN)

5.1.2. Dibenzoxazepina (Agente CR)

5.1.3. Ortoclorobenzalmalononitrilo (Agente CS)

5.1.4. Oleoresin Capsicum (Agente OC)

5.2. Dispersão dos agentes químicos

5.2.1. Espargidores

5.2.2. Granadas

5.2.3. Munições químicas

5.3. Munições de impacto controlado

6. Perícia em locais de emprego de Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo (IMPOs)

6.1. Procedimentos gerais

6.2. Vestígios de emprego de Armas de Incapacitação NeuroMuscular (AINM)

6.3. Vestígios de emprego de agentes químicos

6.4. Vestígios de emprego de munições de impacto controlado

Capítulo 10 – Cadeia de Custódia

1. Introdução

2. Cadeia de Custódia

2.1. Definição de cadeia de custódia

2.2. Etapas da cadeia de custódia

2.3. A legislação e a cadeia de custódia

2.3.1. Artigo 6º/CPP

2.3.2. Artigo 157/CPP

2.3.3. Artigo 158/CPP

2.3.4. Artigo 159/CPP

2.3.5. Artigo 169/CPP

2.3.6. Artigo 170/CPP

3. Local de crime: o início da cadeia de custódia

3.1. Isolamento e preservação de local de crime

3.1.1. Isolamento ideal

3.1.2. Isolamento real

3.2. Por que isolar o local de crime?

3.2.1. Garantir a segurança física do perito

3.2.2. Controlar o acesso às informações obtidas no trabalho pericial

3.2.3. Preservar a integridade à imagem da(s) vítima(s)

3.2.4. Permitir o bom andamento dos trabalhos periciais

4. Coleta de vestígios relacionados a armas de fogo e munições em locais de crime

4.1. Reconhecimento e fixação

4.2. Coleta

4.3. Acondicionamento

4.4. Transporte e recebimento

Referências Bibliográficas
Organizador e Autores

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