Locais de Crimes - Dos vestígios à dinâmica criminosa Autores: Jesus Antonio Velho - Karina Alves Costa - Clayton Tadeu Mota Damasceno


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Sinopse

Aborda conceitos,técnicas e procedimentos aplicados ao processamento pericial de locais de crime. Com desenhos esquemáticos de procedimentos,análises de casos, imagens e fotos em cores. Obra adequada para sala de aula, em cursos de graduação, formação e atualização de peritos e em cursos preparatórios específicos para concursos.Constitui um verdadeiro tratado sobre Locais de Crime, é leitura indispensável para aqueles que atuam ou pretendem atuar na área forense.

Sobre os Autores:
Jesus Antonio Velho 

Graduado em Farmácia-bioquímica pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) com doutorado em Fisiopatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Já foi Perito Oficial do Estado de Minas Gerais e hoje atua como Perito Criminal Federal, nas áreas de Análises de Locais de Crime, Química Forense, Documentoscopia, Balística Forense, entre outras. Em relação às atividades de ensino, é professor concursado de Criminalística da Universidade de São Paulo (USP), e professor convidado da área de Criminalística/Locais de Crime na Academia Nacional de Polícia, em cursos de formação profissional da Polícia Federal. É autor organizador dos livros “Ciências Forenses: uma introdução às principais áreas da Criminalística Moderna” e “Fundamentos de Química Forense: Uma análise prática da química que soluciona crimes”. É vice-presidente da Sociedade Brasileira de Ciências Forenses, biênio 2013/2014.

Karina Alves Costa 
Graduada em Ciências Biológicas, bacharelado em Genética, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atuou em pesquisa na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na área de Farmacologia Aplicada e lecionou em instituições privadas de ensino. Atua como Perita Criminal Federal desde 2006, leciona a disciplina de Locais de Crime nos cursos de formação profissional da Academia Nacional de Polícia e contribui para elaboração de material didático na área.

Clayton Tadeu Mota Damasceno 
Graduado em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), especialista em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade de Brasília (UNB), mestre em Engenharia Química pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Atua como Perito Criminal Federal desde 1996. É Professor e Coordenador das Disciplinas de Perícia em Locais de Crime e Criminalística da Academia Nacional de Polícia. Atua na formação de Peritos Criminais Federais em Locais de Crime desde 1999. Possui experiência nas áreas de Perícias de Laboratório, Balística Forense e Locais de Crime. Foi responsável pela implementação do e-learning na Polícia Federal.

COLABORADORES:
Alberi Espindula
Aline Thaís Bruni
Antonio Augusto Canelas Neto
Bruno Zschaber Mav ignier de Castro
Carlos Cesar Bezerra
Carlos Eduardo Palhares Mac hado
Cristiano Furtado Assis do Carmo
Fábio Augusto da Silva Salva dor
Guilherme Henrique Braga de Miranda
Gustav o Lucena Kortmann
Jorge Jardim Zacca
Jorge Marcelo de Freitas
José Roberto Pujol Luz
Kátia Michelin
Malthus Galvão
Marcelo Jost
Maria Margareth Vidal
Ricardo Luís Yoshida
Tacio Pinheiro Bezerra

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Características



    Capítulo 1
    O local de crime e suas interfaces

    O crime
    Conceito de crime 
    Evolução do crime de homicídio no Brasil 
    Teoria dos controles 
    O papel central da Perícia Criminal na resolução de crimes: desafios a vencer
    Dois Casos, uma Perícia: O caso Naves x O caso Nardoni 
    Local de crime - conceitos básicos
    Definição de local de crime 
    O Local como fonte de Informação 
    Informações subjetivas 
    Informações oriundas de vestígios - objetivas 
    Teoria dos vestígios 
    Relação dos vestígios com os fatos 
    Relação dos vestígios com o autor 
    Vestígios e Indícios 
    Cadeia de custódia 
    Propósito da investigação em locais de crime 
    Conhecer os fatos 
    Obter provas 
    Assegurar a cadeia de custódia 
    Necessidade técnica 
    Locais de interesse da polícia 
    Local onde aconteceu o fato 
    Local que sofreu as consequências do crime 
    Local onde o crime foi planejado 
    Local relacionado ao fato 
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 2 
    Isolamento e preservação de locais de crime

    Introdução
    Fundamentos da preservação dos locais 
    Classificação dos locais 
    Papel do primeiro policial 
    Procedimentos de Segurança 
    Emergências médicas 
    Procedimentos de Isolamento e Controle do Local 
    A delimitação física do perímetro 
    O isolamento do local 
    Procedimentos de Coleta e Preservação de Informações 
    Variáveis presentes nas cenas de crime que podem influenciar os procedimentos de isolamento
    Profissionais de Imprensa 
    Pessoas curiosas 
    Vítimas 
    Parentes das vítimas 
    Autoridades diversas 
    Outras forças policiais 
    Dificuldades estruturais 
    Fatores climáticos 
    Responsabilidade da Autoridade Policial
    Responsabilidade dos Peritos Criminais
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 3 
    Processamento pericial do local de crime

    Introdução
    Preparação
    Informações preliminares 
    Natureza do evento 
    Localização exata da cena 
    Transcurso de Tempo 
    Recursos materiais 
    Meios de transporte 
    Meios de comunicação 
    Materiais de apoio 
    Materiais básicos para os exames periciais de locais de crime 
    Chegada ao local
    Cadeia de comando 
    Assumir o local 
    Reunião preliminar 
    Entrevistas 
    Busca inicial de vestígios
    Busca completa
    Padrões de Busca 
    Busca em espiral
    Busca por quadrante 
    Busca em linha 
    Busca em linha cruzada 
    Documentação do local
    Descrição narrativa 
    Fotografia 
    Fotografias de vestígios 
    Controle do Registro fotográfico 
    Outras recomendações 
    Elaboração do croqui do local 
    Método da triangulação 
    Método da linha base 
    Método das coordenadas cartesianas 
    Uso de softwares na produção de croquis 
    Scanner Laser 3D 
    Coleta de vestígios
    Amostragem 
    Amostras padrão ou controle 
    Reunião final
    Liberação do local 
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 4 
    Vestígios Biológicos

    O que são e por que procurar 
    Onde encontrar 
    DNA: estrutura e função 
    Onde somos diferentes: alelo, loco e perfil genético 
    Natureza comparativa do exame de DNA 
    Vínculo genético: uma questão de família 
    DNA mitocondrial 
    Materiais biológicos que podem conter DNA 
    Todo contato deixa uma marca: DNA de contato 
    Antes de procurar: biossegurança 
    Prevenção 
    Na ocorrência de um acidente 
    Descarte apropriado de lixo biológico 
    Como encontrar 
    Vestígios ostensivos x Vestígios latentes 
    Métodos gerais de busca 
    Luz forense 
    Testes preliminares para sangue 
    Testes de fluorescência/luminescência 
    Testes de cor 
    Testes imunocromatográficos
    Testes preliminares para sêmen 
    Análise Patológica (microscopia para espermatozoides) 
    Detecção de PSA (ou p30) 
    Detecção de semenogelina 
    Detecção de fosfatase ácida seminal 
    Detecção por ELISA 
    Testes para saliva 
    Como coletar e acondicionar 
    Etapas do exame de DNA 
    Fatores que afetam o vestígio para genética 
    Contaminação 
    Inibição 
    Degradação 
    Características ideais do material de coleta e preservação 
    Esterilização x descontaminação 
    Kit de coleta 
    Materiais básicos de coleta 
    Técnicas de coleta, acondicionamento e preservação 
    Técnicas de coleta 
    Fluidos biológicos 
    Preservativos 
    Pelos 
    Projéteis 
    Impressões digitais e DNA de contato 
    Sólidos e semissólidos: tecidos orgânicos, fluidos absorvidos no solo, vômito, fezes 
    Coleta de cadáveres 
    Coleta de material biológico sob as unhas 
    Pai, irmão ou escova de dentes: amostras de referência 
    Amostras de referência diretas 
    Suabe de mucosa oral 
    Coleta de sangue capilar por punção digital 
    Coleta de sangue por punção venosa 
    Amostras de referência indiretas 
    Secos ou molhados? Como preservar 
    Materiais secos 
    Pelo: um caso especial 
    Materiais úmidos e líquidos 
    Sangue de referência, outro caso especial 
    Banco de dados de perfis genéticos 
    Resumo 
    Questões para análise
    Referências 

    Capítulo 5 
    Vestígios Entomológicos

    Introdução 
    Sobre a Entomologia Forense 
    Aplicações da Entomologia Forense 
    A Estimativa do Intervalo Post-Mortem (IPM) 
    Estudo de um caso real 
    Métodos de coleta e procedimentos de local 
    Documentação do local 
    Identificação e coleta 
    O que coletar? - ovos, larvas e pupas 
    Acondicionamento e transporte 
    Material para coleta 
    Sugestão de Cadeia de Custódia para Vestígios Entomológicos 
    Resumo 
    Questões para análise
    Referências 

    Capítulo 6
    Vestígios Morfológicos

    Introdução
    Principais vestígios morfológicos
    Pegadas, marcas de calçados e pneumáticos 
    Formação das pegadas 
    Padrões de pegadas em diferentes condições 
    Correlação entre dimensões de pés, número do calçado e pegadas 
    As impressões de pneumáticos 
    Considerações sobre direção e sentido de deslocamento 
    Sentido de deslocamento 
    Tipos de impressões de calçados e pneumáticos 
    Impressões planas ou bidimensionais 
    Impressões pressionadas ou tridimensionais 
    Pesquisa de vestígios 
    Documentação 
    Fotografia 
    Estabilidade e distância do objeto 
    Iluminação 
    Nivelamento 
    Escala e identificação 
    Recuperação de impressões de pegadas e de pneumáticos 
    Técnica de modelagem 
    Preparação do vestígio 
    Modelagem em gesso 
    Impressão digital 
    Sistema Vucetich de identificação 
    Composição química das impressões digitais 
    Revelação de impressões digitais 
    Técnica do pó 
    Usos dos pós 
    Vapor de iodo 
    Ninidrina 
    Técnica do Cianoacrilato (Supercola) 
    Acondicionamento e transporte de materiais para o laboratório 
    Marcas produzidas por ferramentas 
    Marcas de mordida 
    Marcas de mordida na pele humana 
    Fotografia de marcas de mordida
    Confronto e identificação do autor da mordida 
    Impressões labiais 
    Documentação e coleta de impressões labiais 
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 7 
    Vestígios Químicos

    Introdução
    Natureza dos vestígios químicos e aspectos de segurança 
    Manuseio de vestígios químicos 
    Metodologias de amostragem 
    Amostragem arbitrária 
    Amostragem estatística 
    Acondicionamento de produtos químicos 
    Transporte de vestígios químicos 
    Principais vestígios químicos 
    Precursores, entorpecentes e diluentes 
    O Controle de produtos químicos 
    Combustíveis 
    Como proceder à amostragem e coleta 
    Medicamentos 
    Como proceder à amostragem e coleta 
    Agrotóxicos 
    Como proceder à amostragem e coleta 
    Bebidas 
    Como proceder à amostragem e coleta 
    Material radioativo 
    Venenos e outros toxicantes 
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 8 
    Vestígios Físicos

    Introdução
    O que são vestígios físicos 
    Armas e instrumentos de crime
    Armas brancas 
    Identificação e documentação 
    Coleta e acondicionamento 
    Armas de Fogo 
    Acondicionamento 
    Projéteis e estojos de armas de fogo 
    Coleta 
    Acondicionamento 
    Instrumentos de crimes diversos 
    Peças de vestuário 
    Coleta e Acondicionamento 
    Objetos diversos 
    Objetos que podem auxiliar a compreensão da dinâmica 
    Vidros
    Tipos de vidros 
    Vidro Comum 
    Vidro Temperado 
    Vidro Laminado 
    Vidro blindado
    Estudo do quebramento de vidros 
    Rupturas Radiais 
    Rupturas Espirais (Concêntricas) 
    Cone de Transfixação 
    Exames Periciais em Vidros 
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 9 
    Microvestígios

    Introdução
    Conceito de microvestígios 
    Tipos de microvestígios 
    Microvestígios minerais 
    Areias 
    Solos 
    Fibras sintéticas e naturais 
    Microvestígios minerais antropogênicos 
    Outros materiais antropogênicos de origem mineral 
    Tijolos 
    Tintas 
    Plásticos e vidros 
    Vidros 
    Fibras não minerais 
    Limalhas 
    Microvestígios biológicos 
    Madeira 
    Microfósseis 
    Palinologia 
    Cabelo humano 
    Reconhecimento, processamento e análise de microvestígios 
    Reconhecimento 
    Processamento 
    Análise 
    Resumo 
    Questões para análise
    Referências 

    Capítulo 10 
    Análise de locais com disparo de arma de fogo

    Introdução
    Unidades e conversões
    Relações de comprimento 
    Relações de massa 
    Relações de velocidade 
    Relações de pressão 
    Matemática para locais de crime
    Relações geométricas 
    Relações trigonométricas 
    Cálculo do ângulo de impacto 
    A documentação de armas no local de crime
    Procedimento de documentação 
    A documentação de locais de impacto e orifícios de projéteis no local de crime
    Procedimento de documentação 
    A utilização de bastões de trajetória
    Procedimentos: utilização e cuidados 
    Bastões de trajetória: resumo 
    Estimativa de distância de disparo
    Requisitos 
    Estimativa de distância em armas de alma raiada 
    Procedimento experimental 
    Estimativa de distância em armas de alma lisa 
    Procedimento experimental 
    Estudo dos padrões de ejeção de estojos
    Procedimento experimental 
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 11 
    Análise de locais com manchas de sangue 

    Introdução
    Classificação de manchas de sangue
    Manchas regulares 
    Gotejadas 
    Arterial 
    Cast-off (espargimento de dissociação) 
    Impactadas/projetadas 
    Manchas irregulares 
    Manchas alteradas 
    Contato 
    Diluída 
    Sombra/fantasma 
    Manchas de acúmulo 
    Sangue sobre sangue 
    Saturadas 
    Poça 
    Manchas por escorrimento 
    Cálculos e terminologias para determinação da região de origem 
    Altura de queda 
    Ponto de impacto e ângulo de incidência 
    Determinação da área de convergência e da região de origem 
    Documentação das manchas de sangue
    Introdução 
    Procedimentos 
    Fotografias e anotações gerais 
    Seleção e classificação 
    Amarração do posicionamento da mancha, medição e rotação 
    Uso de etiquetas e marcadores 
    Cálculo de área de convergência e de região de origem 
    Fotografias 
    Modelo de documento 
    Materiais para documentação 
    Considerações finais 
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 12 
    Análise de locais de crime com vítima fatal
    Introdução

    O exame externo do cadáver (perinecroscópico)
    1ª Etapa: exame visual do cadáver 
    Posição 
    Identificação 
    2ª Etapa: exame das vestes 
    3ª Etapa: exame do cadáver 
    Caracterização das lesões e correlação com instrumento
    Lesões provocadas por energia mecânica 
    Lesão punctória 
    Lesão incisa 
    Lesão contusa 
    Rubefação 
    Equimose 
    Sugilações 
    Escoriação 
    Hematoma 
    Bossa 
    Ferida contusa 
    Fraturas 
    Pérfuro-incisa 
    Corto-contusas 
    Pérfuro-contusas 
    Lesões pérfuro-contusas produzidas por projéteis de arma de fogo 
    Lesão de entrada x lesão de saída 
    A Orifício de entrada 
    B Orifício de saída 
    Estimativa da distância do disparo 
    Disparo distante 
    Disparo a curta distância 
    Disparo encostado 
    Projéteis Múltiplos 
    Particularidades dos vestígios em diferentes modalidades de morte
    Asfixias 
    Por constrição cervical 
    Enforcamento 
    Estrangulamento 
    Esganadura 
    Por sufocação 
    Por engasgamento 
    Por aspiração 
    Soterramento 
    Confinamento 
    Compressão do tórax 
    Por imersão do indivíduo em meio líquido gases irrespiráveis 
    Meio líquido - afogamento 
    Ambientes de gases irrespiráveis 
    Envenenamento
    Fenômenos cadavéricos e o tempo de morte
    O processo da morte 
    Esfriamento cadavérico 
    Rigidez cadavérica 
    Livores ou manchas de hipóstase 
    O processo de putrefação 
    1º - Período cromático (período de coloração, período das manchas) 
    2º - Período enfisematoso (período gasoso)
    3º - Período coliquativo (período de redução dos tecidos) 
    4º - Período de esqueletização 
    Fenômenos conservadores do cadáver 
    Saponificação 
    Mumificação 
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 13 
    Análise de locais de crime contra o patrimônio

    Crimes contra o patrimônio
    Locais de crimes contra o patrimônio
    O crime de furto 
    Causas de aumento de pena e qualificadoras 
    Furto em edificações 
    Furto de/ou em veículos 
    Furto de energia elétrica, água, telefone e sinal de TV a cabo 
    Furto privilegiado 
    O crime de roubo 
    Roubo impróprio
    Causas de aumento de pena 
    Qualificadora 
    O crime de dano 
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 14 
    Análise de casos reais: da dinâmica aos vestígios

    Introdução
    Análise dos casos
    Caso I - Ladrão tentou assaltar a família de um escrivão de polícia, mas se deu mal 
    Contextualizando o caso 
    O resumo da dinâmica apontada pela perícia 
    Identificando e trabalhando com os vestígios que deram sustentação à dinâmica 
    Quais vestígios levaram os peritos criminais a concluir pela ocorrência de vários disparos? 
    Qual o vestígio permitiu aos peritos criminais concluir que "o primeiro indivíduo estava
    sobre a bicicleta quando foi atingido pelo projétil" ? 
    Qual o vestígio que permitiu aos peritos concluir que o corpo não foi retirado da posição
    final de inércia (morte)? 
    O segundo indivíduo, que se localizava próximo ao primeiro, após ter sido atingido,
    empreendeu fuga do local, caminhando por cerca de 240 metros até o piso asfáltico,
    localizado em frente ao prédio da Igreja Universal do Reino de Deus Qual a base técnica da
    perícia que permitiu sustentar esta informação? Como localizar o referido indivíduo e ligá-lo à cena?
    Caso II - Um suspeito socialmente improvável, mas pericialmente confirmado 
    Contextualizando o caso 
    Informações Complementares 
    O resumo da dinâmica apontada pela perícia 
    Identificando e trabalhando com os vestígios que deram sustentação a dinâmica 
    Quais vestígios levaram os peritos criminais a concluir que a vítima, depois de ferida,
    permaneceu, por certo tempo, em pé ou em posição próxima a esta condição? 
    Quais vestígios levaram os peritos criminais a concluir que a vítima foi atingida por
    parte dos golpes depois que já estava tombada no piso da sala? 
    Quais vestígios levaram os peritos criminais a concluir que a vítima foi atingida por
    pelo menos um instrumento em ações perfurocortante e cortante? 
    Qual o embasamento técnico que permitiu os peritos criminais concluírem que outra
    pessoa andou no interior da residência calçando pelo menos o chinelo correspondente
    ao pé esquerdo que foi enviado ao Instituto de Criminalística? 
    Por que os peritos criminais concluíram que houve tentativa de limpeza do local periciado? 
    Resultado das investigações 
    Caso III - Os vestígios de uma auto-eliminação por enforcamento 
    Contextualizando o caso 
    O resumo da dinâmica apontada pela perícia 
    Identificando e trabalhando com os vestígios que deram sustentação a dinâmica 
    Quais vestígios levaram os peritos criminais a concluir que a vítima apoiou ao menos
    um dos pés na parte superior do encosto da cadeira e segurou no cano do chuveiro
    no momento em que foi montar o sistema de forca? 
    Por que os peritos criminais concluíram que o quadro de vestígios observado era
    característico de suicídio? 
    Caso IV - Constatando o inesperado no processo de arrombamento 
    Contextualizando o caso 
    O resumo da dinâmica apontada pela perícia 
    Identificando e trabalhando com os vestígios que deram sustentação à dinâmica 
    Quais vestígios levaram os peritos a concluir pela ocorrência de simulação de arrombamento? 
    Análise dos vestígios de serramento da porta do cofre 
    Análise dos dados do relatório Log 
    Quais vestígios permitiram caracterizar o crime de dano contra o patrimônio público? 
    Como foi possível a perícia estimar o valor do furto? 
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 15 
    Elaboração de laudo de local de crime

    Introdução 
    Estrutura de um Laudo de Local
    Cabeçalho 
    Título 
    Preâmbulo 
    Histórico 
    Objetivo dos Exames 
    Exames 
    Local 
    Localização e Acesso 
    Descrição do Local 
    A Contextualização 
    B Descrição externa 
    C Descrição interna 
    D Outros elementos 
    Sistemas de Segurança 
    Vestígios 
    Exames Complementares 
    Considerações Técnico-Periciais 
    Análise e Interpretação dos Vestígios 
    Dinâmica do Evento 
    Conclusão e Resposta aos Quesitos 
    Impossibilidade de conclusão 
    Anexos 
    Resumo
    Questões para análise
    Referências Bibliográficas

    Capítulo 16 
    Reprodução Simulada

    Introdução
    Reprodução Simulada x Recognição Visuográfica 
    Planejamento do Exame
    A Execução do Exame: condições e procedimentos
    A equipe pericial deve estar formada com as devidas divisões de funções estabelecidas 
    Cadeia de comando única 
    Reunião preliminar da equipe e esclarecimento de procedimentos 
    Entrevistas dos envolvidos (Atores da Infração) 
    A Vítima 
    O Acusado 
    As Testemunhas 
    Isolamento dos Atores da Infração 
    Encenação das versões 
    Análises complementares após a encenação das versões 
    Análise Temporal dos fatos 
    Análise experimental para determinação da força necessária para o disparo 
    Resultado Final do Exame de Reprodução Simulada: O Laudo
    Resumo
    Questões para análise
    Bibliografia

    Capítulo 17 
    A perícia em locais de desastres em massa

    O desastre
    Conceito de desastre 
    Classificação dos desastres em massa 
    Classificação quanto à origem do evento 
    Classificação quanto à população envolvida 
    Resposta sistêmica aos desastres
    Múltiplos organismos envolvidos em desastres 
    Plataforma de gerenciamento de desastres: Sistema de Comando de Incidentes (SCI) 
    Plano de contingência
    O perito no local do desastre
    Objetivos da perícia em situações de desastres em massa 
    Prioridades no local do desastre 
    O corpo como fonte de informação 
    Identificação de Vítimas de Desastres
    Estrutura do Grupo de Identificação de Vítimas de Desastres 
    Métodos de Identificação 
    Identificação ou Reconhecimento? 
    Identificação em Situação de Múltiplas Fatalidades 
    Métodos Primários e Secundários de Identificação 
    Métodos Primários de Identificação 
    Papiloscopia 
    Odontologia Forense 
    Genética Forense (DNA) 
    Métodos Secundários de Identificação 
    Informações Médicas 
    Antropologia Forense 
    Vestes, objetos pessoas, documentos vinculados 
    Fases do processo de identificação em situações de desastres 
    FASE I: Local (equipe de busca e recuperação de corpos) 
    Atividades da equipe de DVI no local do desastre 
    Manejo de corpos: existe risco de contaminação e epidemias? 
    Fase 2: Ante Mortem (AM) 
    Assistência aos familiares 
    Fase 3: Post Mortem (PM) 
    A necropsia sempre será realizada em casos de DVI? 
    Fase 4: Reconciliação 
    Metodologia de trabalho 
    Uso de sistemas computacionais no processo de reconciliação 
    Comitê de Identificação 
    Término do processo de DVI 
    Resumo 
    Questões para análise
    Referências 
    Autores 
    Sobre os Autores Organizadores
    Sobre os Autores Colaboradores
    Créditos 
    Crédito de figuras, tabelas e capa dos capítulos 
    Capítulo 1
    Capítulo 2
    Capítulo 3
    Capítulo 4
    Capítulo 5
    Capítulo 6
    Capítulo 7
    Capítulo 8
    Capítulo 9
    Capítulo 10
    Capítulo 11
    Capítulo 12
    Capítulo 13
    Capítulo 14
    Capítulo 15
    Capítulo 16
    Capítulo 17