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Locais de Crime – Dos Vestígios à Dinâmica Criminosa Cód. do Produto: 2825

Autores: Jesus Antonio Velho - Karina Alves Costa - Clayton Tadeu Mota Damasceno


 
De: R$ 258,00
Por: R$ 180,60
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Aborda conceitos,técnicas e procedimentos aplicados ao processamento pericial de locais de crime. Com desenhos esquemáticos de procedimentos,análises de casos, imagens e fotos em cores. Obra adequada para sala de aula, em cursos de graduação, formação e atualização de peritos e em cursos preparatórios específicos para concursos.Constitui um verdadeiro tratado sobre Locais de Crime, é leitura indispensável para aqueles que atuam ou pretendem atuar na área forense.

Sobre os Autores:

Jesus Antonio Velho
Graduado em Farmácia-bioquímica pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) com doutorado em Fisiopatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Já foi Perito Oficial do Estado de Minas Gerais e hoje atua como Perito Criminal Federal, nas áreas de Análises de Locais de Crime, Química Forense, Documentoscopia, Balística Forense, entre outras. Em relação às atividades de ensino, é professor concursado de Criminalística da Universidade de São Paulo (USP), e professor convidado da área de Criminalística/Locais de Crime na Academia Nacional de Polícia, em cursos de formação profissional da Polícia Federal. É autor organizador dos livros “Ciências Forenses: uma introdução às principais áreas da Criminalística Moderna” e “Fundamentos de Química Forense: Uma análise prática da química que soluciona crimes”. É vice-presidente da Sociedade Brasileira de Ciências Forenses, biênio 2013/2014.

Karina Alves Costa
Graduada em Ciências Biológicas, bacharelado em Genética, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atuou em pesquisa na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), na área de Farmacologia Aplicada e lecionou em instituições privadas de ensino. Atua como Perita Criminal Federal desde 2006, leciona a disciplina de Locais de Crime nos cursos de formação profissional da Academia Nacional de Polícia e contribui para elaboração de material didático na área.

Clayton Tadeu Mota Damasceno
Graduado em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), especialista em Metodologia do Ensino Superior pela Universidade de Brasília (UNB), mestre em Engenharia Química pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Atua como Perito Criminal Federal desde 1996. É Professor e Coordenador das Disciplinas de Perícia em Locais de Crime e Criminalística da Academia Nacional de Polícia. Atua na formação de Peritos Criminais Federais em Locais de Crime desde 1999. Possui experiência nas áreas de Perícias de Laboratório, Balística Forense e Locais de Crime. Foi responsável pela implementação do e-learning na Polícia Federal.

Colaboradores:

Alberi Espindula
Aline Thaís Bruni
Antonio Augusto Canelas Neto
Bruno Zschaber Mav ignier de Castro
Carlos Cesar Bezerra
Carlos Eduardo Palhares Mac hado
Cristiano Furtado Assis do Carmo
Fábio Augusto da Silva Salva dor
Guilherme Henrique Braga de Miranda
Gustav o Lucena Kortmann
Jorge Jardim Zacca
Jorge Marcelo de Freitas
José Roberto Pujol Luz
Kátia Michelin
Malthus Galvão
Marcelo Jost
Maria Margareth Vidal
Ricardo Luís Yoshida
Tacio Pinheiro Bezerra
Capítulo 1
O local de crime e suas interfaces

O crime
Conceito de crime
Evolução do crime de homicídio no Brasil
Teoria dos controles
O papel central da Perícia Criminal na resolução de crimes: desafios a vencer
Dois Casos, uma Perícia: O caso Naves x O caso Nardoni
Local de crime - conceitos básicos
Definição de local de crime
O Local como fonte de Informação
Informações subjetivas
Informações oriundas de vestígios - objetivas
Teoria dos vestígios
Relação dos vestígios com os fatos
Relação dos vestígios com o autor
Vestígios e Indícios
Cadeia de custódia
Propósito da investigação em locais de crime
Conhecer os fatos
Obter provas
Assegurar a cadeia de custódia
Necessidade técnica
Locais de interesse da polícia
Local onde aconteceu o fato
Local que sofreu as consequências do crime
Local onde o crime foi planejado
Local relacionado ao fato
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 2
Isolamento e preservação de locais de crime

Introdução
Fundamentos da preservação dos locais
Classificação dos locais
Papel do primeiro policial
Procedimentos de Segurança
Emergências médicas
Procedimentos de Isolamento e Controle do Local
A delimitação física do perímetro
O isolamento do local
Procedimentos de Coleta e Preservação de Informações
Variáveis presentes nas cenas de crime que podem influenciar os procedimentos de isolamento
Profissionais de Imprensa
Pessoas curiosas
Vítimas
Parentes das vítimas
Autoridades diversas
Outras forças policiais
Dificuldades estruturais
Fatores climáticos
Responsabilidade da Autoridade Policial
Responsabilidade dos Peritos Criminais
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 3
Processamento pericial do local de crime

Introdução
Preparação
Informações preliminares
Natureza do evento
Localização exata da cena
Transcurso de Tempo
Recursos materiais
Meios de transporte
Meios de comunicação
Materiais de apoio
Materiais básicos para os exames periciais de locais de crime
Chegada ao local
Cadeia de comando
Assumir o local
Reunião preliminar
Entrevistas
Busca inicial de vestígios
Busca completa
Padrões de Busca
Busca em espiral
Busca por quadrante
Busca em linha
Busca em linha cruzada
Documentação do local
Descrição narrativa
Fotografia
Fotografias de vestígios
Controle do Registro fotográfico
Outras recomendações
Elaboração do croqui do local
Método da triangulação
Método da linha base
Método das coordenadas cartesianas
Uso de softwares na produção de croquis
Scanner Laser 3D
Coleta de vestígios
Amostragem
Amostras padrão ou controle
Reunião final
Liberação do local
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 4
Vestígios Biológicos

O que são e por que procurar
Onde encontrar
DNA: estrutura e função
Onde somos diferentes: alelo, loco e perfil genético
Natureza comparativa do exame de DNA
Vínculo genético: uma questão de família
DNA mitocondrial
Materiais biológicos que podem conter DNA
Todo contato deixa uma marca: DNA de contato
Antes de procurar: biossegurança
Prevenção
Na ocorrência de um acidente
Descarte apropriado de lixo biológico
Como encontrar
Vestígios ostensivos x Vestígios latentes
Métodos gerais de busca
Luz forense
Testes preliminares para sangue
Testes de fluorescência/luminescência
Testes de cor
Testes imunocromatográficos
Testes preliminares para sêmen
Análise Patológica (microscopia para espermatozoides)
Detecção de PSA (ou p30)
Detecção de semenogelina
Detecção de fosfatase ácida seminal
Detecção por ELISA
Testes para saliva
Como coletar e acondicionar
Etapas do exame de DNA
Fatores que afetam o vestígio para genética
Contaminação
Inibição
Degradação
Características ideais do material de coleta e preservação
Esterilização x descontaminação
Kit de coleta
Materiais básicos de coleta
Técnicas de coleta, acondicionamento e preservação
Técnicas de coleta
Fluidos biológicos
Preservativos
Pelos
Projéteis
Impressões digitais e DNA de contato
Sólidos e semissólidos: tecidos orgânicos, fluidos absorvidos no solo, vômito, fezes
Coleta de cadáveres
Coleta de material biológico sob as unhas
Pai, irmão ou escova de dentes: amostras de referência
Amostras de referência diretas
Suabe de mucosa oral
Coleta de sangue capilar por punção digital
Coleta de sangue por punção venosa
Amostras de referência indiretas
Secos ou molhados? Como preservar
Materiais secos
Pelo: um caso especial
Materiais úmidos e líquidos
Sangue de referência, outro caso especial
Banco de dados de perfis genéticos
Resumo
Questões para análise
Referências

Capítulo 5
Vestígios Entomológicos

Introdução
Sobre a Entomologia Forense
Aplicações da Entomologia Forense
A Estimativa do Intervalo Post-Mortem (IPM)
Estudo de um caso real
Métodos de coleta e procedimentos de local
Documentação do local
Identificação e coleta
O que coletar? - ovos, larvas e pupas
Acondicionamento e transporte
Material para coleta
Sugestão de Cadeia de Custódia para Vestígios Entomológicos
Resumo
Questões para análise
Referências

Capítulo 6
Vestígios Morfológicos

Introdução
Principais vestígios morfológicos
Pegadas, marcas de calçados e pneumáticos
Formação das pegadas
Padrões de pegadas em diferentes condições
Correlação entre dimensões de pés, número do calçado e pegadas
As impressões de pneumáticos
Considerações sobre direção e sentido de deslocamento
Sentido de deslocamento
Tipos de impressões de calçados e pneumáticos
Impressões planas ou bidimensionais
Impressões pressionadas ou tridimensionais
Pesquisa de vestígios
Documentação
Fotografia
Estabilidade e distância do objeto
Iluminação
Nivelamento
Escala e identificação
Recuperação de impressões de pegadas e de pneumáticos
Técnica de modelagem
Preparação do vestígio
Modelagem em gesso
Impressão digital
Sistema Vucetich de identificação
Composição química das impressões digitais
Revelação de impressões digitais
Técnica do pó
Usos dos pós
Vapor de iodo
Ninidrina
Técnica do Cianoacrilato (Supercola)
Acondicionamento e transporte de materiais para o laboratório
Marcas produzidas por ferramentas
Marcas de mordida
Marcas de mordida na pele humana
Fotografia de marcas de mordida
Confronto e identificação do autor da mordida
Impressões labiais
Documentação e coleta de impressões labiais
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 7

Vestígios Químicos
Introdução
Natureza dos vestígios químicos e aspectos de segurança
Manuseio de vestígios químicos
Metodologias de amostragem
Amostragem arbitrária
Amostragem estatística
Acondicionamento de produtos químicos
Transporte de vestígios químicos
Principais vestígios químicos
Precursores, entorpecentes e diluentes
O Controle de produtos químicos
Combustíveis
Como proceder à amostragem e coleta
Medicamentos
Como proceder à amostragem e coleta
Agrotóxicos
Como proceder à amostragem e coleta
Bebidas
Como proceder à amostragem e coleta
Material radioativo
Venenos e outros toxicantes
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 8

Vestígios Físicos
Introdução
O que são vestígios físicos
Armas e instrumentos de crime
Armas brancas
Identificação e documentação
Coleta e acondicionamento
Armas de Fogo
Acondicionamento
Projéteis e estojos de armas de fogo
Coleta
Acondicionamento
Instrumentos de crimes diversos
Peças de vestuário
Coleta e Acondicionamento
Objetos diversos
Objetos que podem auxiliar a compreensão da dinâmica
Vidros
Tipos de vidros
Vidro Comum
Vidro Temperado
Vidro Laminado
Vidro blindado
Estudo do quebramento de vidros
Rupturas Radiais
Rupturas Espirais (Concêntricas)
Cone de Transfixação
Exames Periciais em Vidros
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 9
Microvestígios

Introdução
Conceito de microvestígios
Tipos de microvestígios
Microvestígios minerais
Areias
Solos
Fibras sintéticas e naturais
Microvestígios minerais antropogênicos
Outros materiais antropogênicos de origem mineral
Tijolos
Tintas
Plásticos e vidros
Vidros
Fibras não minerais
Limalhas
Microvestígios biológicos
Madeira
Microfósseis
Palinologia
Cabelo humano
Reconhecimento, processamento e análise de microvestígios
Reconhecimento
Processamento
Análise
Resumo
Questões para análise
Referências

Capítulo 10
Análise de locais com disparo de arma de fogo

Introdução
Unidades e conversões
Relações de comprimento
Relações de massa
Relações de velocidade
Relações de pressão
Matemática para locais de crime
Relações geométricas
Relações trigonométricas
Cálculo do ângulo de impacto
A documentação de armas no local de crime
Procedimento de documentação
A documentação de locais de impacto e orifícios de projéteis no local de crime
Procedimento de documentação
A utilização de bastões de trajetória
Procedimentos: utilização e cuidados
Bastões de trajetória: resumo
Estimativa de distância de disparo
Requisitos
Estimativa de distância em armas de alma raiada
Procedimento experimental
Estimativa de distância em armas de alma lisa
Procedimento experimental
Estudo dos padrões de ejeção de estojos
Procedimento experimental
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 11
Análise de locais com manchas de sangue

Introdução
Classificação de manchas de sangue
Manchas regulares
Gotejadas
Arterial
Cast-off (espargimento de dissociação)
Impactadas/projetadas
Manchas irregulares
Manchas alteradas
Contato
Diluída
Sombra/fantasma
Manchas de acúmulo
Sangue sobre sangue
Saturadas
Poça
Manchas por escorrimento
Cálculos e terminologias para determinação da região de origem
Altura de queda
Ponto de impacto e ângulo de incidência
Determinação da área de convergência e da região de origem
Documentação das manchas de sangue
Introdução
Procedimentos
Fotografias e anotações gerais
Seleção e classificação
Amarração do posicionamento da mancha, medição e rotação
Uso de etiquetas e marcadores
Cálculo de área de convergência e de região de origem
Fotografias
Modelo de documento
Materiais para documentação
Considerações finais
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 12
Análise de locais de crime com vítima fatal
Introdução

O exame externo do cadáver (perinecroscópico)
1ª Etapa: exame visual do cadáver
Posição
Identificação
2ª Etapa: exame das vestes
3ª Etapa: exame do cadáver
Caracterização das lesões e correlação com instrumento
Lesões provocadas por energia mecânica
Lesão punctória
Lesão incisa
Lesão contusa
Rubefação
Equimose
Sugilações
Escoriação
Hematoma
Bossa
Ferida contusa
Fraturas
Pérfuro-incisa
Corto-contusas
Pérfuro-contusas
Lesões pérfuro-contusas produzidas por projéteis de arma de fogo
Lesão de entrada x lesão de saída
A Orifício de entrada
B Orifício de saída
Estimativa da distância do disparo
Disparo distante
Disparo a curta distância
Disparo encostado
Projéteis Múltiplos
Particularidades dos vestígios em diferentes modalidades de morte
Asfixias
Por constrição cervical
Enforcamento
Estrangulamento
Esganadura
Por sufocação
Por engasgamento
Por aspiração
Soterramento
Confinamento
Compressão do tórax
Por imersão do indivíduo em meio líquido gases irrespiráveis
Meio líquido - afogamento
Ambientes de gases irrespiráveis
Envenenamento
Fenômenos cadavéricos e o tempo de morte
O processo da morte
Esfriamento cadavérico
Rigidez cadavérica
Livores ou manchas de hipóstase
O processo de putrefação
1º - Período cromático (período de coloração, período das manchas)
2º - Período enfisematoso (período gasoso)
3º - Período coliquativo (período de redução dos tecidos)
4º - Período de esqueletização
Fenômenos conservadores do cadáver
Saponificação
Mumificação
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 13
Análise de locais de crime contra o patrimônio

Crimes contra o patrimônio
Locais de crimes contra o patrimônio
O crime de furto
Causas de aumento de pena e qualificadoras
Furto em edificações
Furto de/ou em veículos
Furto de energia elétrica, água, telefone e sinal de TV a cabo
Furto privilegiado
O crime de roubo
Roubo impróprio
Causas de aumento de pena
Qualificadora
O crime de dano
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 14
Análise de casos reais: da dinâmica aos vestígios

Introdução
Análise dos casos
Caso I - Ladrão tentou assaltar a família de um escrivão de polícia, mas se deu mal
Contextualizando o caso
O resumo da dinâmica apontada pela perícia
Identificando e trabalhando com os vestígios que deram sustentação à dinâmica
Quais vestígios levaram os peritos criminais a concluir pela ocorrência de vários disparos?
Qual o vestígio permitiu aos peritos criminais concluir que "o primeiro indivíduo estava
sobre a bicicleta quando foi atingido pelo projétil" ?
Qual o vestígio que permitiu aos peritos concluir que o corpo não foi retirado da posição
final de inércia (morte)?
O segundo indivíduo, que se localizava próximo ao primeiro, após ter sido atingido,
empreendeu fuga do local, caminhando por cerca de 240 metros até o piso asfáltico,
localizado em frente ao prédio da Igreja Universal do Reino de Deus Qual a base técnica da
perícia que permitiu sustentar esta informação? Como localizar o referido indivíduo e ligá-lo à cena?
Caso II - Um suspeito socialmente improvável, mas pericialmente confirmado
Contextualizando o caso
Informações Complementares
O resumo da dinâmica apontada pela perícia
Identificando e trabalhando com os vestígios que deram sustentação a dinâmica
Quais vestígios levaram os peritos criminais a concluir que a vítima, depois de ferida,
permaneceu, por certo tempo, em pé ou em posição próxima a esta condição?
Quais vestígios levaram os peritos criminais a concluir que a vítima foi atingida por
parte dos golpes depois que já estava tombada no piso da sala?
Quais vestígios levaram os peritos criminais a concluir que a vítima foi atingida por
pelo menos um instrumento em ações perfurocortante e cortante?
Qual o embasamento técnico que permitiu os peritos criminais concluírem que outra
pessoa andou no interior da residência calçando pelo menos o chinelo correspondente
ao pé esquerdo que foi enviado ao Instituto de Criminalística?
Por que os peritos criminais concluíram que houve tentativa de limpeza do local periciado?
Resultado das investigações
Caso III - Os vestígios de uma auto-eliminação por enforcamento
Contextualizando o caso
O resumo da dinâmica apontada pela perícia
Identificando e trabalhando com os vestígios que deram sustentação a dinâmica
Quais vestígios levaram os peritos criminais a concluir que a vítima apoiou ao menos
um dos pés na parte superior do encosto da cadeira e segurou no cano do chuveiro
no momento em que foi montar o sistema de forca?
Por que os peritos criminais concluíram que o quadro de vestígios observado era
característico de suicídio?
Caso IV - Constatando o inesperado no processo de arrombamento
Contextualizando o caso
O resumo da dinâmica apontada pela perícia
Identificando e trabalhando com os vestígios que deram sustentação à dinâmica
Quais vestígios levaram os peritos a concluir pela ocorrência de simulação de arrombamento?
Análise dos vestígios de serramento da porta do cofre
Análise dos dados do relatório Log
Quais vestígios permitiram caracterizar o crime de dano contra o patrimônio público?
Como foi possível a perícia estimar o valor do furto?
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 15
Elaboração de laudo de local de crime

Introdução
Estrutura de um Laudo de Local
Cabeçalho
Título
Preâmbulo
Histórico
Objetivo dos Exames
Exames
Local
Localização e Acesso
Descrição do Local
A Contextualização
B Descrição externa
C Descrição interna
D Outros elementos
Sistemas de Segurança
Vestígios
Exames Complementares
Considerações Técnico-Periciais
Análise e Interpretação dos Vestígios
Dinâmica do Evento
Conclusão e Resposta aos Quesitos
Impossibilidade de conclusão
Anexos
Resumo
Questões para análise
Referências Bibliográficas

Capítulo 16
Reprodução Simulada

Introdução
Reprodução Simulada x Recognição Visuográfica
Planejamento do Exame
A Execução do Exame: condições e procedimentos
A equipe pericial deve estar formada com as devidas divisões de funções estabelecidas
Cadeia de comando única
Reunião preliminar da equipe e esclarecimento de procedimentos
Entrevistas dos envolvidos (Atores da Infração)
A Vítima
O Acusado
As Testemunhas
Isolamento dos Atores da Infração
Encenação das versões
Análises complementares após a encenação das versões
Análise Temporal dos fatos
Análise experimental para determinação da força necessária para o disparo
Resultado Final do Exame de Reprodução Simulada: O Laudo
Resumo
Questões para análise
Bibliografia

Capítulo 17
A perícia em locais de desastres em massa

O desastre
Conceito de desastre
Classificação dos desastres em massa
Classificação quanto à origem do evento
Classificação quanto à população envolvida
Resposta sistêmica aos desastres
Múltiplos organismos envolvidos em desastres
Plataforma de gerenciamento de desastres: Sistema de Comando de Incidentes (SCI)
Plano de contingência
O perito no local do desastre
Objetivos da perícia em situações de desastres em massa
Prioridades no local do desastre
O corpo como fonte de informação
Identificação de Vítimas de Desastres
Estrutura do Grupo de Identificação de Vítimas de Desastres
Métodos de Identificação
Identificação ou Reconhecimento?
Identificação em Situação de Múltiplas Fatalidades
Métodos Primários e Secundários de Identificação
Métodos Primários de Identificação
Papiloscopia
Odontologia Forense
Genética Forense (DNA)
Métodos Secundários de Identificação
Informações Médicas
Antropologia Forense
Vestes, objetos pessoas, documentos vinculados
Fases do processo de identificação em situações de desastres
FASE I: Local (equipe de busca e recuperação de corpos)
Atividades da equipe de DVI no local do desastre
Manejo de corpos: existe risco de contaminação e epidemias?
Fase 2: Ante Mortem (AM)
Assistência aos familiares
Fase 3: Post Mortem (PM)
A necropsia sempre será realizada em casos de DVI?
Fase 4: Reconciliação
Metodologia de trabalho
Uso de sistemas computacionais no processo de reconciliação
Comitê de Identificação
Término do processo de DVI
Resumo
Questões para análise
Referências
Autores
Sobre os Autores Organizadores
Sobre os Autores Colaboradores
Créditos
Crédito de figuras, tabelas e capa dos capítulos
Capítulo 1
Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 4
Capítulo 5
Capítulo 6
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 10
Capítulo 11
Capítulo 12
Capítulo 13
Capítulo 14
Capítulo 15
Capítulo 16
Capítulo 17
Clique aqui e leia trecho do livro.
Ano: 2013

Edição: 1ª edição

Número de Páginas: 592

Peso: 1,93 kg

Altura: 26,5 cm

Largura: 20,2 cm

Lombada: 2,5 cm

Acabamento: Encadernado

I.S.B.N.: 978-85-7625-294-8

Código de Barras: 9788576252948

Valor: R$ 180,60





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