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Balística Forense – Aspectos Técnicos e Jurídicos – 8ª Edição Cód. do Produto: 2820

Autor: Domingos Tocchetto


 
De: R$ 136,00
Por: R$ 102,00
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Esta oitava edição atualiza dados técnicos sobre armas e munições e, em especial, tece comentários sobre lançamentos de arma de contenção menos letal e novo cartucho – e se apresenta com novo projeto editorial, em que as principais imagens dos capítulos são repetidas em cores e ampliadas, em apêndice ao final do livro, atendendo a pedidos de longa data, de parte de leitores.
É dessa maneira envolvente e lúcida que o veterano autor nos transmite, nessa obra magnífica, o seu profundo conhecimento e vasta experiência – legado de uma vida. Não por acaso, a mais completa e consagrada dentre todas as que se publicam no país sobre o assunto, o que a torna fonte de consulta obrigatória para policiais, peritos, academias de polícia, escolas de tiros, militares, profissionais do Direito e estudiosos.

Sobre o autor:
DOMINGOS TOCCHETTO
Perito Criminalístico (1972 a 1991), ex-Chefe do Serviço de Perícias Criminalísticas e da Seção de Balística Forense do Instituto de Criminalística (Porto Alegre, RS), Bacharel em História Natural (Biologia), Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais (Direito), Professor de Criminalística da Escola Superior da Magistratura – AJURIS, de Porto Alegre, RS (1981 a 1998), Professor Honorário da Academia de Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul e Membro da Academia Paraense do Júri. Especialista em Perícias de Balística Forense, título concedido pela Associação Brasileira de Criminalística, em 11.11.07. É conselheiro editorial da Millennium Editora, para assuntos de Criminalística, organizador da coleção Tratado de Perícias Criminalísticas, consultor, professor e palestrante em inúmeros cursos e eventos.
Publicações:
• Balística Forense – Aspectos Técnicos e Jurídicos, 8ª ed., Millennium Editora, 2016;
• Criminalística – Procedimentos e Metodologias, 3ª ed., em co-autoria, Millennium Editora, 2016;
• Organizador do livro Perícia Ambiental Criminal, 3ª ed., Millennium Editora, 2014;
• Coautor do livro Armas Taurus – Uma garantia de qualidade, 5ª ed., Millennium Editora, 2013;
• Coautor do capítulo Criminalística, Impressões Digitais e Locais de Crime in Documentoscopia e Revelações de Impressões Digitais, Millennium Editora, 2013.
Contato: dtocchetto@terra.com.br

Currículos dos Colaboradores:
José Carlos Fauri
Professor da Academia de Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul; Membro do Conselho de Segurança do Codesul.
Área de Especialização: Balística
Contato: jjfauri@gmail.com
Joseli Pérez Baldasso
Perita Criminalística do IGP/RS desde 1997. Experiência: Balística Forense, Local de Crime. Participação como presidente do Grupo de Trabalho no Projeto de Desenvolvimento e Implantação da Cadeia de Custódia do Vestígio no IGP/RS. Participação no Grupo de Trabalho de Cadeia de Custódia - SENASP. Instrutora da disciplina de Cadeia de Custódia nas 3ª, 4ª e 5ª Edições da Instrução de Nivelamento de Conhecimento para Profissionais de Perícia da Força Nacional - SENASP.
Contato: joseli.perez@terra.com.br
Sumário

Capítulo I - A Cadeia de Custódia
Joseli Pérez Baldasso
1. Considerações preliminares
A Importância da Preservação e da Coleta dos Vestígios Materiais
2. A Cadeia de Custódia na Perícia Oficial
2.1. Conceito de Cadeia de Custódia
2.2. Desenvolvimento e Implantação da Cadeia de Custódia
2.3. O Trâmite do Vestígio
2.4. Os Centros de Custódia
2.5. As Fases da Cadeia de Custódia
3. A Cadeia de Custódia na Balística Forense
4. Integrando o local do crime com a Balística Forense
5. Considerações finais
6. Referências Bibliográficas/Fontes de Consulta
Capítulo II - Introdução à Balística Forense
1. Conceito de Arma
2. Conceito de Arma de Fogo
3. Conceito de Balística Forense
4. Divisão da Balística
5. Classificação Geral das Armas de Fogo
5.1. Classificação quanto à alma do cano
5.2. Classificação quanto ao sistema de carregamento
5.3. Classificação quanto ao sistema de inflamação
5.4. Classificação quanto ao funcionamento
5.5. Classificação quanto à mobilidade e ao uso
6. Armas de Uso Restrito e de Uso Permitido
Capítulo III - Armas de Fogo Curtas
1. Revólveres
1.1. Partes essenciais de um revólver
1.2. Classificação dos revólveres
2. Pistolas Semiautomáticas
2.1. Partes essenciais de uma pistola semiautomática
2.2. Classificação das pistolas semiautomáticas
Capítulo IV - Armas de Fogo Longas
1. Principais Tipos de Armas Longas e Portáteis
1.1. Espingarda
1.2. Slug Gun
1.3. Carabina
1.4. Rifle
1.5. Fuzil
1.6. Mosquetão
2. Submetralhadoras Taurus-Famae
3. Submetralhadoras Taurus, Modelos SMT9, SMT40, SMT9 C e SMT40 C
Capítulo V - Armas de Contenção Menos Letais
1. Taser
2. Taser X3
3. Taser X2
4. Taser Xrep
5. TASER X26P
6. Dei Spark Dsk 700
7. Revólver Taurus, Calibre 9mm PA, Modelo 85 RB
8. Lançador Rossi, Calibre 37/38mm, Modelo LT 38-SA
9. Lançador CONDOR, Calibre 40 mm AM-640 e AM-640/n
Capítulo VI - Calibre e Choque das Armas de Fogo
1. Calibre das Armas Raiadas
1.1. Calibre real
1.2. Calibre nominal
2. Sistemas de Confecção das Raias
2.1. Raiamento dos canos por usinagem ou brochamento por corte
2.2. Raiamento dos canos pelo sistema de bilhamento
2.3. Raiamento dos canos pelo sistema de martelamento
3. Calibre das Armas de Alma Lisa
3.1. Calibre real
3.2. Calibre nominal
4. Choque
Capítulo VII - Identificação das Armas de Fogo
1. Identificação Direta
1.1. Identificação direta das armas fabricadas no Brasil
1.1.1. Logotipo ou sinete
1.1.2. Número de série
1.1.2.1. Local da gravação do número de série
1.1.2.2. Composição do número de série
1.1.2.3. Métodos de gravação do número de série
1.1.2.4. Profundidade da gravação do número de série
1.1.2.5. Marcação do número de série no cano e na culatra do ferrolho, quando móvel
1.1.3. Identificação da data de fabricação das armas de fogo
1.1.4. Outras gravações
2. Identificação Indireta
2.1. Fundamentos da identificação indireta de uma arma de fogo
2.2. Classificação das deformações dos projetis expelidos por armas raiadas
2.3. Deformações nos estojos e nas espoletas
Capítulo VIII - Revelação do Número de Série e Outras Gravações Latentes
1. Métodos Utilizados para Remoção ou Alteração do Número de Série
1.1. Limagem
1.2. Puncionamento
1.3. Regravação
1.4. Brocagem
1.5. Soldagem
2. Métodos de Remoção do Número de Série Não Reveláveis
3. Preparação da Superfície
4. Método Químico de Revelação
4.1. Reagentes utilizados para diferentes metais
4.2. Materiais usados por indústrias brasileiras na fabricação de armas
5. Método Eletrolítico de Revelação
Reagentes utilizados
6. Método de Revelação por Cavitação Ultrassônica
7. Método de Revelação por Partículas Magnéticas
Capítulo IX - O Cartucho de Munição das Armas de Fogo
1. Estojo
1.1. Forma do estojo
1.2. Material usado na confecção dos estojos
2. Espoleta
3. Mistura Iniciadora
4. Pólvora
5. Projetil
5.1. Projetil para cartuchos de fogo central e fogo circular
5.1.1. Projetis de liga de chumbo
5.1.2. Projetis encamisados
5.1.3. Projetis de cobre
6. Chumbos
6.1. Buchas e discos de papelão
6.2. Vida útil dos cartuchos
6.2.1. Vida útil dos cartuchos em uso normal na arma
6.2.2. Vida útil dos cartuchos guardados na embalagem original
6.2.3. Local de armazenamento dos cartuchos
Capítulo X - Alcance do Tiro
1. Alcance Útil
2. Alcance Máximo
3. Alcance com Precisão
Capítulo XI - Poder de Parada
José Carlos Fauri
1. Poder de Parada (Stopping Power)
2. Projetis Perfurantes e Projetis Deformantes
2.1. Alguns tipos de projetis
3. Arma Curta: Qual a Mais Indicada?
3.1. Arma curta para uso civil
3.2. Arma curta para uso policial
4. Regras de Segurança
5. Como e Onde Portar a Arma e os Cartuchos
5.1. Como e onde portar a arma
5.2. Como e onde portar os cartuchos
6. Manutenção e Conservação da Arma de Fogo
7. A Nova Lei Sobre Aquisição e Porte de Arma De Fogo
8. Histórico da Munição .40 S&W
9. Bibliografia
Capítulo XII - Testes para Armas de Fogo
1. Introdução
1.1. Testes para revólveres e pistolas
1.1.1. Testes de funcionamento (previstos na NEB/T E-267A)
1.1.2. Funcionamento nas condições-limite
1.1.3. Testes de precisão e justeza na pontaria (previsto na NEB/T E-267A)
1.1.4. Teste de resistência (previsto na NEB/T E-267A)
1.1.5. Testes balísticos
1.1.6. Testes de segurança
1.2. Testes para carabinas, rifles e espingardas
1.2.1. Testes de segurança e resistência a quedas
1.2.2. Testes de precisão e justeza
Capítulo XIII - Incidente de Tiro, Acidente de Tiro e Tiro Acidental
1. Incidente de Tiro
2. Acidente de Tiro
3. Tiro Acidental
3.1. Tiro acidental por queda da arma, estando esta desengatilhada
3.2. Tiro acidental por queda da arma, estando esta engatilhada
3.3. Tiro acidental ao ser a arma destravada
3.4. Tiro acidental por ocasião do fechamento da culatra
4. Mecanismos de Segurança das Armas de Fogo
4.1. Mecanismo de segurança dos revólveres
4.2. Mecanismo de segurança das armas longas
Capítulo XIV - Efeitos do Tiro e Distância do Tiro
1. Efeitos do Tiro
1.1. Efeitos primários
1.1.1. Efeitos primários em alvos animados
1.1.2. O trajeto
1.1.3. Efeitos primários em alvos não animados
1.2. Efeitos secundários
1.2.1. Zona de chama
1.2.2. Zona de esfumaçamento
1.2.3. Zona de tatuagem
2. Distância do Tiro
2.1. Tiro encostado
2.2. Tiro a curta distância
2.3. Tiro distante
3. Determinação da Distância do Tiro
3.1. Determinação da distância do tiro produzido por arma raiada
3.1.1. Pesquisa de Chumbo (Pb) para tiro(s) com projetil(is) de Chumbo e de Liga de Chumbo
3.1.2. Pesquisa de Cobre (Cu) para tiro(s) com projetil(is) encamisado(s), com camisa de latão ou com projetis de Cobre
3.2. Determinação da distância do tiro produzido por arma de alma lisa
Capítulo V - Resíduos do Tiro
1. Resíduos do Tiro na Arma
2. Resíduos de Tiro em Partes do Corpo Cobertas por Vestes e em Partes do Corpo Não Cobertas por Vestes
3. Resíduos do Tiro nas Mãos do Atirador
3.1. Resíduos de pólvora combusta
3.2. Resíduos inorgânicos
Capítulo VI - Padrões em Balística
1. Introdução
2. Requisitos dos Padrões em Balística
2.1. Autenticidade
2.2. Adequabilidade
2.3. Contemporaneidade
2.4. Quantidade
3. Obtenção dos Padrões
3.1. Obtenção de projetis-padrão
3.2. Obtenção de estojos-padrão
Capítulo VII - Exames Comparativos dos Elementos da Munição
1. Meios Usados para Colher os Projetis-padrão
2. Limpeza e Esterilização dos Projetis e Estojos
2.1. Lavagem aquosa
2.2. Esterilização
2.3. Limpeza para estudo no microcomparador
3. Equipamentos
4. Métodos dos Exames Comparativos
4.1. Exame comparativo macroscópico
4.2. Exame comparativo microscópico
4.2.1. Exame microcomparativo de projetis
4.2.2. Exame microcomparativo de estojos
5. Conclusões dos Exames Comparativos
Capítulo VIII - Exames que Podem ser Realizados em Armas de Fogo e na Munição
1. Exames nas Armas de Fogo
1.1. Exame para proceder à identificação direta da arma, com a determinação do seu tipo, marca, calibre nominal e número de série
1.2. Exame para verificar se houve alterações em suas características originais
1.3. Exame para comprovar as condições normais de uso e funcionamento (exame da eficiência da arma)
1.4. Exame para constatar a possibilidade ou não da ocorrência de incidente de tiro e de acidente de tiro
1.5. Exame para constatar a possibilidade ou não da ocorrência de tiro acidental
1.6. Exame para determinar a precisão na pontaria da arma
1.7. Exame para determinar a distância do tiro quando este atinge a vítima tanto em região coberta por vestes como em região não coberta ou alvos físicos
1.8. Outros exames, sempre que possíveis tecnicamente e necessários para o esclarecimento do(s) fato(s)
2. Exames na Munição
2.1. Exame nos cartuchos
2.1.1. Exame para identificar o tipo, marca, modelo, calibre e os elementos neles contidos
2.1.2. Exame para constatar se o cartucho sofreu alterações em suas características originais .
2.1.3. Exame para identificar se o cartucho é original de fábrica ou produto de recarga
2.1.4. Exame para verificar se o cartucho teve, ou não, sua espoleta percutida
2.2. Exame nos estojos
2.2.1. Exame para identificar o tipo, a marca e o calibre e descrever suas características
2.2.2. Exame para constatar se o estojo sofreu alterações em suas características originais
2.2.3. Exame microscópico da marca de percussão, marca do ejetor, marca do extrator e marca do ferrolho, para identificar a arma na qual a espoleta foi percutida ou a arma que ejetou ou extraiu o estojo
2.2.4. Exame microscópico da marca de percussão, marca do ejetor, marca do extrator e marca do ferrolho, presente(s) em estojos, visando a estabelecer uma correlação entre dois ou mais fatos
2.3. Exame no projetil
2.3.1. Exame para determinar o tipo e o calibre do projetil
2.3.2. Exame para determinar o número e a orientação dos ressaltos e cavados, bem como a presença de deformações acidentais, propositais ou sofridas em consequência de impacto
2.3.3. Exame microscópico do projetil para identificar a arma que o expeliu
2.3.4. Exame microscópico do(s) projetil(is) visando a estabelecer uma correlação entre dois ou mais fatos envolvendo armas de fogo
2.4. Exame nos chumbos dos cartuchos usados em espingardas
2.4.1. Exame para identificar o(s) tipo(s) de chumbo(s) e determinar seu diâmetro (número) ou sua classificação
2.4.2. Exame para determinar se os chumbos, por suas características, foram produzidos por processo industrial ou são de confecção artesanal (caseira)
2.5. Exame nas buchas e nos discos divisórios dos cartuchos de espingardas
2.5.1. Exame nas buchas para identificar o calibre do cartucho ao qual pertenciam e o tipo de material usado em sua confecção
2.5.2. Exame nos discos divisórios para determinar o calibre do cartucho ao qual pertenciam e, se possível, identificar o tipo de chumbos (número) contidos no cartucho
2.6. Exame da pólvora (carga de projeção)
2.6.1. Exame para identificar o tipo de pólvora: pólvora preta (com fumaça) ou pólvora química (sem fumaça)
2.6.2. Exame para determinar o formato dos grãos da pólvora e sua composição química
2.7. Exame na espoleta
2.8. Exame para verificar a presença de impressões digitais
2.9. Exame de DNA em impressões digitais encontradas arma e em elementos de munição (cartuchos ou estojos)
Capítulo XIX - O Laudo Pericial de Balísticas Forense
1. Introdução ou Preâmbulo
2. Histórico
3. Descrição do Material Recebido para Exames
4. Exames Periciais Realizados
5. Discussão
6. Conclusão e/ou Respostas aos Quesitos
7. Fecho
8. Anexos
Capítulo XX - Casuística
CASO 1: Identificação de uma Arma de Fogo com Cano de Alma Lisa, Através do Microestriamento Presente em Projetil por Ela Expelido
CASO 2: Identificação de um Revólver Através do Micro-estriamento Presente em Fragmento de Projetil por Ele Expelido
Referêcias Bibliográficas
Apêndices
Apêndice 1 - NORMA DO EXÉRCITO BRASILEIRO
Especificação NEB/T E-266
Especificação NEB/T E-267A
Especificação NEB/T E-268
Apêndice 2
Deliberações Técnicas do I Seminário Nacional de Balística Forense
Deliberações Técnicas do II Seminário Nacional de Balística Forense e I Seminário Brasileiro de Perícia de Crimes Contra a Pessoa
Recomendações Técnicas nas áreas de Balística Forense e de Crimes Contra a Vida do V Seminário Nacional de Balística Forense e IV Seminário Nacional de Perícia de Crime Contra a Vida.
Apêndice 3
Galeria de imagens em cores
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Ano: 2016

Edição: 8ª edição

Número de Páginas: 480

Peso: 0,76 kg

Altura: 23 cm

Largura: 16 cm

Lombada: 3 cm

Acabamento: Brochura

I.S.B.N.: 978-85-7625-332-7

Código de Barras: 9788576253327

Valor: R$ 102,00





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