Retrato Falado e Desenho para Criminalística 2ª Edição Autor: Albani Borges dos Reis


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Sinopse

O desenho criminalístico é uma ferramenta indispensável aos peritos e profissionais da área forense.
Na segunda edição desta obra, o autor, e seus colaboradores, apresentam a metodologia e fundamentos do desenho técnico aplicado à criminalística .
Organizado de forma didática é dividido em duas partes: Retrato Falado e Desenho para Criminalística.
Contém fartas ilustrações e coloca a disposição dos leitores os fundamentos da anatomia humana, e descrição passo a passo dos programas mais recentes.
Complementam a obra, manual para a aplicação de técnicas cognitivas durante o desenvolvimento dos trabalhos de entrevista – fundamentais para extrair da memória da testemunha detalhes que ampliam substantivamente a eficácia do retrato falado. 

 

Série Tratado de Perícias Criminalísticas – organizador: Domingos Tocchetto


Sobre a Autor:
Albani Borges dos Reis

Perito Criminalístico de Classe Especial em Goiás desde 1981. Graduado em Artes Visuais pela UFGO, cursos de Formação de Perito Criminal, Especialização e Aperfeiçoamento em Criminalística, Especialização em Investigação de Incêndio pela Superintendência da Academia de Polícia Civil de Goiás.
Junto à Superintendência de Polícia Técnico-científica de Goiás atuou nas áreas de Balística Forense, Locais de Acidente de Transito, Locais de Morte Violenta, Investigação de local de Incêndio, locais diversos, Investigação de local de Dano Ambiental e Retrato Falado.
Foi Presidente da Associação de Peritos em Criminalística de Goiás nos anos 2.000 e 2.001. Desempenha atualmente sua função junto à Seção de Crimes contra o Meio Ambiente no Instituto de Criminalística de Goiás.
Atuou como palestrante e conferencista em inúmeros eventos em todo o Brasil, e como professor em cursos de qualificação e aperfeiçoamento em diversas entidades, dentre as quais: Superintendência da Academia de Polícia de Goiás, Polícia Militar de Goiás, Superintendência Municipal de Trânsito em Goiás e Instituto Keynes em Londrina
Publicações:
Desenho para Criminalística – Editora Sagra Luzzatto, Porto Alegre 
Metodologia Científica e Perícia Criminal, 2ª ed., Millennium Ed., Campinas, 2011
Retrato Falado e Desenho para Criminalística, 2ª ed., Millennium Ed., Campinas, 2013
Inúmeros artigos publicados em jornais e revistas especializados

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Características



    CAPÍTULO 1 - CONSIDERAÇÕES GERAIS

    1. Introdução
    2. Identi-Kit
    3. Photo-Fit
    4. Comphoto Fit Plus
    5. Os Três Requisitos que Orientam a Composição do Retrato Falado


    CAPÍTULO 2 - TRABALHO EM EQUIPE
    1. O Trabalho de Um é Sequência do Outro 
    2. Retrato Falado como Meio de Prova
    3. As Possibilidades do Retrato Falado no Processo da Investigação
    4. Pontos Característicos Comuns 
    5. O Melhor Momento de Produzir o Retrato Falado 
    6. O Ambiente de Trabalho Adequado
    7. O Diálogo com o Informante


    CAPÍTULO 3 - O PROFISSIONAL DO RETRATO FALADO
    1. Introdução
    2. Fatores que Dificultam a Formação de uma Boa Imagem na Mente do Informante
    3. Vantagens da Metodologia do Kit de Identificação

     

    CAPÍTULO 4 - ESTRUTURA E CLASSIFICAÇÃO DA FACE
    1. Introdução
    2. Características Básicas da Face Humana
    3. Olhos
    3.1. Classificação dos Olhos
    4. Nariz
    5. Boca
    6. Queixo
    7. Cabelos


    CAPÍTULO 5 - TÉCNICA DE ENTREVISTA
    1. Introdução
    1.1. Situações a Serem Superadas
    1.2. O Diálogo com o Informante
    1.3. A Fidelidade das Informações
    1.4. A Habilidade do Entrevistador
    1.5. Os Bloqueios Mentais
    1.6. As Condições de Trabalho
    2. Como Entrevistar 
    3. Resistência 
    4. Modelos de Entrevistas 
    5. Laudo


    CAPÍTULO 6 - O USO DA INFORMÁTICA NO RETRATO FALADO
    1. Introdução 
    2. Comphoto Fit + Color II 
    2.1. Abrindo o Programa
    2.2. Conhecendo o Layout de Página
    2.3. Acessos
    2.4. Listagem de Banco de Dado
    2.5. Teste Psicológico
    3. Estudo de Casos
    3.1. Caso 1: O Sequestro da Empresária e Morte de Chacareiros
    3.2. Caso 2: Madre Germana
    3.3. Caso 3: Violência em Escola 
    3.4. Caso 4: Interessante Coincidência 
    4. Conclusão
    5. Referências Bibliográficas
    PARTE II
    DESENHO EM CRIMINALÍSTICA

     

    CAPÍTULO 7 - NOÇÕES GERAIS DE DESENHO
    1. O Desenho 
    2. Utilidade do Desenho no Laudo Pericial e no Levantamento Pericial
    3. Por que Devemos Medir
    4. Desenho e Fotografia 
    5. Convenções 
    6. Desenho Feito a Mão 
    7. Desenho Elaborado com Auxílio do Computador 

     

    CAPÍTULO 8 - COMO PRODUZIR UM CROQUI
    1. Interação do Desenhista ou Perito com o Local
    1.1. Do Local do Acidente de Tânsito
    1.2. Do Local de Morte Violenta
    1.3. Do Local de Incêndio
    1.4. De Grandes Áreas
    1.5. Desenho do Local a Partir de uma Imagem de Satélite
    1.6. Desenho de Mapas
    2. Definições 
    2.1. Desenhos Usados em Criminalística
    2.1.1. Desenho
    2.1.2. Desenho Técnico
    2.1.3. Desenho Artístico
    2.1.4. Croqui ou Croquis
    2.1.5. Levantamento Topográfico
    2.1.6. Desenho Linear
    2.1.7. Escala
    2.1.8. Gabarito
    2.1.9. Amarração
    2.1.10. Cota
    2.1.11. Elementos Iconográficos 
    2.1.12. Mapas
    2.1.13. Planta Baixa
    2.1.14. Corte 
    2.1.15. Rebatimento
    2.1.16. Desenho Vazado
    2.1.17. Desenho Desmontado ou Vista Explodida
    2.1.18. Desenho em Perspectiva 
    2.1.19. Desenho no Plano Vertical. Corte
    2.1.20. Desenho no Plano Horizontal. Planta Baixa
    2.1.21. Gráficos
    3. Recursos do Desenho para Melhorar as Informações 
    3.1. Traços de Interrupção no Desenho 
    3.2. Cortes no Desenho 
    3.3. Rebatimento 
    3.4. Amarração
    3.4.1. Métodos de Amarração
    3.5. Traços (linhas) Usados no Desenho
    3.5.1. Configurações
    3.6. Linhas de Cota mais Usadas
    4. Desenho de Letras
    5. Materiais Básicos
    6. Cuidados com o Desenho

     

    CAPÍTULO 9 - ELEMENTOS DO LOCAL DE CRIME
    1. Elementos Iconográficos 
    2. Elementos de um Desenho do Local do Acidente de Trânsito
    2.1. Setas 
    2.2. Denominação dos Veículos Envolvidos 
    2.3. Denominação do Local do Embate 
    2.4. Sulcos
    2.5. Marcas de Frenagens
    2.6. Marca de Remoção
    2.7. Compressão Pneumática
    2.8. Orientação
    2.9. Legenda
    2.10. Sinalização
    2.10.1. Setas 
    2.10.2. Linhas (faixas) no Local de Acidentes de Tráfego 
    2.10.3. Linha Seccionada 
    2.10.4. Linha Seccionada ao Lado de uma Contínua 
    2.10.5. Duas Linhas Contínuas
    2.10.6. Linha Branca
    2.10.7. Linhas Inclinadas
    2.10.8. Segmentos de Linhas
    2.10.9. Obstáculos
    2.10.10. Placas 
    2.10.11 Sinais Pintados no Leito do Asfalto 
    2.11. Naturezas dos Acidentes de Tráfegos
    2.11.1. Abalroamento Transversal 
    2.11.2. Abalroamento Lateral
    2.11.3. Tombamento
    2.11.4. Colisão Fronto-Traseira
    2.11.5. Colisão Frontal
    2.11.6. Atropelamento
    2.11.7. Choque
    2.11.8. Capotamento
    2.12. Estudos dos Tipos de Vias
    2.12.1. Vias Dotadas de Pistas Simples
    2.12.2. Vias Dotadas de Pistas Duplas
    2.12.3. Outros Tipos de Vias Conhecidas
    2.13. Cruzamentos
    2.13.1. Cruzamento Ortogonal
    2.13.2. Cruzamento Oblíquo
    2.13.3. Cruzamento Misto
    2.13.4. Cruzamento Irregular
    2.14. Confluências
    2.14.1. Confluência Ortogonal
    2.14.2. Confluência Oblíqua (Fig. 25 b)
    2.15. Trevos
    2.16. Rótulas ou Rotatórias
    2.17. Viadutos e Passarelas
    3. Elementos do Desenho do Local de Morte Violenta
    4. Elementos do Desenho do Local de Incêndio, Explosão e Outro

     

    CAPÍTULO 10 - TIPOS DE OCORRÊNCIA E OS DESENHOS APLICÁVEIS
    1. Desenhos do Local de Acidente de Trânsito
    2. Desenhos de Local de Morte Violenta
    3. Desenhos de Local de Crime Ambiental
    4. Desenhos de Local de Incêndio

     

    CAPÍTULO 11 - DESENHO VAZADO
    1. Desenho Vazado ou Transparente
    2. Desenho de Local de Reconstituição de Morte Violenta,
    Baseado em Gravação de Vídeo
    3. Noções de Composição